Tag educação
Educar é muito mais que ensinar,
é fazer com que o educando internalize
os conceitos aprendidos,
transformando-os em atitudes.
A educação que se resume no acúmulo de informações,
é mera instrução que informa, mas não educa.
O educador é aquele que enxerga
no fracasso do aluno,
o insucesso de sua práxis,
a falha na sua metodologia,
o erro em sua avaliação diagnóstica,
a necessidade de repensar a sua educação educativa.
Incluir por incluir, simplesmente, na educação
é legitimar a exclusão formalizada,
onde quem é incluído,
sente-se excluídos pelas práticas igualitárias.
A educação é uma relação cultural
onde quem faz a intermediação
e quem é o alvo dela
trocam experiências vividas,
de realidades distintas,
havendo uma ruptura de velhos saberes,
para a construção do novo conhecer.
A visão de educação como meio de produção,
com metas a cumprir e recompensas a ganhar,
caso consiga, estas alcançar.
Faz da escola um a instituição de resultados a questionar.
Os propósitos de mediar
a construção de indivíduos críticos capazes
de sua realidade interpretar
e transformá-la se assim desejar,
a escola, infelizmente, não tem conseguido concretizar.
Três coisas após o estágio não me saem da mente, a primeira tem a ver com a filosofia de Sócrates que dizia dele mesmo “só sei que nada sei”, deixando claro que não precisamos pregar verdades. A Segunda é relacionada à polifonia, na qual é forjado o nosso eu. E a terceira estaria ligada ao pensar Freudiano ligado ao saber ouvir e observar, onde Freud apud Dra Waleska Fochesatto diz: (...)Quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir fica convencido de que os mortais não conseguem guardar nenhum segredo (IBIDEM,P.78-Caso Dora).
Precisamos sair da ditadura citada na música de Chico Buarque e Gilberto Gil, cálice(cale-se). Ouvir e, a partir dessa ação encontrar a forma adequada para a transmissão de conteúdo e a viabilização da educação, mas também, sair da pretensão de que libertamos, de que ensinamos.
Ninguém precisa de que digam o que fazer, precisamos de educadores que ajudem na leitura das realidades e depois disso, então, o educando estará apto a intervir ou não na situação que por ele foi analisada. Chega de estupros filosóficos, escravização em nome da liberdade.
Ao tecer uma crítica, não insulte e sim conscientize.
Ao conscientizar, não imponha e sim ensine.
Ao advertir, não ameace e sim corrija.
Ao corrigir, não humilhe e sim seja exemplo.
Ao repreender, não recrimine e sim esclareça.
Pra criar hábitos, eduque. Pra acabar com hábitos, eduque.
Ao educar seja gentil e paciente. Pode parecer que no início nada se aprende, no entanto, demonstrar o que se aprendeu pode levar um tempo.
Ao dirigir palavras que afetem a vida do outro, no intuito de fazê-lo melhorar, o mais importante é se colocar em seu lugar, vestindo seus sapatos e sabendo dos seus tempos, limitações e capacidades.
O que para nós parece ser algo fácil, para o outro, pode ser um grande e quase impossível desafio.
TORRE DE BABEL EM PLENO SÉCULO XXI
Abruptamente um ferver de sangue: palpitação. Não sei o porquê do formigamento, nem o acelerar do coração: momento de estresse do corpo.
Faz-se necessário ACALMAR.
Noites angustiantes. Não há esperança, não há sonho. Agora é a hora. Madrugada silente. Um pé, outro pé, olha de um lado, do outro, para frente, para trás, só o belo luar por testemunha.
Não leva pão, nem água, somente um corpo sem lenço, sem documento, sem esperança...
Corpo palpitando que não tem direção, que não vê o som do ouvido, muito menos do coração.
Não tem um plano de fuga, não tem destino, suor frio, só palpitação.
Ir ou não ir, eis a questão. Vão chorar, vão esbravejar, vão silenciar? Um insight.
O que preciso saber?
Não há dinheiro, não há nome e nem sobrenome, não há status, não há classe social, não há escolaridade, não há países... Diante deste vírus somos análogos.
Sei lá...
Nada, nada, nada...
Tudo certo, nada errado.
E filhos? Amigos, parentes, derentes?
Um olhar no infinito.
Os meios de comunicação confirmam o alastramento da pandemia.
Palpite, palpita, palpitação...
Passos...
Outros passos...
Mais passos...
Rodamoinho.
Vacina...
Um insight.
Tomar ou não tomar vacina?Jamais penso nesta alternância porque eu confio na educação gratuita e de qualidade.Confio na ciência, porque ela é tipo a estátua de bronze que curava o mordido da serpente como assevera o velho testamento.Eu acredito que o homem é imagem e semelhança de Deus. Portanto estou a esperar para ser agraciada no momento certo, no momento oportuno para me vacinar e assim que puder eu abraçarei, beijarei quem eu quiser...
Eis a questão diante de pessoas incultas eu as ignorarei porque não se oferece pérolas a porcos.Diante do cenário me senti como os protagonistas que tentavam chegar ao céu, mas, não entendiam a fala do outro, assim estou nesta pandemia porque um país diz uma coisa, outro país diz outra coisa... E assim não se chega ao denominador comum.
Tempo de incertezas.
E agora Jesus?
O que faço diante da linguagem diferenciada de personagens que retornaram da Torre de Babel e que permanece com o pensar de um tempo longínquo?
Ignoro, porque eu posso tudo naquele que me fortalece e esta pandemia vai ser erradicada do mundo porque temos a sabedoria, a perseverança dos cientistas, o comprometimento do sistema e a certeza que somos moldes de Deus.
A educação é tudo.
A ciência é tudo.
Deus é tudo.
Eu cri.
Eu creio
Eu acredito.
Tudo isto vai passar.
Parte significativa da educação escolar brasileira vive um jogo patético onde o professor faz de conta que ensina enquanto o aluno faz de conta que aprende.
A educação brasileira está alicerça num jogo patético onde um lado faz de conta que o que ensina está sendo aprendido, e doutro lado de aprendeu alguma coisa do que foi ensinado.
"Se ao invés dos brasileiros viverem a dualidade do ufanismo e do pessimismo, começarem a vivenciar o realismo. De fato, o progresso da nação chegará rápido. Pois, o progresso não usará mais os lombos dos gados e das mulas. Ele virá como um jato supersônico desenvolvido por brasileiros com arrumação intracromossomial específica."
Thiago S Oliveira (1986 a)
Todo novo aprendizado é importante, todo novo conhecimento é válido.
Nunca pare de aprender!
Jamais diga: "Isso não é para mim", ou: "Eu não sou capaz". Ou ainda: "Nunca vou usar isso".
Não coloque obstáculos ou limites para a expansão da sua sabedoria. Você jamais descobrirá do que o seu cérebro é capaz, se não estimulá-lo.
Não importa o que seja... Aprenda!
No dia em que a sociedade enxergar
que a educação, verdadeiramente humanizadora,
é o caminho mais curto para uma vida social dos iguais,
sem exploração e discriminação,
teremos o prazer de ver a educação
como uma temática priorizada
em nossos diálogos diários
Eu acho que a grande revolução que pode se produzir no Brasil, se se quiser, é da educação.
Tentam calar meu povo, dizendo que nada faz, não querem pretos em Universidades públicas, muito menos Federais, mas o negro segue lutando e os espaços ocupando porque sempre foi capaz
Não basta simplesmente falar em educação, é preciso acreditar no poder transformador do conhecimento na vida das pessoas.
A farra do dinheiro público com animações sertanejas parece que chegou ao fim; alguém descobriu que saúde, educação, assistência social têm prioridade que pão e circo.
Quando a escola muda o foco de suas ações,
do aluno para o reconhecimento da mesma,
a educação deixa de ser algo que transforma
para se tornar no caminho que molda
os resultados necessários para a sua glória.
