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Quando vejo na tevê um economista falando dos sobressaltos da economia brasileira, parece que ouço um médico legista explicando as causas da morte de um coitado qualquer.
Não existe economia na Obra, lembre-se disso, é melhor gastar uma vez só com o que funciona do que 10 vezes pra tentar consertar.
Em todo estado dito democrático mas atrapalhado que atravessa por uma grave crise social, politica, econômica e de governabilidade, todos os bens imoveis e as aplicações de longo prazo perdem desastrosamente o valor.
A economia de nenhum lugar livre sobrevive por muito tempo amordaçada como mero refém dos interesses perversos de ganancia de alguns poucos grupos financeiros.
Se você quer lutar pela economia de hoje, você deve desafiar o status quo e obter a educação financeira necessária para ter sucesso.
A competitividade fomenta a inovação, o aumento de eficiência e de produtividade, além de gerar oportunidade para que os agentes econômicos privados ingressem no mercado e desenvolvam suas atividades.
"[...] uma vez o homem declarado "a medida de todas as coisas", não há mais nem Verdade, nem Bem, nem Justiça, mas apenas opiniões iguais em direito, cujo conflito só pode ser decidido pela força política ou militar; e cada força triunfante entroniza, por sua vez, uma Verdade, um Bem e uma Justiça que vão durar tanto quanto ela." Betrand de Jouvenel, O Poder - História Natural de seu crescimento, p. 286
Enquanto um país não fizer uma reforma ética é impossível equilibrar sua economia. A segunda é uma consequência natural da primeira.
Na economia atual, a mudança é um fato da vida. Não podemos nos apegar ao que funcionou e torcer pelo melhor. Precisamos de uma foice de confiança para traçar um caminho à frente da curva.
O capitalismo é um jogo interessante enquanto os mesmos jogadores estão ganhando, quando eles começarem a perder vão querer mudar o jogo.
Quando a taxa de remuneração do capital ultrapassa a taxa de crescimento da produção e da renda, como ocorreu no século XIX e parece provável que volte a ocorrer no século XXI, o capitalismo produz automaticamente desigualdades insustentáveis, arbitrárias, que ameaçam de maneira radical os valores de meritocracia sobre os quais se fundam nossas sociedades democráticas.
Quer se trate de reduzir as desigualdades patrimoniais em caráter permanente ou reduzir a dívida pública excepcionalmente elevada, o imposto progressivo sobre o capital é, em regra geral, um instrumento muito melhor do que a inflação.
O crescimento econômico é incapaz de satisfazer as esperanças democráticas e meritocráticas, que devem se apoiar na existência de instituições específicas, e não apenas nas forças do progresso tecnológico e do mercado.
Se você acha publicidade um gasto, nem percamos nosso poupável tempo. Pois duvido que sejas mais econômico que eu.
A cidade de Arataca está passando por uma transição na sua principal cultura econômica, do cacaueiro a cultura do café. A qual está afetando também o comportamento econômico do seu povo.
A questão crucial é: a desigualdade observada reflete essencialmente os talentos, esforços e valores diferenciados dos indivíduos ou, ao contrário, ela resulta de um jogo viciado na origem -- de uma profunda falta de equidade nas condições iniciais da vida, da privação de direitos elementares e/ou da discriminação racial, sexual ou religiosa?
Urge que ensinemos nas escolas e a cada cidadão onde estão os responsáveis pelo destino do país para, assim, justificar o tempo que cada um passa sentado na cadeira de uma escola. Obviamente, saberão escolher melhor seus governantes, entre aqueles que têm uma proposta econômica que não se submeta aos caprichos dos bancos e do mercado financeiro.
A visão de que o Estado deve ser “adequadamente proporcional” não deve, entretanto, mascarar ou escamotear a necessidade de o mesmo passar por reformulações de seu tamanho, de suas estruturas e do sistema e tipos de intervenções.
Em termos econômicos, sempre pensamos no trabalho como uma desutilidade, como algo que se faz para conseguir outra coisa. Agora ele é cada vez mais uma utilidade, algo valioso e digno por si só.
Vai, Brasil? Só de juros estamos pagando 1,5 bilhão por dia. Acordem o Gigante, por favor, meus amigos Zé Cariocas! E o avisem que a dívida pública está impraticável. Por favor.
