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A incredulidade forma uma autoimagem derrotada, alterando nossa visão de quem somos em Cristo e nos levando ao caminho da frustração.
Pessoas pessimistas contaminam quem está ao seu redor com um discurso marcado por fracasso, derrota e medo.
Há quem escolha duvidar do caráter e do poder de Deus, fixando os olhos nas dificuldades em vez de confiar nas novas intervenções divinas que Ele pode realizar.
Seja como Calebe: mantenha-se firme na fé, confie nas promessas de Deus e não tema se posicionar contra a voz da incredulidade.
Palavras de dúvida constroem desertos, enquanto palavras de fé abrem as portas do favor sobrenatural de Deus.
A dúvida temporária é nossa amiga. Nos desperta para as perguntas certas. O que não podemos é ignorar as respostas.
LÁGRIMAS DE DÚVIDA
Eu não quero ser mensageiro das lágrimas de tristeza que o mundo fábrica em seus olhos,
Eu não posso pôr dúvida no seu pensamento e ter como base a insegurança para minha felicidade,
Existe tombo que todos os olhares veem, porém, eu vitima ou não é quem sinto, os olhares sempre buscarem o que interessa a seu dono trazendo elegeria e tristeza no mesmo senário.
Como se sabe quando o amor é real? Existe alguma coisa que identifique quando o sentimento mais sublime realmente está presente? Uns dizem que ele é como uma bomba atômica explodindo dentro da gente e, para desencadear a explosão, basta um olhar, um toque de mãos, um sorriso. Outros dizem que ele é algo sensível, suave como uma brisa que vem e balança os cabelos, trazendo uma sensação de plenitude e conforto como nada mais pode fazer. Quem tem a verdade? Os que falam do fogo consumidor ou os que defendem a brisa mansa? Haveria, talvez, uma terceira via para amar, onde nem fogo nem vento, onde nem terra nem água, nem sentimentos e nem palavras possam estar presentes? Quem saberá definir o incompreensível ou dizer onde o invisível estará, ou ainda, explicar o que o inexplicável é? Por que existem tantas perguntas para amar e tantas respostas por se dar? Porque ao fim das quatro letras "a", "m", "o", "r", sempre existe um ponto de interrogação e nunca um ponto final? Por que amor tem apenas duas vogais e duas consoantes, se nem todo nosso vocabulário o pode abranger? Por que o porquê de amar? E por fim, por que o porquê do por que de amar?
SER
Tenho inveja de mim mesmo...
Sou e não sou
Talves eu seja o que estou sendo agora ,mesmo sem a vontade de ser...
Todos fizeram tudo e se perderam no que hoje são....
Há muita seriedade em ser!
Embora vivo brincando o que nunca fui.
Se não há incertezas, não há mais o que fazer e não há mais o que aprender, o que nos leva ao erro de duvidar de nossa capacidade para lidar com as incertezas da vida.
Para palpites curiosos, para opiniões não solicitadas e falso moralismo, ofereça o martírio da dúvida.
A tendência fatal da humanidade de deixar de pensar sobre algo que não é mais duvidoso é a causa de metade de seus erros.
O vigor intelectual de um homem, como o de uma ciência, se mede pela dose de ceticismo, de dúvida que é capaz de digerir, de assimilar.
Na caminhada cristã, há momentos que nos deixam em dúvida, mas essa incerteza, por si só, já é uma resposta. Não precisamos de confirmação adicional.
Aqui temos duas lições para aprendermos com os gestos de Tomé:
Que a dúvida nos diferencia da brutalidade que advém da pretensiosa atitude de se achar o dono da verdade. Onde existe brutalidade não pode haver paz. O saber sempre vem da humilde dúvida. A fé que não duvida e não questiona torna-se imatura e fanática.
Porém quando nos afogamos no mar das dúvidas não permitimos que o barco chegue ao porto seguro. O vento sopra a favor de quem sabe aonde quer chegar. A dúvida deve ser motivação para avançar em águas profundas. Assim descobriremos através das dúvidas que a vida é feita muito mais de escolhas do que certezas. Para conhecer a verdade é importante permitir a dúvida. Somos ser pensante e o questionamento nos afasta da superficialidade.
O erro de Tomé não foi duvidar e sim a pretensão de achar que pra acreditar era preciso antes ver. Foi limitar seu conhecimento.
