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Cada povo tem sua forma de olhar, sua cosmovisão, sua forma de ver e viver, sua forma do uso da terra, sua forma de pintura, a cultura tradicional, então nós somos diferentes, somos povos diferentes uns dos outros. Mas o que nos une é a luta pela terra, pelo território, isso nos une fortemente, e a luta pela preservação dos direitos.
Ao invés de hoje, passados esses 25 anos [da Constituição de 1988], nós estarmos na efetivação concretamente e execução desses direitos conquistados, hoje nós estamos lutando para que esses direitos permaneçam, ao invés de estarmos lutando pela efetivação desses direitos serem executados de forma concreta em relação aos nossos povos indígenas e aos nossos desejos e reivindicações.
Brasil Em Prantos
Tantas vozes silenciadas
sob os cuidados da pátria amada.
É o choro da mãe que abraça
o corpo do filho sem vida,
vítima de balas direcionadas e não perdidas.
E não importa se seu escudo
é da esquerda ou da direita.
O sangue derramado é vermelho
mas a dor, a dor é preta.
É o amor que agoniza.
É o ódio que mata.
Onde está a liberdade nesta pátria democrática?
Ser, amar, existir não é proibido
mas por que ainda há vidas sendo interrompidas por isso?
É uma floresta que queima, um povo que chora
vendo a sua história indo embora.
É uma ancestralidade humilhada,
cansada de ser atacada
por uma ganância cega que não acaba.
E ai daqueles que recusarem toda essa opressão.
Nesta terra onde quem fala,
onde quem luta é engolido pelo chão.
De Chico Mendes à Marielle Franco.
Quantos se foram?
Quantos ainda irão?
Mas que ecoe a certeza
de que nenhuma luta foi ou será em vão.
Entre os direitos e os deveres deve estar a justiça para fazer com que não existam dois pesos e duas medidas. Todos tem direitos, mas também deveres.
"Na minha infância, a maior tecnologia a que tive acesso
foi a escola. Devo a ela minhas maiores conquistas!"
Haverão dias, que serei uma mansidão de pessoa, porém, em outros, vai preferir mexer com uma cobra peçonhenta ao invés de mim.
Todos nós temos o nosso dia de caos. Eu não sou perfeita, sou humana e todo ser humano tem defeitos, até você.
Então, não venha criticar a minha maneira de ser, porque não tenho direito de julgá-lo, como da mesma forma que não o dou o direito.
Quando há colisão de direitos, o bom senso e a vontade de agir com justiça, se faz ainda mais necessários!
Covardia é você querer viver sua liberdade de fazer o que quer sem considerar a possibilidade de seu parceiro (a) fazer o mesmo!
Não se intimidem de lutar pelos seus direitos, imponha-os como se fosse embainhar uma espada para ir à guerra, sem lamentos e tormentos; não sinta vergonha de ter vencido dignamente ao labutar pela afirmação e concretização de seus direitos, pois o que a mim está oposto gera o equilíbrio de verdades conflituosas que se resolvem na simultaneidade daquilo que é real, concretizado, a favor do que a mim se assegura no ápice da pirâmide legal, moral e ética, onde bebemos de nossa validade.
Quando um cidadão nega direitos mínimos inerentes a humanidade, direitos para humanos, seja ao miserável de rua ou ao traidor da pátria, nega-se não apenas e tão somente a própria existência e sobrevivência mas o próprio sentido de humanidade; nenhum cidadão está isento do banco dos réus, sentamos diariamente nesse posto de diversas maneiras, a nossa própria pele também clama por dignidade...
DemocraVersando
Fazer e desfazer de tudo que foi feito ou falado sem passar pelo despautério da repressão.
Fazer tudo quando no direito lhe cabe, sem o desproposito da coação.
Não estar submetido a nada que seja pelas vias da opressão.
Não ignorar o direito de movimento e de expressão do outro como cidadão.
Dentro de um elenco universal de crenças não professo nenhuma fé maior que a dos meus valores, que não me manipulam com culpas, ensinam-me que eu e meu próximo temos livre arbítrio para nossas escolhas e as ações a partir delas só precisam da consciência como guia.
Alguém consegue imaginar um jogo de xadrez composto só por reis, ou apenas por peões? Cada qual tem seu papel fundamental no tabuleiro, e é justamente do entendimento do papel que possui, e da importância de haver outros diferentes do seu, é que o jogo se torna possível.
Preocupante não é ver “a instituição da família ser destruída por gays”, nem praticantes serem tolhidos no seu direito legítimo de professar livremente a sua fé. Assustador é como ambos podem fazer uso do direito que possuem para pregar o ódio uns contra os outros... mas, sobretudo como podem usar seu direito à liberdade para demonizar o que se mostre diferente; ou tentar antes ser-lhe indiferente, caso não consiga entendê-lo.
A Vitória pertence à Humanidade, detentora de todos os Direitos Humanos... Toda Nação tem um enorme Coração.
Os Direitos Humanos não são para humanos direitos, mas é uma voz da Humanidade para evitar velhas atrocidades...
