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O deus bondoso afundou o Titanic, derrotou Nietzsche, John Lennon e Raul Seixas, enviou chuvas torrenciais e terremotos, porque tudo é pela vontade de deus. O homem apenas faz guerras e outros males quaisquer.
O homem é um produto de alto valor da religião assim como Jesus que permitiu a si mesmo a punição, permitida também por Deus em beneficio próprio e supostamente da humanidade transgressora. Para o homem se torna importante e para a sua própria razão de viver uma vida com regras e restrições para a salvação do espírito e vida eterna quando nela crê. É necessária a permanência do mal e da inspiração religiosa pairando sobre o espírito do homem bom, para que o diabo tenha uma função magnífica acima do poder do homem.
Em uma grande catástrofe, se deus salva uma pessoa, porque ele não salva as outras, seria maldade ou seleção?
Para apenas um instante de rebeldia se vive anos de submissão no plano de deus, e qualquer escolha que tiver viverá a tristeza da escolha.
Não há nenhum Deus a dar a morte a um homem com o desejo de ressuscitá-lo. A ressurreição é uma hipocrisia religiosa para a limitação da liberdade de consciência do homem, porém necessária para a sobrevivência de Deus.
Deuses, Monstros, Heróis e Demônios são todos personagens que o homem inventou, com nomes exóticos que instigam a imaginação humana, ainda cabe um deus pai todo poderoso, o deus dos deuses sobre todos eles.
O desapego da ideia universal de deus é uma maneira de conhecer outras vocações e a si próprio, embora seja um conceito de desvirtude, mas é mais fácil ceder a essa ideia de verdade universal pela comodidade. A heresia é uma desconexão com os planos da religiosidade. O imaginário, surreal opera a mente humana na forma de domínio geral, supondo apenas ao homem restrito a fé. É preciso devolver à mente a amplitude que é dela mesma, desatrelada a uma conversão espiritual religiosa situado em um plano clérigo. O aforismo em torno da sentença para a moralidade provém da falácia histórica organizada na forma de livros para a contenção continuada da promessa de fidelidade e de vontade de vida abundante.
Se deus criou o homem a sua própria imagem e semelhança, então ele é mesmo um vetusto, mal por natureza e ainda ciente.
Deus deu um segredo faminto ao fanático. A mim? Não. Por isso eles devoram meu cérebro e as crianças.
Se deus foi criado pelo homem para o homem então o homem é perverso. Se tudo foi criado por deus e para deus então deus é egoísta.
“Deus está morto”. As atrocidades ficaram na história. Restam apenas humanos em nome dele, cometendo-as tanto quanto...
Se para o homem a causa da sua existência é Deus, logo para a existência de Deus não tem causa. Deus não conseguiu criar nada melhor que o humano segundo o humano.
O homem tem enorme capacidade de associar um evento qualquer da natureza em um grande milagre do criador e também qualquer catástrofe em um castigo dele.
Deus é a maior obra da humanidade. O Diabo é a maior obra de Deus, segundo o homem. A Bíblia é a maior combinação de causas dos deuses imaginários e mitológicos. Pelas causas e obras o humano corrompe Deus e o Diabo, a bíblia por si só se corrompe. O Diabo vive bem as custas da fraqueza humana tendo um Deus como fiel parceiro. Esses valores criacionistas: Deus, Diabo e Bíblia domesticam e conduzem o homem a rituais ilusórios e ofegantes, onde é cerceada a sua liberdade entre o céu e o inferno. Mesmo tendo ele criado tudo a seu bel prazer.
Deus falou umas coisas a Moisés e depois sumiu. Moisés aparenta confusão e deixa dúvida ao revelar as aparições de Deus. Sempre existiram os falsos deuses, os verdadeiros também são todos falsos e os profetas também.
Cristo foi humano e é Deus substituto.
Não há um ser superior ao humano, mas devido à insuficiência no sustento de seu potencial o humano criou algo superior para dar seu próprio veredito. Uma pessoa pode se tornar divino depois de sua morte, por exaltação de seus seguidores como não havia tornado antes. Jesus é a visão mais primitiva cristã das divindades, uma cristologia para aceitação, onde a teologia sustenta as verdades há mais de dois mil anos. A ressurreição de Cristo é um dos mais fortes argumentos para à formação de divindade e continuidade no endeusamento de humanos (tidos como santos). As visões sobre Deus, Cristo e divindades pós Cristo, podem ser (supostamente) alucinações e devaneios, o que acabou levando a crença de seus seguidores.
A volta de Cristo, o Julgamento final de Deus, a Salvação para vida eterna, são promessas irrealizáveis, hipocrisia religiosa, conspiração contra a vida plena.
Deus é uma ideia, um conceito, um parâmetro para distinção do bem e do mal e dos valores morais, uma verdade divina que em geral sobrepõe todas as outras verdades.
