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Os Deuses têm vários nomes, o que não requer suas existências, nem imagens ou sexos, pois tudo o que foi inventado deva no mínimo ser dado um nome sendo uma matéria ou um imaginário qualquer. Definir Deus é uma tentativa de limitar o indefinido, mas a teologia define o que talvez seja conveniente e necessário. Deus sem mim continua sendo Deus, eu sem Deus continuo sendo eu.
DEUS é o culpado pelo machismo às mulheres e pelo massacre às crianças pelo modo submisso de criar a partir de uma costela do homem. Culpado também pelo racismo em por diferenciar humanos uns dos outros. Tudo é por deus e cultivado pela religião.
Geneses: uma fantasiosa forma de criar algo a partir do nada. Se tudo isso for verdade o deusão todo poderoso é muito bom e muito mal mesmo, digo é um criador genocida. Trabalhou seis dias inventando coisas, descansou no sétimo dia, deixou o descanso em uma confusão entre o sábado e o domingo, depois Deus apareceu outras vezes para alguns privilegiados e sumiu, descansa no oásis criado a seu bel prazer, envelheceu e como diz Nietzsche “está morto”. Para o ser humano há uma absurda necessidade de remédio milagroso dado por mãos sagradas de entes mortos para o fim de toda a impertinência. “Deus tiranossauro Rex está morto” ele viveu entre homens de sua época e hoje está sobre o ponto mais elevado que os homens neopentecostais os colocaram.
Deus fez pessoas diversas, um de barro, uma de costela e depois nasceram o bom e o mau. A diversidade perpetuou.
O paradoxo “Deus está morto” representa o declínio da humanidade, mais de 2.000 mil anos de inverdades que construíram uma sociedade meramente fanática, onde o amor, a liberdade, a compaixão estão oprimidos. O bem está morto. A morte de Deus na humanidade é um fato com a promessa da ressurreição fadada a uma utopia para a plena felicidade.
Deus onisciente e imaginário para amenizar as dores, porém apenas depois da tragédia como a dos rejeitos. A culpa é do homem por acomodar-se no livre arbítrio. Então, um graças a Deus pelo quê? Quando não há explicação Deus explica, isso nada explica. Os anjos da guarda (duendes) são também uma coisa inexplicável, do nada para o eterno nada.
E, ainda dizem por aí, que o homem é a criatura perfeita de Deus, porém o homem inventou um DEUS para torná-lo perfeito. Conclui-se que DEUS e a criatura perfeita não existem.
Deus amaldiçoou todo seu povo porque comeram uma maça, mas entregou um filho para o sacrifício em benefício do mesmo povo.
O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade.
E depois de toda a tragédia, um ilusório graças a Deus, a culpa é do homem por acomodar-se no livre arbítrio.
A morte é o evento mais memorado da história da alma, Deus e o diabo são as maiores obras da humanidade, o humano corrompe todos. A bíblia é a maior combinação mitológica dos acontecimentos, essa por si só se corrompe.
Deus está presente em toda tragédia, porém sua proteção somente acontece dias depois dela, para dar causas e amenizar a dor, o mesmo naturalmente acontece sem Deus. A tragédia é humana causada pelos efeitos dos fenômenos da natureza. O homem com Deus continua corrompendo a si mesmo e a natureza. Deus com o homem continua sendo Deus.
Definir Deus é uma tentativa de limitar o indefinível, mas a teologia define o que talvez seja conveniente e necessário. Deus sem mim continua sendo Deus, eu sem Deus continuo sendo eu.
