Tag cupido
Estava prestes a escrever sobre a vida real e paixões intensas,
com a inspiração perfeita fluindo.
Mas então, senti o Cupido, brincando com meus versos, e acertando sua flecha em meu coração.
Eu, que escrevia um pouco de tudo, fui atingido com sentimentos.
Me vi nu, vestindo com eros, toda a emoção
Senti ali o amor nascendo, sou agora seu criado,
Oh! Cupido, me rendo em êxtase e sublimação!
Minha relação com o cupido sempre foi desastrosa por seu comportamento inconveniente, desconfio até que seja adepto de alguma droga ou que simplesmente tenha uma marcação comigo, assim, busco ficar atento para não piorar a minha situação, não quero tê-lo como inimigo, já bastam as suas flechas que só seguem na minha direção, deixando-me apaixonado sem que ele tenha a preocupação se serei correspondido ou prejudicado com alguma triste consequência. Esta é uma explicação bastante provável, tendo em vista, que apenas fico interessado em mulheres que não têm um interesse recíproco ou que poderíamos acarretar em lamentáveis resultados, por isso que tenho escolhido mais a razão, de insensato, já basta o cupido, mas claro que não estou isento, sei que a qualquer momento, posso chegar na seguinte conclusão "Fui atingido pela a paixão novamente", espero que eu não seja o único a ser atingido, que ela também seja, então, senhor cupido, tenha mais atenção com suas flechas.
O seu Cupido sempre aprontando. Faz a gente acreditar que acertou a flecha e, de boa fé, acreditamos. Passa o tempo, vai passando e passa até o dia que a verdade surge nua, crua, soberana e cruel. Descobrimos que fomos vítimas de um estelionato do baixinho alado. Caramba! até na mitologia???
"Eu, que a muito não lembrava, hoje a Lua recordou-me de ti mais uma vez.
E nas lembranças, esqueci-me das certezas e lembrei-me daquele nosso 'talvez'.
Aos poucos, o olfato esquece o doce do cheiro e o tato, olvida o macio da tez.
Antes era tudo por ela, e no futuro, seria tudo por ela outra vez.
Muita coisa mudou e ainda não sei o que você me fez.
O que eu sei; é acerca de ti, minha avidez.
Quando fitava teus olhos, minh'alma desarmada, encontrava-se em total desnudez.
Não vejo razão em minhas palavras, perco minha sensatez.
Sobre ti, até hoje, não perdi minha cupidez.
E agora, eu que há muito não lembrava, hoje a Lua, recordou-me de ti, outra e mais uma vez..." - EDSON, Wikney
"Preso em um devaneio, percebi que até hoje, eu não posso ver o rosto dela.
Cada traço daquela face, cada esboço de sorriso, meu coração acelera.
O mundo gira, o tempo passa, somos escravos deste e eu sou escravo do que sinto por ela.
A carne tem seus prazeres, a vida suas mazelas.
A paixão nos torna livres, aquele amor, ao meu eu, é uma cela.
Penso e repenso, reflito, imploro, rogo por ela.
Tudo por ela, acerca dela.
Se existe tristeza em minha vida, se transforma em alegria, na felicidade dela.
Perto ou longe, aquele nome, pra minha alma é festa.
Culpo o maldito cupido, por não ter errado aquela flecha.
Minhas palavras são águas turvas, minha mente um misto de cores, aquarela.
Preso em um devaneio, percebi que hoje, eu só queria ver o rosto dela..." - EDSON, Wikney
Se o meu cupido não tiver o dedo torto, então, certamente, a sua flecha é uma ferramenta unilateral, que só acerta o coração alheio😎
"Será que o meu cupido veio em forma de um pernilongo e eu o matei?"
☆Haredita Angel-04.10.2013
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