Tag cultural

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Alguns jovens me dizem não estou conseguindo lidar com minha ansiedade, eu assustaria sem não o fossem ansiosos, o mundo consumista criado pela indústria cultural para beneficiar os donos do capital fazem mais vítimas em tempos supostamente normais que covid-19, a indústria cultural cria mortos vivos.

Inserida por ermes_marques_pedrosa

Somos todos diferentes, mas é por causa das nossas diferenças que nos tornamos iguais.

Inserida por MatheusAntonio

"Quando tudo se torna banal, surge o marginal cultural, o marginal social, e desse momento o marginal político se aproveita (CCF)"

Inserida por CCF

O único bem não transitório da humanidade é seu crescimento intelectual, emocional, cultural e espiritual.

Inserida por joaopaulocouto

Transmitir conhecimento aos pares é complexo, visto que o conteúdo cultural pode ser considerado igualitário. Torna-se, portanto, fundamental um aprofundamento maior e cuidadoso do assunto para que o discurso seja bem recepcionado. Sem um certo grau inteligível daquele, isso pode se tornar cansativo e desmotivante na maioria das vezes.

Inserida por auriceliabrito

Desigualdade cultural, o professor tem um medo danado da internet, e o aluno não: mede-se nisso!

Inserida por Kllawdessy

O trabalho do verdadeiro autor e artista não lhe pertence, é da humanidade mas cabem aos herdeiros da obra a iniciativa de perpetuar o legado para as próximas gerações.

Inserida por RicardoBarradas

Grave não é a censura fundamentalista. Grave mesmo é o não saber e o não ativismo correto da Cidadania Cultural.

Inserida por RicardoBarradas

A característica mais marcante e forte ater mesmo mais repugnante do esquerdismo é a própria falta de tolerância.

Inserida por TiagoAmaral

Algumas pessoas não nos entendem pois lhes falta base cultural para tal, mas muitas é por se iludirem que lhes sobra cultura.

Inserida por carlos_alberto_hang

A arte e a cultura podem ser um bom negócio se o governo federal acrescentar obrigatoriamente entre os incentivos fiscais para implementação de multinacionais e de parques industriais sempre o compromisso social de implementação e desenvolvimento de uma politica cultural privada que resgate os valores históricos e culturais, artísticos e educacionais locais.

Inserida por RicardoBarradas

⁠A única forma do homem se tornar um imortal é através do seu respeito às gerações, retórica cultural, moral e a escrita.

Inserida por clayton_vasconcelos

⁠A decadência cultural da TV brasileira tentando se convencer do contrário: sem sal, sem açucar...
Quem sabe agora o povo pega um livro pra ler aos finais de semana e acorda pra vida. 

Inserida por jozedegoes

⁠Digo o que digo para refletirem sobre o que cada um de vocês veem, mas ignoram. 

Inserida por DaviSebastian

⁠Mineiro Mestre Conga é um dos principais representantes da cultura popular brasileira

É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões.
Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, ano passado, seu primeiro disco, Decantando em sambas, graças ao patrocínio da Petrobras. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Dudu Braga (cavaquinho), Rogério Sam (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva.
Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” .
APELIDO - A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica.
Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.
Mestre recebe título de cidadão do samba
Dois anos depois, Mestre Conga realiza o sonho de fundar sua própria escola, a Inconfidência Mineira, a partir das reuniões na Rua Itapeva, esquina com Rua Urandi, na então Vila Concórdia, com a ajuda do irmão Oscar Balduíno, o Kalu, Alírio de Paula, José Alvino, José Ferreira (Zé Preto), José Felipe dos Reis, Sílvio e Luiz Porciano, Dona Olga, Eunice Felipe, Amintas Natalino, Madalena e Dona Lourdes Maria de Souza. “Infelizmente, a maioria desses meus amigos, o pessoal das escolas, como Unidos da Floresta, Monte Castelo, Nova Esperança, Unidos do Prado, já foram todos embora”, lamenta Conga, que se tornou a memória viva do carnaval de BH. “O comércio colaborava com a gente, porque o dinheiro da prefeitura não era suficiente. Não existia a divisão por alas, alegorias, enredo. O samba era só o primeiro refrão, o resto era no improviso”, lembra.
Ao voltar do Rio de Janeiro, onde morou de 1952 a 1954, Conga passa a introduzir na Inconfidência Mineira elementos inspirados nos desfiles cariocas. “Aqui, o nosso batido era mais seco, lembrava o maracatu, as congadas”, disse. Hoje, o sambista faz um mea-culpa, ao constatar que, ao trazer as influências externas, as escolas ficaram sem uma identidade própria. Para o carnaval de 1955, a agremiação da Vila Concórdia apresentava um enredo sobre Tiradentes, uma inovação para a época. “Para não deixar que saísse sozinho, a Unidas da Brasilina criou um enredo sobre a Princesa Isabel, que acabou vencendo o carnaval daquele ano”, diz. “Pouca gente sabe que, até 1955, não costumava ter desfile de rua no carnaval”, emenda.
Ele conta ainda que o carnaval da cidade encerrava-se na quinta-feira, antes da data oficial, com a Batalha Real, na qual era escolhido o “Cidadão do Samba”. Dois dias antes, acontecia a Batalha do Galo, promovida pela extinta Folha de Minas e a Rádio Inconfidência, quando era eleita a “Rainha do Samba”. “Durante a Batalha Real, da Praça Sete até a Rua Goiás, ficava entupido de gente. As pessoas chegavam a apostar. Nos últimos tempos, a melhor época do carnaval de Belo Horizonte foi na década de 1980, quando éramos a segunda festa de rua do país”

Inserida por julio_coelho_rosa

⁠"Assusta-me a falta de incentivo
às manifestações de bem estar"

[...]

O país tropical onde resido,
que é bonito por natureza,
e aos rincões vê-se o ouro,
atravessa um marasmo cult

Capital mundial das crenças,
e dos sonhos miscigenados,
o Brasil é, por si, guerreiro,
lidera a lista dos subjugados

Vira tema de debate lá fora,
sei que todo mundo adora
falar de minha querida terra

E, quando menos se espera,
vem à tona minha Amazônia,
os aquíferos, o reino mineral,
reservas indígenas e Pantanal

[...]

Não só por isso a inquietação;
dói na alma a eugenia cultural,
só uma elite fazendo carnaval;
O Brasil não é só uma região

Tampouco uma só religião!

Vozes enfraquecidas nas escolas,
negros, índios e até quilombolas
procurando salvar sua identidade

Não sei em que momento pereceu,
essa dura omissão me entristeceu,
pensei até em me mudar de cidade

[...]

Estou com saudade da casa;
terra de Vera Cruz em cores,
palco giratório e gente em pé
aplaudindo fabulosos atores

Reviver o lado bom da vida,
Liberto do conservadorismo,
poetizando um mundo ideal

"Onde artistas são valorizados,
gênios da música reconhecidos,
Norte e Sudeste de mãos dadas,
obras concluídas não censuradas"

Inserida por renato_braga_1

⁠A capoeira é o saber ancestral
que enriquece a alma ,corpo e espírito de todo aquele( a) que ouvi e senti o som do berimbau na harmonia do coração do cantador e tocador.
Fernando Antonio Almeida Ferreira (mestre Esporinha)

Inserida por FernandoF2

O capitalismo cultural deslocou o foco do modelo patriarcal hegemônico para o fortalecimento e destaque das pautas wokes — não por princípios, mas para ampliar seus nichos de mercado.

Inserida por I004145959

⁠Sem o reconhecimento da história e o fortalecimento da cultura local, a educação perde seu poder de transformação econômica e social.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Onde há memória coletiva, há força comunitária — e onde há esquecimento, há abandono da própria identidade.

Inserida por yhuldsbueno

⁠A cultura regional é a alma de um povo sussurrando ao tempo: “Não me esqueças nem por um momento.”

Inserida por yhuldsbueno

⁠A revolução cultural arma o vício para controlar indivíduos através da culpa e repressão.

Inserida por pietro_brocker

⁠Entre padronização e redemocratização, a indústria cultural avança. 
Uns veem controle, outros, inclusão.

Inserida por I004145959

⁠O artista é fluxo. E a identidade, um rascunho contínuo.

Inserida por darcicley

⁠Apropriação cultural sem tato desmerece;

Intercâmbio cultural com trato enriquece.

Inserida por I004145959