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Quando começo a comparar as músicas e o futebol atual com as músicas e futebol dos anos 90, só desejo que o Dr. Emmett Browne com seu DeLorean se torne realidade e me leve de volta ao passado.

Inserida por Jean_Passos

⁠"Na fúria do mar e dos ventos
No gemido das terras e da selva
E na seca dos rios da Amazônia a vida suplicará"

Inserida por mayk_lima

⁠Pergunte ao povo que são os candidatos e suas propostas, a seguir pergunte que são os participantes do programa B.B.B. Com as respostas você saberá qual é o real interesse da maioria dos Brasileiros.

Inserida por Jean_Passos

Faça sempre sua parte 
Seja bom e não espere 
E com a melhor essência
O seu coração tempere 
Pois um dia irás colher
Tudo o que merecer 
Não se vingue quem te fere.

Inserida por fabioalves63

A Cultura Evangélica Brasileira e a Elite Cultural.

O tapa que a cultura pop deu na cara da conservadora elite cultural brasileira nos anos 90, dói até hoje. Expressões como “neoliberalismo”, “sustentabilidade” e (a mais queridinha de todas) “globalização”, eram como biscoito de polvilho na boca de estadistas, intelectuais, jornalistas e outros. Já para alguns da dita “classe popular”, eram como água de piscina que entrou no ouvido. Enquanto a Europa ainda se esforçava para despachar os resquícios dos entulhos do Muro Berlim, e o Brasil vivia aquela aflição de noiva em dia de esponsais às vésperas da ECO 92, simultaneamente explodiam três bombas no território guarani: o axé, o funk e a música evangélica.
Embora os dois primeiros sejam considerados fenômenos culturais de grandes proporções e, no entanto, de baixa qualidade artística e de pouca relevância, a música evangélica não mereceu nem isso. Foi relegada ao mais sutil dos silêncios: o desprezo.
Enquanto os elitistas caiam de joelhos ante a invasão de toda sorte de lixo cultural norte-americano, músicos, técnicos, cantores e instrumentistas se especializavam buscando o aperfeiçoamento e, em consequência, a profissionalização da música gospel. E isso se dava numa conjuntura cultural totalmente desfavorável: nessa época, qualquer um virava cantor no Brasil, qualquer coisa apoiada numa simples nota era chamada de “música”, tanto que a música eletrônica sem letra passou a ser o hino de muitos jovens nas festas RAVE. Enquanto que para ser um simples cantor evangélico, mesmo um dessas igrejinhas de bairros pobres, exigiam-se mais e mais habilidades e técnicas – não bastava ter voz bonita ou ser o filho ou a filha do pastor.
A década acabou. Mas o silêncio da elite cultural não. Foi necessário que o reconhecimento viesse do estrangeiro: o Grammy latino com Aline Barros. Ainda assim não foi bastante para que a elite enxergasse aquilo que está a um palmo de seu nariz: as múltiplas qualidades da música cristã. É claro que o objetivo de tal gênero não é o reconhecimento, é louvar ao Senhor e com um só propósito: honrá-lo glorificando-o. Mas a falácia do discurso que a elite cultural apregoa aos quatro ventos de “valorização da diversidade cultural brasileira” é de fazer doer! De doer em sua própria pele.
E não é só isso. A rica contribuição linguística ao idioma de Camões atingiu a todas as classes sociais. Jargões como “irmão”, “abençoado”, “varão”, “A paz de Cristo”, “vigia” entre outras, são conhecidos até por aqueles que não creem em Deus.
Dos retiros espirituais que são perfeitas expressões de festividade e harmonia entre os participantes, às encenações de peças teatrais e à dança profética, os evangélicos dão vários exemplos de verdadeira cultura. E não é preciso citar as produções cinematográficas que, embora incipientes, com pouco público e com divulgação precária, vão pouco a pouco ganhando espaço e a admiração de muitos. A saber: meu objetivo aqui não é classificar tal cultura como boa, melhor, superior a esta ou aquela, e sim provar, baseando-me em fatos verificáveis, que é cultura também e merece ser respeitada como tal.
Não obstante, o reconhecimento seja mesmo difícil por sua inerência intrinsecamente lógica. Sim, lógica: a cultura evangélica brasileira cresce como semente plantada na rocha pura. Então, estupefata, a elite cultural brasileira questiona:
“Como pode uma semente ter germinado na rocha pura?!”

Não encontram outra resposta senão o silêncio. Eis sua postura.

Inserida por alexandredejesus

Seja qual for o processo da criação artística, uma certeza: os artistas são seres especiais enviados para iluminar a existência terrena.

Inserida por doracinonaves

*Campanha contra o analfabetismo*
O maior inimigo de um Povo, é um Governo ignorante

Inserida por JairRosseto

⁠Há diferenças de culturas, o culto racional e o culto das tradições.

Inserida por tarsis_campos

⁠⁠Quando Nietzsche escreveu a frase "transvaloração de todos os valores" pela primeira vez, o movimento espiritual dos séculos em que estamos vivendo encontrou, afinal, a sua fórmula. Transvaloração de todos os valores é a característica mais fundamental de cada civilização, pois é o início de uma civilização que remolda as formas da Cultura que a precederam, entende-as à sua maneira, pratica-as de outro modo.

Inserida por marcelo_zilli

⁠Lançar a semente em terreno fértil, não basta; é preciso regar, tirar as pragas, proteger do vento e do granizo; podar e adubar; conversar e agradecer o privilégio de participar desse milagre... esse é o alimento da Alma; então essa semente nos presenteia com o fruto que alimenta o corpo e fecha o círculo do ofício CUIDAR para existir.
Quando a fêmea leva comida ao bico do filhote, ou quando o macho protege a cria dos predadores; ou quando a mãe aconchega o filhote entre as patas, para que ele conheça o poder do Amor e não tema o chamado da Vida... eles estão cuidando, para que a Vida continue seu ciclo sagrado e vença a Morte e o Abandono.
Cuidar é um ato de Amor, não aquele amor romântico de Neruda; mas o Amor que é potência transformadora, aquele amor que nasce da Compaixão e da Responsabilidade. O Amor que sustenta e possibilita o ofício de existir, com toda sua magia e dor. O Amor compromisso com nós mesmos e com o outro, com a dignidade, a memória, o respeito às limitações, esperança, sonhos, ilusões, crenças... e feridas abertas daqueles que compartilham conosco este tempo e espaço.
Nada no Universo sobrevive sem o ato de Cuidar, tudo que vive precisa de cuidados, tudo que vive precisa de alguém que cuide.
O bebê precisa da mão que leva papinha à boca; a criança de alguém que segure sua mão, para desenhar as primeiras letras e os primeiros sonhos; o jovem precisa do olhar atento que transforme seu medo em desafios e força; o idoso precisa do braço que ampare seus passos, do ouvido atento que ouça suas histórias, ainda que contadas milhares de vezes, de alguém que o convide para as festas e para continuar produzindo...
O Cuidador é o pilar que sustenta a Vida.
Vivemos um tempo em que a hipervalorização das individualidades – “sou dono de mim”; “eu não preciso de ninguém”; “empreendedor de si mesmo”... – e tudo isso pode nos levar ao pedregoso terreno da auto suficiência e solidão.
Como construir a Cultura do Cuidado, se o cuidador é invisível e nunca é convidado para a Festa da Vida?
Precisamos do outro para mantermos a sanidade, para produzirmos beleza, para experimentarmos o milagre do encontro e permitirmos que o olhar do outro melhore e amplie o nosso; para ressignificarmos a Vida e checarmos nossas certezas voláteis.
Estamos todos conectados com tudo que pulsa, e esse é nosso maior tesouro e desafio... Mas a tarefa de cuidar para que esse tesouro não se transforme em pesadelo, esse desafio não se torne obstáculo intransponível está nas mãos de poucos.

Inserida por MiriamMorata

⁠Ser surda é parte de quem sou; ser cidadã e independente é escolha e direito.

Inserida por joyce_oliveira_9

⁠A Arte é neutra. 
A obra artística, não... 
O ser humano, não.

Inserida por TonEplars

DIVERSIDADE LATINO-AMERICANA

⁠De norte a sul, leste ou oeste. A arte de se expressar move fronteiras. 
VIVA A CULTURA LATINO-AMERICANA

A centralização europeia não apaga nem muda toda nossa magnitude, nossa diversidade.
Somos marcados por intensas cicatrizes, mas sempre fizemos delas o início de lindas jornadas e inspiradoras histórias de resistência e luta. Através das mágoas, esculpimos representativas e belas culturas! Honrar hoje e sempre nossas histórias, pois por mais longe que fomos, o bom filho a casa torna!

Inserida por LuizDNK

⁠ Não valorizou 

Quem já me teve por perto
e não fez questão de cuidar,
Agora que eu estou longe
não peça pra me voltar,
quando eu vou eu não volto mais
quem teve não foi capaz
de saber me valorizar.

Eu não preciso ser dúvida
e nem incerteza de ninguém,
eu quero é cuidar de mim
e ficar onde me convem,
pra você que não valorizou
vai me ver sendo amor 
na vida de quem me tem.

Inserida por PoetaManoelBatista

⁠A Alma do Pampa

O pampa, com suas coxilhas que dançam sob o céu sem fim, é mais que uma paisagem: é o coração pulsante do Rio Grande do Sul, onde a alma gaúcha se entrelaça com a terra, o gado e a solitude. Este romance mergulha na essência dessa vastidão, onde tu, tchê, vais encontrar o homem e a mulher gaúcha, muitos descendentes de imigrantes italianos e alemães, moldando suas vidas entre o galope do cavalo, o mugir do gado e o cultivo da uva que dá vida ao vinho. Aqui, o trigo e a soja florescem nos campos, testemunhas de um povo que carrega a força do trabalho e a riqueza de suas raízes.
A Vida no Pampa é a história de um gaúcho e uma prenda, cujas origens italiana e alemã trazem à pampa o eco de terras distantes: o canto das nonas, o rigor dos colonos, a paixão pelo vinho artesanal e o pão feito com o trigo da própria lavoura. O cavalo, fiel companheiro, carrega não só o peso do laço, mas a própria identidade de um povo que vive em harmonia com a natureza bruta. O gado, soberano das coxilhas, é o sustento e o símbolo de uma luta diária, enquanto a soja, com sua modernidade, desafia as tradições de outrora.
Entrelaçado a essa estória, o folclore gaúcho sussurra em cada sombra do pampa: o Negrinho do Pastoreio guia os perdidos, e a Salamanca do Jarau guarda segredos sob a terra. Este livro capta a dualidade do campo: a beleza crua da imensidão e os conflitos silenciosos de quem carrega no peito o orgulho de suas origens e a solidão de horizontes infinitos. Inspirado nas vozes de Simões Lopes Neto e no ritmo das canções nativistas, A Vida no Pampa é uma roda de chimarrão, onde o homem e a mulher gaúcha, imigrantes e nativos, compartilham histórias de trabalho, amor e resistência. Vem, tchê, senta-te, mateia e escuta o que a pampa, com sua uva, seu vinho e seus mitos, tem a te revelar.

Inserida por IgiWiki

⁠São João 

É com muita alegria 
orgulho e satisfação,
que falo do meu nordeste 
e dessa linda tradição,
eu digo e não me engano 
que a melhor época do ano
é o mês do São João.

O São João nordestino 
realmente é diferenciado,
onde reúne pessoas 
de diferente estado,
alegria é uma só 
tem quadrilha tem forró 
 arrasta pé xote e xaxado.

O São João no nordeste
é sinônimo de alegria,
o brasil cheio de festa 
de cultura e sintonia,
ao redor das fogueiras
fogos e brincadeiras 
Celebram essa harmonia.

Gente de tudo que é canto 
quando chega junho se anima,
pra curtir a tradição 
dessa cultura junina,
assim como o mandacaru
Campina Grande e caruaru 
é referência nordestina.

A sanfona anuncia
O início da canção,
Na zabumba a batida 
da pegada do baião,
o triângulo dá o ritmo 
e quem ainda não é íntimo 
dança junto o São João.

Na festa junina 
não pode faltar,
o bolo de mandioca
a pamonha e o munguzá,
tem o bolo de milho
acarajé e o vatapá,
além de fogo e brincadeira 
tem milho pronto na fogueira
tudo pro nosso arraiá.

Inserida por PoetaManoelBatista

⁠Irmão danado

Vou relatar em poesia 
um fato que aconteceu,
que em todo canto que eu ia 
mas o danado de um irmão meu,
ele gostava de fazer intriga 
vivia procurando briga 
e quem apanhava era eu.

Pense no cabra cabuloso
era esse meu irmão.
o danado era arretado 
metido a valentão,
em toda briga que se metia 
ele sempre se saía 
e me deixava na confusão.

Mas um dia numa festa 
ele achou de procurar,
briga com um cidadão 
que era da militar,
pense no homem frouxo 
apanhou que ficou roxo
pra aprender se comportar.

Novamente fui uma festa 
mas o danado do meu irmão,
eu tava na mesa tranquilo
de repente vi uma confusão,
era uma briga louca 
meu brother levando tapa na boca
no meio da multidão.

Eu cheguei gritando 
vamos deixar de confusão,
meu brother saiu correndo 
do meio da multidão,
e eu fiquei na festa 
levando tapa na testa
por causa do meu irmão.

Depois de tanta briga 
eu fui falar com João,
pra ele ir embora 
daquela região 
onde ele só brigava 
todo dia ele apanhava 
e me metia em confusão.

Então meu irmão foi embora 
e me deixou em paz, 
hoje vivo tranquilo 
não ando brigando mais,
Até que o danado faz uma faltinha 
de vez em quando umas briguinha 
nos alegra é satisfaz.

Inserida por PoetaManoelBatista

⁠Na cultura do desempenho e da comparação constante,
a liberdade se mascara em obrigação,
e a subjetividade se redesenha entre autonomia e vigilância.

Inserida por I004145959

A cultura da distração é a arma mais eficaz contra a identidade.

Inserida por guilherme_moreira_3

⁠A cultura humana parece uma tapeçaria viva, nunca pronta. 

Convenções e consensos construídos historicamente e socialmente se entrelaçam, se cristalizam e depois se desfiam, em processos constantes de construção, desconstrução e reconstrução. 

Nada é absolutamente fixo, porque a realidade muda e nos convida a repensar. 

Moral, costumes, leis — tudo parece provisório; tudo é relativizado, nada é absoluto. 

Quando pensamos ter tecido um consenso duradouro, ele se transforma nos dedos inquietos de novas gerações e nas várias queixas que alimentam um ciclo sem fim. 

A crítica constante é também força criadora, que renova mesmo diante do desgaste. Para uns, esse incessante desfiar é desesperador; para outros, libertador.

Inserida por I004145959

⁠Cultura: consensos tecidos, em teia entrelaçada entre passados e presentes. 

Nada é fixo, tudo oscila e se desfaz, moral, ética e lei, fios que se fazem e refazem. 

Várias queixas num ciclo sem fim, desfiar constante, dor e alívio, enfim. 

Para alguns, pranto, trabalho e desespero, para outros, renasce o sonho verdadeiro.

Inserida por I004145959

⁠O ser humano e a cultura: um contraste com a tecnologia

O ser humano é um reflexo da cultura em que está inserido.

Tudo o que produzimos — ideias, costumes, arte, ciência, religião, valores — é cultura.
E é através da cultura que nos relacionamos com o outro e com a realidade.

O ponto de encontro de toda a humanidade deveria ser o conhecimento.
Existe uma longa e rica história de saberes acumulados, construída por gerações.
Hoje, esse conhecimento está mais acessível do que nunca.

A tecnologia avançou de forma impressionante:
Máquinas inteligentes, viagens espaciais, redes globais, inteligência artificial.
Mas o ser humano…
continua, em muitos aspectos, nos tempos das cavernas.

Ainda somos guiados por impulsos egoístas, medos antigos, violência, ganância.
Falta consciência, empatia, sabedoria.

Mas há uma saída.
A cultura pode ser o caminho da evolução humana.
Ela pode nos tornar melhores, mais humanos, mais conscientes, mais compassivos.

Se evoluíssemos culturalmente na mesma velocidade com que evoluímos tecnologicamente,
o mundo seria outro.

A tradição acomodou a natureza adaptável da humanidade. 

Inserida por pensador

⁠Um povo sem cultura é um povo sem História!

Inserida por AiltonCarvalho

Se uma pessoa está aberta a olhar, ouvir e aprender e tem a oportunidade de conhecer lugares e culturas diferentes, encontrar e interagir com as pessoas dos diversos destinos e entender o seu modo de ver as coisas, terá uma experiência enriquecedora durante uma viagem. O contato com outras realidades nos estimula a acreditar que a essência do ser humano é uma só, mesmo com todas as diferenças que podemos ter na aparência, no poder econômico, na formação, na cultura ou em relação ao lugar onde nascemos. Todos nós temos o direito de defender nossas crenças, valores e costumes de acordo com a nossa formação moral e social, mas a experiência que adquirimos ao conhecer outros lugares nos ajuda a aceitar as diferenças, aprender a valorizar a vida e a crescer como seres humanos.

Inserida por provetti