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Deus concede aos que mais sofrem as maiores realizações, pois o que fez de melhor para o mundo se realizou quando estava dependurado no madeiro da cruz.
Você pode não ver agora, mas a sua cruz está erguendo um novo mundo.
Quando estou em angustia olho para cruz, e percebo que Cristo está olhando para mim com suas mãos estendias.
Decida Falar ao menos UM POR CENTO do AMOR DE DEUS por dia , pois Ele derramou CEM POR CENTO desse AMOR lá na Cruz por Você!!!
Vai valer a pena!!!!
Pedro protestou dizendo que não permitiria que Jesus fosse crucificado...
Até tentou impedir sua prisão, arrancando a orelha de Malco...
Não tente impedir o cumprimento daquilo que faz parte do Propósito de Deus!
Quem lê entenda!
Na cruz ao lado de Cristo, o ladrão arrependido deve ter glorificado a Deus por estar exatamente ali. Em sua condenação, recebeu o maior presente de sua vida: a salvação.
O OBJETO DA DOR
Por que venerar o objeto da dor?
A circunspecção não adora a cruz,
mas aquele que a carregou.
Ao Pé da Cruz
Ao Pé da Cruz, no suplício do madeiro
Em cujo o pesar move no seu sofrer
Em cujo no teu elemento hei de ser
Penhorado, neste mundo passageiro
Que não seja parte, sim, por inteiro
Pois, te sinto no meu peito a verter
Estais comigo em cada doce valer
Pois é a páscoa, o manso cordeiro
Então! Em tuas mãos o meu espírito
Volvei tua face a este falho pecador
E dá-me o vosso dom, que é infinito
Na cruz, nossa salvação, gentil amor
Que, por tudo que pequei, todo delito
Na redenção em Ti, rogo o Teu louvor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06/01/2024, 12'12" – Araguari, MG
*dia de Santo Reis.
Conhecer Jesus é transformador, o vazio é preenchido e tudo passa a fazer sentido, e naturalmente tudo é mudado por completo.
Sabe de onde vem minha força para continuar independente do aconteça?
Dá CRUZ de CRISTO! Não existe sofrimento neste mundo que possamos passar que se compra ao que Jesus Cristo passou por nós
Diversas igrejas colocam fardos pesados em seus fieis por meio de doutrinas "bíblicas", sendo que Cristo tomou todo nosso sacrifício na cruz, porque não há Amor maior do que aquele lá na cruz para nos salvar.
Para muitos entrada no reino dos céus é semelhante a uma viagem programada, com passagem comprada em agência clandestina, horário, vôo, aeroporto, hotel, city tur, bagagens incluídas, mas ao comparecer diante do agente que habilita a entrada, o acesso é negado pois a compra é inexistente. Portanto, habilite-se no sangue do cordeiro, para que o agente do Trono autentique seu nome na lista permanente e reconheça a autenticidade que certifica o acesso irrestrito
A Sexta-feira Santa é o dia do silêncio, da cruz e da entrega. É o momento em que Jesus, sem culpa alguma, assume sobre si o peso do pecado da humanidade e se oferece por amor.
Diante da cruz, somos convidados a parar. A olhar com profundidade. A refletir sobre o significado do sacrifício de Cristo. Não foi apenas uma morte foi a expressão máxima do amor de Deus por nós.
Hoje não se celebra a Missa. O altar está vazio, e o clima é de recolhimento. É um dia para lembrar que o verdadeiro amor vai até as últimas consequências.
Que a cruz de Cristo nos ensine a não fugir das dificuldades, mas a enfrentá-las com fé. Que ela nos ensine a amar mesmo quando o caminho for o da dor. E que, em meio ao silêncio da Sexta-feira Santa, o nosso coração se encha de esperança na vida nova que virá com a ressurreição.
A Cruz e o Silêncio
Na tarde que se deita sobre o mundo,
o silêncio pesa mais que a pedra do sepulcro.
Há um homem suspenso entre o céu e a terra,
e o seu corpo é a ponte entre o abismo e o eterno.
Sexta-feira, dia sem cor,
em que o sangue se torna verbo
e o madeiro, altar de um sacrifício antigo
como o tempo que nos escapa dos dedos.
Não é a dor que nos salva —
é o amor que aceita a dor
sem exigir resposta,
sem exigir justiça.
Cristo não grita contra os pregos,
não amaldiçoa os que o erguem ao vento:
olha-os como quem compreende
que só o amor cego pode ver o mundo claro.
E morre, não como quem perde,
mas como quem entrega.
Entrega-se ao Pai,
entrega-se ao silêncio,
entrega-se a nós.
A cruz, então, já não é castigo,
mas espelho:
e nele vemos o que somos
quando deixamos de fingir.
Na Sexta-feira Santa,
não se celebra a morte,
mas a entrega.
Não se chora o fim,
mas o princípio escondido na última palavra:
“Está consumado.”
E o mundo, suspenso com Ele,
aguarda o terceiro dia
em que a pedra será rolada
e o silêncio se fará luz.
A cruz não é metáfora, é destino. De quem não se vende, de quem não edita a própria voz pra ser aceito. De quem não pede licença pra existir. E de quem não abaixa a cabeça pra não ferir sensibilidades alheias.
No jardim do Éden perdemos para o diabo, mas na cruz do calvário Jesus venceu por nós para sempre.
Renato Oliveira
