Tag conversas
A nossa vida tá resolvida. Será que a gente quer invalidar todas as nossas conversas maduras por causa de um beijo?
Nós não somos amigas nem namoradas, mas acho que podemos ter conversas legais no tempo que nos resta.
Conversas difíceis precedem decisões necessárias. Ações transparentes suavizam consequências previstas.
Valorize conversas que acrescentam, que te fazem rir fácil, discordam e respeitam… e afaste-se daquelas que concordam com tudo que você diz.
É muito melhor ter conversas burras com pessoas inteligentes do que conversas inteligentes com pessoas burras.
Aprenda a deixar ir
O tempo.
Os amigos.
As conversas.
Inclusive os amores platônicos,
O almoço em família,
O jogo de futebol,
Assim como as folhas das árvores.
Quem sabe até o metrô,
Sua atual música favorita,
Tua velha mochila de alça quebrada
E seu sapato tão especial?
Nada é pra sempre,
Nem mesmo você.
Aprenda a deixar-se ir,
Mas nunca se esqueça do essencial.
A vida é sobre memórias,
Amar e ser amado,
Contar histórias
E pensar no destino inato.
Mesmo que, no fim,
Tudo, tudo mesmo,
Também, um dia será esquecido,
Sem nenhuma importância ou intensidade.
Portanto, ria.
Chore.
Diz que ama
E seja legal.
Por que não?
Ser extraordinário não é surreal.
É fazer o ordinário todo santo dia.
Seja apenas uma pessoa real.
Não há verdades e nem mentiras para o que você diz, apenas uma versão diferente de todas as outras.
Bailes, conversas e madrugadas (Poeta Brasileiro Sidarta Martins)
Falemos um pouco de saudade, saudade infinita dos bailes, das conversas e das madrugadas. Eram madrugadas de risos, de cantorias, de danças na calçada, madrugadas alegres, tocando a alma
Deixemos nossa alma se embalar na saudade infinita de um tempo que se foi, das conversas que se foram, das voltas, dos passos, dos compassos, dos abraços, saudade de um tempo dourado, de amor, de calor, de amizade.
Os famosos bailes do Ituano Clube, do Comerciários, do São Pedro, do Independente, da URCA, com os famosos bailes do “Zinho do Violão”, e os inúmeros bailinhos de garagem (as famosas “Brincadeiras Dançantes”), nos proporcionavam conversas e encontros encantadores que, não raras vezes, terminavam em casamentos.
Que saudade gostosa da espera, da espera pelas sextas, aquelas sextas de amor, de calor, de apoio, de conselhos, de aconchego, de amizade gostosa.
Saudades!
Ah! A doce espera pelos bailes encantados, pelos encontros...os afagos e a dança na rua.
Tudo se foi!
Se foram os bailes, aqueles bailes, se foram as sextas, aquelas sextas, se foram as conversas, tão profundas, nas idas e nas voltas...Tudo se foi, como tudo se vai, se foi o tempo dourado, a amizade tão pura, singela
Até o café se foi, o café na casa das amigas ou dos amigos, preparado com carinho pela mãe zelosa,
Aquele charmoso café com pão e manteiga. Pão quentinho, comprado em uma das inúmeras padarias ituanas, já abertas ao romper da aurora.
E a espera...Até a espera se foi, como tudo precisa ir, para que venha o novo, para que venham outros bailes, outros salões, outras conversas, outras padarias na madrugada, outros encontros
Tudo se foi, mas ficou a saudade, saudade infinita de um tempo encantado, encantando nossa alma. Um tempo tão doce, doce como mel, um tempo dourado, dourado como a luz do sol que nos esperava a cada madrugada, dando as boas-vindas a um novo dia.
Tudo se foi, mas ficou a esperança, a esperança de um novo baile que novamente nos encante a alma, de um novo tempo, que nos mostre o futuro, de novos lugares, que nos mostrem o novo, de novos pares, que nos ensinem novos passos, de novas conversas , que nos mostrem outros horizontes e nos guiem por novos caminhos, para novos cafés, com outros aromas, com outros perfumes e outros sabores
Ficou a esperança!
Sim, ficou a esperança, mas ficou também a saudade, uma imensa saudade!
Quando as conversas em família deixam de ser saudáveis, para falar mal de outro parente, o inimigo se instala.
Até que enfim consegui apagar todas as nossas conversas...
Agora só me resta saber como apagá-las da memória. :(
O(s) deus(es) debatido por: céticos, agnósticos, cristãos, judeus, budistas, islâmicos, jainistas, xintoístas, hinduístas, deístas, panteístas, panenteístas, teístas, monoteístas, politeístas, asceticistas, monolatristas, henoteístas, catenoteístas, sabeístas, dodecateístas, espíritas, candomblecistas, umbandistas, quimbandistas, satanistas, luciferianistas, bruxos, magos, feiticeiros, benzedeiros, capetistas, religiosos nordísticos, apateístas, e por infinitas existências religiosas, é um modelo, uma imagética, uma criação para se debater sobre a natureza, as propriedades, as ações, atributos, etc; deste deus(es) elaborado por seres humanos para existir diálogos, conversas metafísicas.
A sua opinião e a minha opinião são apenas opiniões e não irão modificar o mundo!
Agora, a sua ideia junto com a minha ideia e, se, bem "conversadinhas" podem ajudar o mundo!
”CONVERSA DE DENTRO PARA DENTRO.
Existem coisas que só encontramos em nós mesmos.
Não adianta procurar em vão no mundo exterior.
Está semana numa fala surgiu esta expressão, tive este insight: “conversa de dentro para dentro”.
Olha, fez todo o sentido…”
Essas nossas conversas não dão pé,
profundas e diversas vão da razão à fé,
nem sei como tudo começa mas sempre temos um pé,
não há o que nos impeça, é muita ginga, é muito axé.
“Todas aquelas conversas prontas maquiadas e encaixotadas em MDF
Me dão motivos pra talhar meus versos soltos em tronco de madeira silvestre
Todas essas ideias tronchas quando lavadas perdem a cor
E todo aquele que a elas compram perderam o seu fulgor”
O REFLEXO DO LOUCO
Não sou louco!
Perdi apenas a alma da minha criança.
Não tive infância.
Sou história da pele com cor.
Para que uns possam agora ser livres,
Eu sou dos que entregaram as suas vidas,
Para que o futuro desfrute dessa liberdade.
De dia, sento-me nesta bahia,
para ver o meu reflexo no céu.
Aos poucos vou perdendo o medo de partir.
Fui abençoado por Deus.
À noite, desperta a minha alma encurralada,
Presa nesta cabeça de memória farpada.
Sou monumento vivo de um conflito armado.
Mas eu não sou louco!
Sou dono para decidir o momento da minha viagem.
Vou ser uma estrela bonita e vou-te visitar!
Sem ordens de ninguém.
❤️
Filipa Galante in
Conversas com o "Louco" da Bahia de Luanda (2011)
Evite verbalizar seus pensamentos mais críticos antes de refletir sobre suas consequências, afinal, conversas desnecessárias e mal entendidas, mais te rebaixam que te elevam.
Um dia sonhei com alguém,
Daqueles sonhos que mexem com a gente.
Que você tenta de todo jeito voltar a dormir,
Só para experimentar novamente.
Um sonho bem simples mesmo,
Conversas, carícias, momentos.
Sentimentos a muito esquecidos,
guardados no fundo do peito.
Após minutos, quem sabe segundos, prováveis milésimos,
A realidade começa a me assombrar.
Rodando um turbilhão de perguntas e respostas,
Das quais não queria pensar.
A maior dor é estar consciente,
e não saber quando vou acordar?
Ou não ter a certeza,
se do seu rosto vou me lembrar?
O viajante,
queria descobrir sua identidade,
perguntou ao vento:
qual caminho seguir...
em formato silencioso
em ciclos finos,
correndo ao norte,
o vento preferiu fugir...
.
O Viajante iluminado, in conversas com o vento.
