Tag coelho

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⁠⁠Um fóton demora milhões de anos para apenas sair do núcleo do sol, mais 8 minutos para chegar a terra, então oque você busca ainda não chegou. Seja um fóton ele nunca desiste. 

Inserida por ghabryel_coelho

As vezes eu me perco no meio das minhas fraquezas.

Inserida por escrevendolivros

⁠Não precisa espantar o coelho de sua quarentena, porque o verdadeiro sabor açucarado da páscoa está em suas preces

Inserida por Jaderamadi

⁠Quando você aposta num objetivo,
aceita duas possibilidades:
perder ou vencer.
Mas, quando seu objetivo é vencer,
perde o medo de perder
e, através da fé com vontade,
você simplesmente VENCE!!!

⁠Os homens que não temem a morte?
São dois tipos:
o muito tolo e o muito sábio.
A diferença entre eles é que,
o tolo necessariamente terá que ser sábio,
mesmo que ele tenha que morrer mil vezes,
todavia, o homem sábio
nunca mais voltará a ser tolo
já que o ego morreu em vida.

ERA UMA VEZ NO BURACO - PRA SALVAR TUA PELE!

Um coelho saltitante
Ouviu um sapo gritante!
Num buraco ele estava.
Esperando pra ver quem o salvava.

O amigo camarada
Falou: buscarei uma escada!
E saiu apressado
Deixando o sapo animado!

Quando chegou pra salvar
O sapo não estava mais no lugar!
Já tinha do buraco saído
O coelho pensou, o que teria acontecido?

Então o sapo falou:
Uma cobra no buraco entrou!
Dei o meu máximo e cá estou!!!!

Para quem leu até aqui, aviso: PESSOAL, A COBRA ENTROU NO BURACO! É hora de cada um pular para sua capacidade máxima. Onde quer que esteja. O que quer que esteja fazendo. Este é o momento da sua vida, no qual o melhor de você tem que vir como ser humano. Como pessoa que trabalha, em qualquer trabalho ou atividade que realize. Se você não pular, esse é o seu fim! Fiquem firmes!

Poesia de Mírian Rebeca e Ensinamento de Sadghuru

Inserida por mirianrebeca13

Ela chegou mais cedo do trabalho e o encontrou na escrivaninha. Desconfiada, perguntou como quem não queria nada:
- Oi amor!!! Escrevendo o quê?
- Mas já sabes!!! O Natal se aproxima. Cartinha para o Papai Noel!
- Amor, puxa tenho ficado quieta todos esses anos. Mas você já tem idade suficiente para eu te contar. Querido, Papai Noel não existe!!!!
- O quê? Lá vens tu com estas teorias de conspiração!!! Mamãe me ensinou. Ela não ia mentir para mim. Nem papai. Nem vovó.
- Meu bem, nunca reparaste que teus pedidos pararam de ser atendidos? Eram teus pais quem comprovam os presentes.
- Como és má. Não tens confiança na humanidade. Achas que nossos governantes iam deixar enganar as crianças inocentes?
- Amor! Olha, vou te dar um argumento. Como pode ter um Papai Noel em cada Shopping Center. Nunca se perguntou isso?
Ele a olhou incrédulo, apertando os olhos de raiva.
- Para com isso!!! Queres me convencer porque razão? Não vais abalar a minha fé. Daqui a pouco vais começar com aquela ladainha do Coelho de Páscoa que não põe ovos de chocolate. Estou de mal e vou falar para Papai Noel não te trazer nada esse ano.

Inserida por linamarano

Você acredita que o homem foi a Lua?
Então, você acredita em Papei Noel, Coelhinho da Páscoa etc...

Inserida por RoneiPortodaRocha

Procura-se a felicidade
em um mundo sem criatividade
onde nunca se diz a verdade.

Procura-se a felicidade
em um mundo cheio de maldade
onde só fica a saudade.

Inserida por TainaraCoelho

⁠Mineiro Mestre Conga é um dos principais representantes da cultura popular brasileira

É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões.
Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, ano passado, seu primeiro disco, Decantando em sambas, graças ao patrocínio da Petrobras. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Dudu Braga (cavaquinho), Rogério Sam (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva.
Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” .
APELIDO - A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica.
Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.
Mestre recebe título de cidadão do samba
Dois anos depois, Mestre Conga realiza o sonho de fundar sua própria escola, a Inconfidência Mineira, a partir das reuniões na Rua Itapeva, esquina com Rua Urandi, na então Vila Concórdia, com a ajuda do irmão Oscar Balduíno, o Kalu, Alírio de Paula, José Alvino, José Ferreira (Zé Preto), José Felipe dos Reis, Sílvio e Luiz Porciano, Dona Olga, Eunice Felipe, Amintas Natalino, Madalena e Dona Lourdes Maria de Souza. “Infelizmente, a maioria desses meus amigos, o pessoal das escolas, como Unidos da Floresta, Monte Castelo, Nova Esperança, Unidos do Prado, já foram todos embora”, lamenta Conga, que se tornou a memória viva do carnaval de BH. “O comércio colaborava com a gente, porque o dinheiro da prefeitura não era suficiente. Não existia a divisão por alas, alegorias, enredo. O samba era só o primeiro refrão, o resto era no improviso”, lembra.
Ao voltar do Rio de Janeiro, onde morou de 1952 a 1954, Conga passa a introduzir na Inconfidência Mineira elementos inspirados nos desfiles cariocas. “Aqui, o nosso batido era mais seco, lembrava o maracatu, as congadas”, disse. Hoje, o sambista faz um mea-culpa, ao constatar que, ao trazer as influências externas, as escolas ficaram sem uma identidade própria. Para o carnaval de 1955, a agremiação da Vila Concórdia apresentava um enredo sobre Tiradentes, uma inovação para a época. “Para não deixar que saísse sozinho, a Unidas da Brasilina criou um enredo sobre a Princesa Isabel, que acabou vencendo o carnaval daquele ano”, diz. “Pouca gente sabe que, até 1955, não costumava ter desfile de rua no carnaval”, emenda.
Ele conta ainda que o carnaval da cidade encerrava-se na quinta-feira, antes da data oficial, com a Batalha Real, na qual era escolhido o “Cidadão do Samba”. Dois dias antes, acontecia a Batalha do Galo, promovida pela extinta Folha de Minas e a Rádio Inconfidência, quando era eleita a “Rainha do Samba”. “Durante a Batalha Real, da Praça Sete até a Rua Goiás, ficava entupido de gente. As pessoas chegavam a apostar. Nos últimos tempos, a melhor época do carnaval de Belo Horizonte foi na década de 1980, quando éramos a segunda festa de rua do país”

Inserida por julio_coelho_rosa

O chocolate dos ovos do coelinho da Páscoa do oriente médio explode antes de chegar na sua boca

Inserida por guilhermesteves

⁠Os coelhinhos se foram, mas os motivos para celebrar o amor de Cristo que existe em cada um de nós devem permanecer vivos durante todo o ano. 

Inserida por ednafrigato

⁠Quando moramos com nossos pais,
nossa vida é como andar num triciclo,
Quando nos casamos,
estamos mudando para uma bicicleta.
Mas quando perdemos um amor,
é como aprender a andar de monociclo
(isto machuca um pouco no início.)

⁠Pois, para mim, o símbolo máximo
da religião deveria ser a ampulheta,
haja vista que, na medida em que o homem
esvazia sua alma das "dez mil coisas",
ele vai automaticamente se preenchendo
unicamente com Deus.

⁠Combater o mal
é o trabalho da polícia;
tornar o mal inexistente,
é a função de quem
aprende a amar.

⁠Tem um problema grave
no excesso de segurança:
damos a liberdade aos malfeitores,
e criamos uma prisão ao nosso redor.

As palavras não têm a força de um olhar...existem olhares que são a imensa força para não se desanimar...

Inserida por AnaCoelho

Fica sempre um vidrinho a arranhar a queda mesmo depois de recolhidos os cacos da perda...

Inserida por AnaCoelho

Pensar não me dá trabalho....intenso e cansativo é tentar deixar de pensar...

Inserida por AnaCoelho

Quero lembrar sem nunca esquecer que tudo é uma imagem onde o pensamento se senta...até que a ausência se faça silêncio na forma de um adeus...

Inserida por AnaCoelho

As palavras começam a esquecer o silêncio...desprendem-se e rasgam a memória...os sonhos esquecem a insónia e vivem a cumplicidade do sono...o silêncio e o sono despertam em palavras que nem sempre se entendem...

Inserida por AnaCoelho

O que melhor me aconchega é o teu sorriso aberto...quando este sorriso se apaga em ti eu morro um pouco na impotência de o erguer nos teus lábios...

Inserida por AnaCoelho

Dentro de todos os dias existem espaços onde os vazios se ocupam de pedaços que aumentam a imensidão onde nos encontramos...mas nem sempre os visualizamos com a distracção da ocupação quotidiana....

Inserida por AnaCoelho

Envolta de sentidos nas ideias que se tocam nas trocas sentidas...acaricio a realidade de saber ainda sonhar...num caminhar solitário acompanhada de quem sabe sentir.

Inserida por AnaCoelho

E era isso mesmo que eu queria. Se eu acreditasse que iria vencer, a vitória também acreditaria em mim. Nenhuma vida está completa sem um toque de loucura.

Inserida por marianastela