Tag clientes
Nossos serviços e/ou produtos não foram criados para atender as necessidades de quem acha que não precisa deles!
Lotar a agenda dos clientes errados que pagam indevidamente pelos serviços contratados pode ser tão ruim quanto mantê-la vazia!
Emigrou da Itália, novo ainda, acompanhado de duas irmãs. Ficou em Niterói. Filho de um oficial reformado da Marinha, tinha, certamente, forte inclinação para a carreira Naval. No Brasil, porém, circunstâncias adversas não lhe permitiam satisfazer esse desejo, ser oficial da Marinha. Optou, então, pelo magistério, matriculando-se na Escola Normal de Niterói, onde os três obtiveram o diploma de professor primário. Tão grande já era seu amor pelo Brasil que, ao preencher o formulário para matricular-se na Escola Normal, mentiu e declarou-se natural de Campos. Falava à brasileira. Por falar assim, muitos dos que com ele conviveram, ainda hoje, desconhecem sua origem.Depois de lecionar durante muitos anos dedicou-se, após a jubilação, ao comércio de livros usados, os sebos. Jornalista, iniciou suas atividades no periódico manuscrito e composto em papel almaço pelos próprios redatores, valia, por isso, como prova de caligrafia dos "responsáveis", contou. Deixando de circular O Normalista, passou a colaborar em alguns jornais, evidenciando profundos conhecimentos sobres problemas educacionais apontando falhas e soluções. Prevendo a pouca rentabilidade da profissão de jornalista e, quem sabe, desiludido pela inoperância dos artigos que escrevia, frente à pouca sensibilidade das autoridades da época, passou a escrever apostilas de aritmética e geografia para o curso primário chegando a editar uma Taboada Elementar adotada nas escolas de Niterói. Era também de sua autoria um abecedário na qual as letras eram memorizadas já compondo palavras como ave, banco, casa, dado, etc. Livreiro, instalou-se na Rua Marechal Deodoro quase chegando à Rua da Praia, pelo lado direito de quem desce a rua, em frente ao antigo Tesouro do Estado, junto a antiga loja Rosa de Ouro. Não tinha auxiliares, ele mesmo abria a loja e invariavelmente encerrava bem antes do horário normal, segundo dizia, para evitar despesa com a eletricidade. Mentia para sair mais cedo e encontrar os amigos no Clube de Literatura da cidade, onde recitavam concursos de trovas. Foi dele a autoria da primeira cartilha que li. Circulava lentamente entre rumas de livros, com um indefectível boné de seda preta na cabeça, marcando preços, separando livros por assuntos, colando folhas soltas ou rasgadas. Aos nossos olhos de criança, seu rosto parecia com os dos reis coloridos dos baralhos antigos. Após o almoço, dormia na cadeira, no fundo da livraria, por trás do balcão, com o abafado som de Nelson Gonçalves na vitrola. Não era raro, por isso, nessas ocasiões, o freguês bater palmas para acordá-lo. E, invariavelmente, restava a mim essa função. Bons tempos.
Você não vende o que você vende. Você vende o que seu cliente sente quando compra ou quando usa o seu produto!
Numa discórdia, o cliente vence sempre. Acusar o cliente é perder o seu tempo, não resolve problemas e adia soluções.
É essencial considerar as reclamações dos clientes e encará-las como oportunidades para melhorar os processos.
É essencial ouvir as objeções dos clientes, entender suas preocupações e tentar resolver o problema.
Esteja pronto para lidar com críticas e apresentar soluções que superem as expectativas dos clientes.
As objeções dos clientes podem ser transformadas em oportunidades de vendas, se você as compreendê-las.
Uma jovem vendia água cristalina de sua confiável fonte que transbordava todos os dias. Em um determinado dia o comprador de águas estava passando pela fonte e notou uma cor diferente, a partir deste momento começou a monitorar a fonte e descobriu que embora fossem poucas e raras, brotavam algumas bolhas avermelhadas que poderia provocar grandes danos aos seus clientes, ele decide então romper o contrato de compra.
Moral da história: Seja seguro e confiável! Elimine qualquer possibilidade de contaminação com pessoas e/ou coisas que coloque sua confiabilidade em jogo!
O mercado desconhece as empresas que são proprietárias de carteiras de clientes e ignora os funcionários que são donos de cargos. O mercado busca organizações exponenciais que ofereçam parcerias lucrativas e demanda profissionais intraempreendedores que ofertam habilidades inovadoras a fim de atrair e fidelizar clientes.
Clientes que recebem pouca ou nenhuma assistência de seus produtos é uma forma de queimar o seu lançamento no mercado ou a manutenção de sua marca.
Seja qual for o seu negócio demonstre respeito, consideração e apreço pelo cliente. Assim você não precisará se preocupar em atrair novos clientes, pois estes virão naturalmente como consequência do valor que você agrega a seus relacionamentos.
