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O difícil é acreditar. Quando se desacredita, algo te diz para não ser tão cético, algo te diz que vale a pena acreditar mais uma vez. Acreditando de novo e desacreditando em seguida... Percebo que não tem cura. Palavras são extremamente banalizadas e facilmente pronunciadas, para um romântico sem cura, acreditar nelas e depois, por elas próprias, ser desacreditado, já é rotina. Uma rotina que, no momento, não me faz bem.
Algumas pessoas religiosas acusam os céticos de não terem nada além de um mundo frio, vazio e científico. Eu tenho apenas arte, música, literatura, teatro, as maravilhas da natureza, matemática, o espírito humano, sexo, o cosmo, amizade, história, ciência, imaginação, sonhos, oceanos, montanhas, amor e a beleza do nascer de uma nova vida. Pra mim, está bom.
Fazer um tratamento quântico para quem duvida ou possui um elevado grau de ceticismo, ou tem uma forte tendência à teimosia no dia a dia, normalmente não costuma resultar em nada além da melhora do sistema imunológico. A ‘crença contrária’ não colapsa absolutamente nada, e é muito mais destruidora do que se pensa. Não por acaso, certo Nazareno sempre apregoava: ‘sua fé te curou’. Não há cura sem a participação do crer do assistido.
Hoje me peguei pensando... pensando na vida, o que vivi, no que deixei de viver. No que aconteceu, no que deixou de acontecer. Começa a fluir um sentimento singelo, sereno, terno... lembro dos momentos, dos bons momentos. Dos incríveis momentos que eu vivi, principalmente dos que eu não vivi. Lembro-me do que aconteceu e, lembro amargamente do que não deixei acontecer.
Hoje me peguei pensando... o quão intrépido fui com esses momentos. O quão incrédulo fui com os sentimentos vindouros que não se realizaram. O quão cético fui com os momentos que deixei passar. Algumas lembranças batem na minha porta. Outras esmurram. Tento olhar entre as persianas que escondem o meu rosto o que está a me incomodar ou a me presentear. Olhei de mansinho como quem não quer nada. Pude ver algumas coisas...
Hoje me peguei pensando... fiquei pensando sobre o que eu pude ver através das persianas. Sorri. Dei um sorriso amarelo com o canto da boca. Mas, na verdade, o coração estava transbordando. O coração estava caindo em gargalhadas. Quão tolo ele foi outrora – pensou. Este coração malévolo, traiçoeiro.
Hoje me peguei pensando... fiquei imaginando que, por um momento, eu poderia viver o passado no meu presente e, que, este presente poderia ser eterno. Diria que te desejo, que te quero por perto enquanto a eternidade for o presente. Ah! este presente... é tão ente. Só de pensar em reviver um momento que era pra ter acontecido... é como se fosse um encontro com o passado, um encontro com aquilo que não aconteceu.
Hoje eu me peguei pensando... o pensamento foi a mil. E, ao mesmo tempo, voltou a estaca zero. Logo pensei: no zero, que é o nada, existe algo, e esse algo, sou eu, somos nós, que somos nada. Um nada que se tornou tudo, um tudo que se formou do nada. Acho que pensei demais, creio eu...
“sou cético quanto a sorte. Mas creio na oportunidade, no alcance dos objetivos pela busca recheada de bons valores, preparação, conhecimentos e a fé que constrói a certeza de que quem busca encontra, quem dá recebe, quem planta colhe e quem ama é feliz”
Sou cético quanto às questões mundiais, a única certeza que tenho, é relativo às coisas que vivo e naturalmente posso comprovar por minha própria experiência e mediante minha percepção! O que vier, além disso, não sei se devo acreditar! Pois sei que somos bombardeados no mundo moderno de informações, e muitas delas têm propósitos escusos!
VIVER SEM RELIGIÃO:
Decidir viver sem religiosidade e seguir para o lado oposto da maioria não é fácil.
Escolher não viver sob uma dogmatização religiosa, sem crença em divindade, sem esperança de estar recebendo uma contínua proteção divina e com projetos de vida já predestinados para o seu bem, e ainda assumir frente à maioria religiosa, requer coragem.
Seguir a vida sem religião é encarar a realidade, sendo ela confortável ou não. É ser apenas humano. É reconhecer as as fraquezas inerentes ao homem e ser responsável pelos seus próprios atos, sempre em busca de agir com coerência, racionalidade e humanidade.
Os tolos acreditam em tudo que falam, não seja tolo investigue, busque a verdade, seja um cético. Todo aquele que procura a verdade encontra.
Existe algum além da matéria, isso é real e a física quântica comprava essa realidade. Não seja cético, observe essa mudança planetária, em única vida não é possível acumular conhecimentos, nem também resolver situações que ficam pendentes.
Embora sejamos frutos de Sua criação, Deus transcende os "eus", revelando o infinito em cada ser finito. Ele respeita inclusive os ateus, permitindo-lhes questionar o mistério cósmico com um olhar cético e curioso.
Todo vir a Jesus tem a sensação de retorno ao lar. Todo se afastar Dele tem a sensação de estranhamento. O jovem rico se afastou de Jesus 'triste'. Todo mundo se afasta. Não apenas de Deus, mas também de si mesmo. E do universo! E da vida! Você não está em casa com a vida, a menos que esteja em casa com a Vida. E Jesus é Vida!
A pior situação na vida de um humano, é a desobediência da ordem natural da vida estabelecida pelo Criador. Síndrome de Peter Pan, é uma delas. Quem não cresce, perde a oportunidade, de se tornar um humano completo!
Ser educador é ser cético, diante dos dogmas, é ser crente na sua práxis e principalmente, ser humilde para reconhecer quando erra para recomeçar e flexível para enxergar a necessidade de mudar o que planejou, tendo como foco o aprendizado do seu educando
