Tag cavalo

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O sangue do passado corre feito um rio. Corre nos sonhos, primeiro. Depois chega galopando, como se andasse a cavalo.

Itamar Vieira Júnior
Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.
Inserida por pensador

⁠Às vezes é bom ter um cavalo envenenado, pois, faz parte da estratégia.

Inserida por Demitriss

⁠Você vê o cavalo com seus olhos, mas pode sentir com a alma.

Inserida por Drdavidsoares

Na verdade, estou sentindo algo novo. Quando estava no fundo do poço, na mais obscura solidão, esperando que outra pessoa me salvasse, aparece você, um príncipe encantado no cavalo branco sobre o luar.

Inserida por mundodamika

⁠“Assim como o cavalo dá coice; o homem arrogante é especialista em dar fora nos outros.”

Inserida por AglesSteib

Colocar alguém para dentro da sua vida pode ser como aceitar um cavalo de Tróia.

Inserida por danmelga

Tome muito cuidado quando for escolher alguém para colocar para dentro da sua vida, pois este pode ser o primeiro passo, e a primeira liberdade, ainda que primeiramente aparente ser ingênuo e inofensivo, para que esta pessoa, um dia, te dilacere de dentro para fora.

Inserida por danmelga

Me lembro do filme do Hércules, quando o monstro o engole e depois é dilacerado de dentro para fora pelo herói. Pois é, isto que pode acontecer quando colocamos alguém dentro de nossas vidas.

Inserida por danmelga

Enquanto isso, a velha feito criança curte a sua juventude
Voando montada em seu cavalo marinho.

Inserida por salvadorbrenon

⁠O cavalo é um animal extremamente forte e inteligente, enfrentou guerras e superou desafios por milhares de anos. Mas quando usa antolhos, limita seu potencial e ignora tudo ao seu redor. Isso não é sobre cavalos.

Inserida por LeonardoBrelaz

Deixe o cavalo sem corda, se ele for teu, ele volta!

Inserida por carloseduardoback

Eu, tu, dois filhos e um cavalo pra cada um.

Inserida por carloseduardoback

Eu, tu, um filho, um cavalo pra montar e muito amor pra nós três.

Inserida por carloseduardoback

Eu só quero um bom mate, um cavalo manso,
e um amor pra vida inteira.

Inserida por carloseduardoback

Imagina que lindo, nosso filho
Domando e gritando pros bichos
Amando e falando sorrindo:
“Pai e Mãe, eu os Amo de Coração!"

Inserida por carloseduardoback

No campo, eu tu e o pingo
Sentados, conversando e falando sorrindo:
"Será pra sempre o nosso amor."

Inserida por carloseduardoback

Eu, tu, o pingo, o mate..
e muito amor pra nós três

Inserida por carloseduardoback

O burro passa-se por corrupto e quando encontra um cavalo inteligente, assusta, sendo obrigado a declarar a moita financeira à Receita Federal e depois continua dando coices em outros jumentos que já não querem participar da sua cavalgada pública com cargas clandestinas.

Inserida por HelgirGirodo

A ótica do perdedor é ver o que é ruim para dar ao seu cavalo.

Inserida por HelgirGirodo

⁠FADO
Nesse mundo louco
Dê-lhe esporas pro teu cavalo
Tudo escute um pouco
E cale o que não tem diálogo
Que gritem os roucos
Pratica firme o teu decálogo
Com ouvidos moucos
Faz do fado o teu regalo.

Inserida por alfredo_bochi_brum

Podem me chamar de burro, mas ainda consigo impedir o coice de um cavalo.

Inserida por HelgirGirodo

⁠⁠A tolerância possui uma resistência limitada, trafega por um equilíbrio inconstante, sua força é vez ou outra testada, suporta o máximo que pode, 
a paciência e o amor a deixam forte, a raiva e o egoísmo a torna fraca, uma natureza que em alguns momentos é imprevisível e às vezes, quando percebe que está sob o risco de ser imprudente, para evitar uma situação amarga, prefere o silêncio a ter que usar a sua oportunidade de fala. 

O espírito impetuoso de um cavalo selvagem, que precisou aprender a controlar seus instintos para não pôr em risco a sua imensurável liberdade, claro que não é algo fácil, porém seria muito se já tivesse desistido, além do que, seus esforços são imensamente compensados ao se livrar de certos conflitos, infundados e destrutivos, um reagir sensato, tanto consigo quanto com os outros, arduamente, alcançado e também muito satisfatório.  

A sensatez de ser alguém tolerante é conseguir domar a própria impulsividade e mesmo que não seja frequente, é gratificante, uma necessidade de sobrevivência, dessarte, o empenho para mantê-la deve ser incessante, permitindo uma abençoada recompensa, evitando certas palavras desgastantes para que assim, a paz prevaleça, a provocação inconveniente não seja tão sufocante, pesando a consciência. 

Inserida por jefferson_freitas_1

Nunca parece ser o momento oportuno para nos apaixonarmos 
devido a impulsividade da paixão, 
ela é como um cavalo indomável 
que com o tempo, vamos aprendendo 
a lidar, mas sem domesticá-lo.
Por isso que penso que ela deve vir depois do amor acompanhado da razão, posso até estar enganado, 
todavia, por enquanto, esta é a minha percepção. 

Inserida por jefferson_freitas_1

No dia das crianças, uma auto-reflexão da minha infância: retardado mental, inofensivo, brincalhão, debochado; quando bem pequeno, montava no cabo de vassoura no quintal da casa do meu avô, e imaginava ser um cavalo. Assim, quando ia com ele no mercado, galopeava pelas ruas da Vital Brasil, parando em frente ao barzinho de esquina, na subida da rua Senador Vergueiro, quando iniciava um show fazendo meu cavalo relinchar, de modo que o cabo da vassoura, por várias vezes, atingia as pernas dos que estavam por perto, enquanto meu avô pedia desculpas rindo. Quando isso acontecia, meu avô, mais debochado do que eu, olhava para a pessoa e ainda fingia que estava dando uma chicotada no meu cavalo imaginário para o atingido ver, o que me deixava transtornado. Não se bate em animais. Meu cavalo fez época e o nome dele era Araraboia. Meu avô entrava na minha viagem. Quando eu pegava a vassoura, ele colava umas fitas de Senhor do Bonfim que tinha a rodo naquela época colorindo o cabo inteiro, No meu peito, colocava medalhas de santos e broches de clubes. Eram as medalhas das guerras que haviam me condecorado. A distância máxima que percorri com meu cavalo foi da Vital Brasil até a Moreira César, em Icaraí. Na volta, pegamos um táxi e perdeu a graça. Uma vez, meu avô foi jogar carta com os amigos no quintal. Estava assistindo televisão. Ele passou, apertou o botão da tv rindo, e perguntou onde estava Arariboia. Respondi que não queria mais montar naquele cavalo. Disse que havia crescido. Ostentei na cara do velho! Ele então me respondeu que já era velho, mas que mesmo assim o que mais lhe impressionava no meu cavalo, naquele momento, era o rosto. Segundo ele, a impressão que dava naquela manhã era que estava inchado. Disse que os poucos dentes estavam cariados e sujos, e que, certamente, só a piscina do quintal, naquele dia de sol, poderia esbranquiçar os dentes do bicho. De repente, começou a dizer que dos cantos da boca do meu cavalo escorria uma "baba bovina" que ele estava limpando com as patas manchando o sofá da sala. Disse que o animal estava no canto da sala ruminando lembranças de quando eu era pequeno. Disse ainda que o som que meu cavalo emitia naquele instante, como uma espécia de ronco, contínuo, monótono, eram como pedaços de músicas esquecidas, mas que muitas crianças queriam cantar. Na época, não entendi essa frase, mas lembro bem dela. Disse que já estava escutando esse ronco do cavalo que durava duas horas, dando a impressão de que ele estava morrendo. Perguntei como, sem perceber que estava entrando na onda dele, e ele respondeu que parecia um peixe no chão se debatendo e abrindo os brônquios: foi então que, meio descompassado com a interpretação realística do meu avô, avistei a piscina da sala, o tal Oásis que ele dizia ser capaz de ressuscitar o Arariboia. Quando saí da sala com a vassoura, a velharada amiga do meu avô gritava em coro: "pule com ele na água, pule com ele! E Tchibum, me joguei na piscina e depois avistei meu avô vindo atrás e jogando na água todos os broches e tudo mais. Fiquei ali enquanto eles jogavam carteado por mais de três horas. Rolou um churrascão. Isso tudo pra dizer (pra quem tem filho pequeno é mais fácil) que nossos cavalos vivem dentro de nós o tempo inteiro, mas asilados nos abrigos e cocheiras da idade, das dores, das dificuldades. A idade só nos faz tirar a "montaria" do cabo de vassoura. Acalma-nos, porém, o espírito... O amor, o tempo leva...

Inserida por AlessandroLoBianco

A realidade é igual a um cavalo selvagem. É preciso domá-la para seguir galopando.

Inserida por walaguia