Tag calmaria
Venho procurando toda calmaria possível, mas não, agora não. Em pedacinhos tenho me reconstruir, me recomponho com o vento, a luz do sol e da lua. A força que tento obter é maior que qualquer sensação aleatória. Não sou a mesma.
Com o tempo percebemos que as dificuldades são como ondas...vem e vão...e molham apenas os nossos pés. Mas, se não enfrentarmos de frente, pra nós, serão sempre ondas gigantescas. Até mesmo o mar, um dia, deixa de ser revolto e nos apresenta a calmaria...!
Toque Vivaldi, Josh, Gotye...
Abra a janela, deixe entrar um vento gelado.
Esquente um chá.
Onde estão os bons livros?
Preciso dos meus casacos, das minhas luvas, das boas conversas.
Quero sorrisos charmosos, visitas sem pressa.
Simplifique novamente a capela, a música, o sermão.
Eu tenho que observar o asfalto que piso, e contar as estrelas que vejo.
Ando enfadada do que tenho que ser, pra acompanhar a loucura que o mundo tem sido.
Sinto falta da singularidade minha.
Ando com muita saudade de mim.
Você foi o melhor e o pior. A esperança mais doce e o gosto mais amargo da angústia que me dilacerava por dentro. Você chegou e eu, sem saber explicar como isso aconteceu, comecei a sentir que você trazia dias bonitos e ensolarados para a minha vida, mas, de repente, tenho certeza que sem ao menos você se dar conta, também já trazia dias de tempestade, de escuridão... E então, em pouco tempo, você trazia a calmaria, a claridade, o arco-íris e aquela doce esperança novamente. E assim foram os meus dias, até hoje, depois que você surgiu na minha vida.
Quando pedir paciência ao Universo, espere situações conflituosas que teste sua paciência. Lembre-se: o bom marinheiro se faz no mar agitado, não na calmaria do cais.
Sou assim meio louco, meio quieto, meio desenrolado, meio calmo, meio sabio, mesmo assim com tantos meios, me vejo por inteiro.
É Tão Bom pousar sempre na leveza
na calmaria
no colo de Deus com delicadeza .
Saber que estou Viva
e com asas de borboleta
sendo amparada em tua fortaleza .
Saber que existe um Deus
que sempre me acompanha
e me liberta
de todo o mal que insiste me perseguir .
Sou Feliz ... Sou Feliz ...
Não absorvo o que não me condiz
Porque graças a Ele
A Paz de espírito sempre repousa em mim !
É vento
É alento
É sustento
É brisa
É dom
Ahh! ... É Tão Bom !....
É privilégio daqueles que tem Deus no coração
Por isso a Ele sou toda Gratidão .
É Ele quem me faz
diante do mundo impuro e iníquo sempre sorrir
e com a coragem nos pés sempre seguir .
Obrigada Senhor
Obrigada pelo teu Amor
Obrigada por sempre de Paz
minha alma Luzir !
Quem convive entre pessoas soberbas até mesmo em uma calmaria é possível ouvir o barulho da tempestade.
Seja feliz e contente na calmaria e nunca provoque a tempestade, sua casa de palha pode não aguentar os fortes ventos e a chuva pesada.
Animais.. são a nossa calmaria no meio desse mar agitado, a nossa tranquilidade e paz no meio desse turbilhão. Uma vida, que melhora outra vida
SONETO DO AMOR COMO O VENTO
Capítulo I
Coração tão confuso e tão inquieto
Movido à eternidade em sentimento.
É todo inesperado como o vento
Que vem intenso ou muito bem discreto...
Este vento me faz um ser completo
Vivendo de emoções todo momento.
De incertezas, então, eu nem comento
Pois delas com certeza estou repleto.
Tento me equilibrar nas ventanias
Mas me entrego ao amor que vem profundo
Sem saber se vem firme ou passageiro.
E vou avaliar nas calmarias...
Pensar na vida e refletir o mundo
Neste inconstante ciclo aventureiro.
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Capítulo II
Há nuvens que anunciam com ternura
O turbilhão do tempo logo adiante...
E a ventania surge em um instante
Com o exaspero que a paixão procura!
Recomponho-me forte na estrutura
Enquanto tudo encobre o meu mirante...
Percebo o sentimento vir radiante
Em soneto de amor como aventura!
Respiro e jogo-me de novo ao léu
Após a calmaria que passou...
Yemanjá que me ajude, por favor...
Soletrando meus versos de cordel
Seguirei novos rumos do que sou
Aflito e naufragado pelo amor.
Depois da tempestade vem a calmaria, acontece que em meio a calamidade é meio difícil vislumbrar a bonança que logo se fará, mas Deus sempre nos presenteia com um lindo arco-íris. Espero que essa chuva passe e depressa se faça dia perfeito.
Sente esse ar? esse tempo extremamente confuso? algo vai acontecer, bom ? ruim? ai depende? de que? de como lidamos com isso tudo!
Sou todos os ventos. Em alguns dias, brisa, outros, tempestade, hoje, por exemplo, amanheci calmaria. E com tudo de bom que esse calmo dia me traz, não me envergonho dos outros dias. Aqueles em que fui brisa, levada pelo vento, tropeçando nas pedras, tão absorta na paisagem que as vezes saia sem muito perceber da linha delicada da boa estrada, perdendo-me distraidamente na caminhada. Vivi também incontáveis dias de tempestade, as quais, uma certa dor que sinto, tenta bloqueá-los da minha memória, porém em vão tornou-se esquecê-los, talvez até desnecessário. Preciso também dessas lembranças, desses dias, eles fazem-me valorizar a calmaria. Tenho tanta força vinda desses incontáveis dias, todos os ventos que fui, o que sou e o que não sei o que serei amanhã. E não envergonho das mudanças e absorvendo como terra em tempos de seca todos os aprendizados que ganho. Não se envergonhe dos seus ventos, dos seus dias, porque todo o mundo já foi um dia, brisa, tempestade ou calmaria.
O amor é sobre quando você encontra alguém.
Alguém que te completa, alguém que te entende, alguém que te da um up, alguém que te arranca sorrisos mesmo em dias difíceis, alguém que vem pra somar, pra dividir, pra multiplicar, alguém que te faz ser o seu melhor.
Alguém que não te prende, mas também alguém que não te deixa ir, alguém que é canção, alguém que é poesia, alguém que é tempestade, mas também alguém que é calmaria.
O amor é alguém que encontra alguém.
Curtas noites
Longos dias
como flor de passiflora os olhos arregalados seguem o traçado dia a dia implorando calmaria entre a batalha de mamangavas e abelhas
abelhas e insetos pousam nos meus olhos e levam o que outrora escorriam, lavavam
levam para o derramar contínuo do tempo nos ninhos das vertentes que em vão procriam relevada, inútil abundância
Envenenados os ventres não mais ferroam
Asas não batem
apenas sentem a agonia das flores dos girassóis
enfileirados sobre os desfiladeiros das enormes montanhas mudas a soluçar no cosmos os sonhos.
Quem, um dia, observou o meu olhar sobre o horizonte saberá:
as minhas saudades não têm calmaria
estão sempre em devir
E dói
tanto que não caibo em casa,
fico acostado no limiar da porta
desejando algo mais.
