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C H E I R O S
Cheiro de fumaça de café quente,
Cheiro de pão fresquinho,
Cheiros que estão na alma da gente.
Cheiros...
Do leite tirado na hora.
Cheiro do gado no curral.
Cheiro de infância...
Cheiro da chuva molhando a terra.
Eu-menina sorrindo na enxurrada.
- Às vezes o dia tem cheiros de ontem!
Andamos tão deprimidos
Por conta de felicidades passageiras que beijamos!
Seria melhor um abraço verdadeiro,
Um pedaçinho de pão caseiro e
Um café quentinho, com leite, canela e cacau?
Pra que? Pra que se esquentar as cobertas,
Se podemos incendiar o coração?
De fato, eu estaria correta
Se ao menos tudo isso, hoje, não fosse ilusao.
Também não me condeno tanto,
Pois ja dizia o poeta
O bom sonhador nunca morre, apenas deixa de existir.
Uma chuvinha para esfriar
Um cafezinho para esquentar
Um amor para lembrar
Uma saudade para matar
E um livro para me acompanhar.
Gente "café com leite", igual aos amiguinhos chatos das brincadeiras de criança, que querem competir, mas não querem perder...
Café com você é sempre um sonho, uma viagem! Não importa lugar, nem hora marcada. Basta estarmos juntos!
Quanto sabor!!! Café com gostinho de Natal,
cheirinho de infância,
sonhos penduradas na árvore da esperança,
Alegria, alegria!!!
Feliz Natal!!!
Cada vez mais cigarros
Cada vez mais café
Toda noite termino bêbada
E no fim, só me resta a fé.
Cada vez mais sozinha
Toda vez apaixonada
Cada vez mais triste
Toda vez abandonada.
Sigo sempre sorrindo
Como um ser à prova de balas
Toda vez estou mentindo
Pois, no fundo tudo me abala.
Toda vez finjo não ouvir
O amor que a mim juras ter
Cada vez acredito menos
Que o amor habita no seu ser.
Nem todos sentem amor
Nem todos sabem o que ele é
Por isso, cada vez mais cigarros
Toda vez mais café.
O papel me olho com deboche
Risquei com raiva e medo
Com esse café preto
Aqui no canto esquerdo
Ri e escrevi com zelo
Novamente
Tinta escorrendo livremente
Sem qualquer compromisso
Apenas deprimente
Melancolia novamente
Tudo novamente
Melancolia, Mario Quintana já dizia:
Sofrimento romântico
E eu discordaria?
Apenas entoo o velho cântico
Romântico.
Engano
Vem, adoça meus lábios.
Desce suavemente, quente pela garganta
Aquece meu peito, meu coração
Me faz acordar, me faz feliz.
Amarga ao mesmo tempo que adoça.
Se parece com amor
Mas é café mesmo.
Sim, o café
Tão simples, tão nosso, tão eu;
Tão doce o da vó,
Tão amargo o do pai;
Café com os amigos,
Café em família,
Reunião com café e o intervalo também;
Café no corredor, no consultório e na recepção,
Um bom cafezinho sozinho ou com um livro na mão.
O cheiro que invade, alucina e suspira,
O calor que aconchega, aquece e desperta.
Café tão mineiro, paulista e de outro canto também.
Café que não falta, e onde ele está, quase sempre eu estou também, e bem.
Primeiro amor!
Kkkkk. Essa saiu agora. Fresquinho!..
Cafezinho no ar...
Quando escrevemos loucuras de paixão,
Deixamos o corretor
Encabulado
Envergonhado
Sem noção...
Pensa que a mensagem
É pra ele...KKK
E acaba escrevendo
Tudo errado
Como um adolescente
Apaixonado!...
Que se atrapalha
Com o seu primeiro, amor!
Ah! Meu corretor!..
Quanto sofrimento
Devo lhe causar...kkkk
A coisa que muitos chamam de derrota? Eu chamo de vida. Café da manhã. E eu não vou embora antes de acabar com o buffet.
Queria poder estar te acordando agora com um beijo em sua boca e aquele abraço de urso, te desejando ao pé do ouvido o meu doce bom dia, complemento de um belo cafe da manhã na bandeja.
Que o dia comece com fé, café quente e esperança e a gratidão como estrela guia estampada na retina.
