Tag buda

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⁠Aqueles que se apegam a percepções e visões vagam pelo mundo ofendendo as pessoas.

Inserida por AeonV

⁠A raiz do sofrimento é o apego.

Inserida por AeonV

⁠A alma coberta de vaidade excessiva, cria um brilho infame, que convém unicamente, para ofuscar a verdadeira grande luz espiritual!

Inserida por carlos_pires

⁠Não cobice toda a felicidade do Mundo pra si próprio, porque felicidade, nunca diminui quando compartilhada. O êxtase de ser feliz, é exatamente igual ao êxtase de fazer feliz, onde por sinal, nota-se a singularidade da beleza do amor, harmoniosamente inexaurível!

Inserida por carlos_pires

⁠Um dos motivos que Buda, Jesus e Sócrates receberam críticas tem a ver com as ideias deles que perturbavam uma ingenuidade que existia em uma religião antiga. (…) A dor de um crescimento foi despertada por eles. (…) Embora as crianças fossem tratadas de modo diferente naquelas épocas, também era difícil para elas perder o vínculo que tinham com os pais quando elas eram menores. (…) A expressão “mais antigo” não significa melhor, ou pior em tudo. (…) Buda, Jesus e o fundador de cidade poderiam ter sido ricos financeiramente, mas não enalteciam essas riquezas. (Alef expõe vários motivos que podem ter contribuído para eles não enaltecerem essas riquezas).

Inserida por Alefianismo

⁠Prece Budista
Todos nós cabemos onde julgamos que não.
Parece-nos coisa impossível, mas é verdade.
Dar as mãos consiste em estender a nossa mão,
desde onde estamos até onde os outros estão,
partindo do agora e só parando na eternidade.
Que Buda ouça esta prece em nome da Irmandade.

Inserida por vitorinodesousa

⁠" Mesmo em sociedade comprovarás expandindo à visão empírica de que tudo é reticências ao lado de interrogações e não um conturbado e apático ponto final. "

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠Quando Buda disse que TUDO está na mente, é porque TUDO está na mente. Deus nos criou com absolutamente TUDO, está aí na mente de cada um, as perguntas e respostas para TUDO. Como também a sua voz suave e quase imperceptível no meio dos seus altos pensamentos vão.

Inserida por SidhartaCostaPinto

⁠Já pensou se Buda fosse mineiro?
Que estranho seria ele dizendo que pra se livrar do seu Karma, você tem que ter Carma.

Inserida por Peter2008

⁠protegendo minha mente, pra não machucar meu coração ...

Inserida por Alexsandree

⁠Jesus, Buda, krishna e outros grandes sábios da humanidade muito amavam as pessoas porque conseguiam enxergavam o ser humano em sua essência.
Está visão consiste num contato atemporal, onde percebe-se que o universo não seria tão completo como é, se aquele outro também não estivesse nele.

Inserida por cronowish

⁠Quando rejeitamos Deus, rejeitamos uma eternidade sem Ele.

Com tantas pessoas, momentos e lugares
Porque eu, aqui, agora?

Inserida por ivetteAmorin

Vivemos o presente lembrando do passado e
planejando o futuro.
Tudo parece acontecer em um quarto escuro.

Inserida por ivetteAmorin

A Lótus que Veio da Noite de Paris.

O século XIV envolvia Paris em névoas frias e sinos distantes. Naquele cenário de becos estreitos, enfermidades que ceifavam esperanças e uma cidade dividida por crenças e paixões, dois jovens encontraram um ao outro como quem encontra uma estrela caída em plena terra. Éloise, com olhos de alvorada cansada, e Mathieu, aprendiz de iluminador de manuscritos, descobriram-se destinados desde o primeiro toque das mãos.

Amavam-se com o ardor silencioso dos que sabem que cada instante é ouro. Lutaram contra a miséria, contra as dores físicas que o tempo lhes impunha, contra a indiferença dos que zombavam de sonhos simples: casar-se, formar uma família, colher o pão que o próprio trabalho oferecesse. Foram ternos um com o outro até nas febres, na fome, nos invernos impiedosos da alma.

Quando a Noite de São Bartolomeu cobriu Paris com o sangue dos inocentes, eles fugiram por ruelas que pareciam gritar, protegendo um ao outro como se fossem muralhas vivas. Mas o destino, numa dessas esquinas onde a história decide seu rumo, tomou-lhes a carne. Caíram abraçados, misturando as últimas palavras numa promessa: “Se eu partir, te buscarei. Se te perder, te encontrarei.”

No mundo das almas, despertaram separados pela espessa névoa que antecede o esquecimento. Procuraram-se, chamaram-se, vagaram por décadas que pareciam séculos. Enfrentaram regiões sombrias onde o eco da dor faz tremer até os espíritos valentes. Passaram pelos domínios de Hades, atravessaram o torpor quase fatal do Lete, onde memórias se desmancham como tinta na água. Viram, com os próprios olhos do espírito, os abismos semelhantes aos descritos por Dante Alighieri, onde almas perdidas repetem dores que não compreendem.

Eloise e Mathieu resistiram.

Chamaram um ao outro com a força de um amor que se lembrava mesmo quando a memória tentava se desfazer. Desafiaram os ventos que queriam dispersá-los. Até que, numa região de luz tênue, avistaram-se. Não correram: flutuaram um para o outro, como se a eternidade inteira os puxasse para o reencontro. Tocaram-se e o toque incendiou universos.

Naquele instante, compreenderam que jamais suportariam outra separação. O amor que possuíam não desejava apenas viver; desejava ser.

Decidiram, então, um gesto extremo e sublime: renascer não como dois, mas como um só ser, impossível de ser fragmentado pelas sombras, pelos séculos, pelos mundos.

E reencarnaram.

Transformaram-se numa única flor de lótus de luz, pulsante e pura, flutuando eternamente nas mãos seguras de Buda, como símbolo do amor que atravessou mundos, mortes, infernos e esquecimentos e venceu.

Ficaram assim, unidos para sempre, não como corpos, mas como essência; não como promessa, mas como eternidade. Porque um amor que desafia tantos véus não precisa mais temer o tempo, a morte ou o destino.

O amor de Éloise e Mathieu não apenas sobreviveu ao aço e ao fogo das mortes da Noite de São Bartolomeu; elevou-se acima de todas as geografias da dor e se tornou luz permanente. No gesto de reencarnar como uma única flor, compreenderam que a verdadeira vitória sobre o sofrimento é transformar-se no que nenhuma força pode destruir. Tornaram-se imortais não por fugirem da morte, mas por transmutarem o próprio sentido de existir.

E hoje, na lótus de luz que repousa nas mãos de Buda, vivem o triunfo silencioso que só o amor absoluto conhece.
Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Ao contrário do que muitos pensam, o Buda não era gordo. Na sua época, a maioria dos indianos tinha um físico magro, pois levavam uma vida ativa e consumiam alimentos naturais. A obesidade era extremamente rara entre a população geral, graças à ausência de veículos motorizados e à dieta baseada em produtos orgânicos.

Inserida por reconceituando

O mundo cristão deve aprender de uma forma ou de outra que não se pode usar um budhinha como um peso de papel ou chaveirinho da sorte.
O sagrado do outro sempre se respeita.

Inserida por ricardovbarradas