Tag brasil
Brasil, a sanidade calada pela loucura do mundo
Delicado sistema do que se propaga o que é ruim e o que é bom, alguém já viu fala em ECHELON, viagem na tecnologia, uma verdade todo dia, e o tal MK ULTRA, estranho nome e também todo funcionamento, nesse momento, percebo a desconfiança dos leitores, esse menino dizendo coisa sem nexo, talvez uma loucura dando reflexo, mas digo que sentiu, essa esfera que da calafrio, experimento MONARCA, é, tem gente que duvida da arca e nessa é que não embarca, GANG STALKING, TARGETED INDIVIDUAL, tudo estranho e esquisito, o mundo é infinito, uma promessa apocalíptica, gente com ideias de Deus atípica, interesses profundos, segredos do mundo, globalização, manipulação, reféns, inocentes, talvez minha mente briga, pois foi envolvida nessa intriga, o que se confunde com espiritualidade, tecnologia e associação psíquica, imagino eu um robô nano tecnológico viajando nas veias sanguíneas, uma onda de rádio lendo meu pensar e muitos mais emitindo sinais a modificar o temperamento das emoções, o que seria de fato as depressões, mas o poder e a capacidade do homem penetra as entranhas e até parecemos ser um povo primitivo, poucos participam desse ativo, refém ou culpado, essa consideração está no ar, manipulando e denegrindo vítimas, oh força que só Deus pode combater.
Giovane Silva Santos
O Brasil é um território de extensão continental com uma rica variedade de biomas cujo papel é fundamental no equilíbrio climático.
Brasil, políticos que subestima o povo
Eu vou prometer, vou inventar, ludibriar, enganar, o povo é cego e mudo, cheira ignorância do mundo, será, és de fato o povo assim! uma massa manobrada, um caminhão açoitado, um trem fora do trilho, oh devo dizer, acredito em você, no seu brio, no seu brilho, a manjedoura não foi desfeita, a esperança vive, a cruz fala, a história registra, sempre nascerá uma luz, a caverna que abriga vida, vencendo as trevas, esse emaranhado sistema febril, esse caráter inclinado que manipula o Brasil, subtende não ter jeito, o engano de cada prefeito, um amargo sabor, sem direção a classe vereador , o povo que confia no deputado, este deixa o ainda mais frustrado, tanto o senado, no executivo federal, trafega entre o bem e o mau, o conjunto subestimando o esquadrão popular, onde precisamos acreditar, se existe ou vai nascer, não sei, mas a esperança pode ser real, uma coroa de realidade de uma vida povo rei, líder no castelo de uma plenitude oculta, onde tudo e o mais possível sereno e honrado sistema venha a vigorar, se não me entenderam devo resumir, apenas a esperança do novo e capaz estado Brasil aí de surgir.
Giovane Silva Santos
O quadro Brasil
Realmente o quadro é dramático, pela inconstante liderança e indisciplina popular diria que estamos caminhando para um conflito dentro do estado, pois esse quadro demonstrou o descaso pela estrutura do país, apresenta uma lacuna em todos os setores, a única que continua firme é a corrupção, pois de rachadinhas a pedaladas a bicicleta Brasil está ficando desmontada e o povo à deriva, cenário preocupante, os deuses da constituição e da economia são capazes de regularizar e multiplicar o próprio patrimônio, entende de todo ciclo cambial e investimentos, mas esquece do povo e do elemento estado ao qual doa leite e mel e recebe pedradas de fel.
Giovane Silva Santos
Alguns escritores não criam nada sem a tecnologia. Deve ser por isso que escrevem como um algoritmo.
Brasil, povo tributado e atribulado
Pertencemos a um Brasil de modelo e sistema complexo, entender é um dilema, pois o conhecer é ignorante deixando a fala sem nexo, culpa de quem? Difícil, porém a crise turbulenta apresenta a um reflexo, fala se muito em redes, de tributação, guerra cambial, o orçamento público, diretrizes da educação e saúde, minha e sua integridade passeando na ineficiência segurança pública, e diria que muito mais e profundo nessa magia, um preâmbulo constitucional, que apresenta uma democracia de moral, ou seria fantasia, uma veste mentirosa, que penaliza a carne negra, que não entende o conceito de família, o índio do século XXI que não encontrou seu ninho, o porte de águia, um povo com menosprezo de um simples passarinho, pardal, carnaval, tal qual o povo deveras tributado de forma literal e atribulado de forma fatal, a moeda com seu poder, o ouro, o tesouro, mas que a essência canalha de uma família metralha, faz do povo jumento que é assolado seu couro, a carga é pesada, onde poderá surgir uma filosofia apurada, a ética padronizada, a juventude educada, talvez um sonho meu, seu e dessa pátria amada, tributada e atribulada.
Giovane Silva Santos
Brasil, o sistema que aprisiona e o medo que colabora
De tal maneira uma opinião, um pensamento, uma crítica que cabe solução, sou eu, você, o sistema dessa elaboração, queria falar rapidamente, abrindo o entendimento e fortalecendo o pensamento do leitor ouvinte, viver é participar, e aqui meu palpite, pela esperança e pelo desgaste, este ciclo, este íntimo do meu povo e do meu estado, um calafrio, pois o porão se abriu e o povo vive trancado, uma prisão estranha, que a omissão, a ignorância, a febre viril da inexistência ética, o caráter violado por reais centavos, a liberdade desejada, expressada e não vivida, a alma do estado vendida, na falta de valores de uma sociedade, o medo que se associa e colabora, para o cenário não mudar, o pão, o sapato, o celular, ninguém entende que o café com farinha também sustenta e a alma, o espírito, a intimidade da personalidade, oh, vejo e desejo, um grito do porão, Brasil, o sistema que aprisiona e o medo que colabora, tudo isso vai embora, para uns lamentação, pois a morte inevitável não achará conforto na aceitação, converse minha gente, com a lua, as estrelas, o sol, as nuvens, nessa selva existe vida, o sistema diz não, a decisão, gritar ou calar no Brasil porão.
Giovane Silva Santos
BraZil com Z, de ZERO à esquerda temos nos tornado por décadas, detentor dos piores políticos, da pior educação, da pior segurança pública, do pior sistema judiciário, da pior imprensa, tudo favorecido por um povo que passou distante da política até então, e que só agora tem despertado para ela. Mas insano é quem pensa que tudo poderá mudar sem o povo mostrar sua cara e deixar claro quem manda.
Brasil, estado ébrio e um povo conivente
Eu aqui calado, tentando gritar isolado, com meus amores e dissabores, conflitos e angústias, uma aquarela viva de muitas cores, meu estado Brasil, febril, gentil, embriagado pelo litros da ambição, eu, o povo assinando embaixo dessa depravação, quando omito a minha voz, quando não percebo o valor da ética, da moral, e me rendo a voraz loucura do carnaval, o festival de bagunça da qual acampa a condição, condição violada e constrangida, meu estado cria feridas e titubeante fica, porque eu e meus semelhantes, humanos e errantes não sabemos apurar o mel, o cultivo da honra e imparcialidade, e o umbigo é trazido ao palco, fere se amizades e padrões, mastiga se as possibilidades, coage os sonhos, oh que tristeza saber, um submundo que mergulhamos, perdoe me almas e espíritos serenos, mas a multidão está atolada, o estado alma embriagada, eu, mudo continuo, perco e morro todo dia.
Giovane Silva Santos
CAJUÍNA-MENINA
(Ode à cidade de Teresina)
Diante de mim, a cajuína-menina
do campo, Moça meiga e valente.
À beira do Poti, a estátua imponente
do Cabeça de Cuia. Hora vespertina.
Mas o Riso de anjo da pequenina
atravessava a ponte, águas correntes;
e o Rio Parnaíba, à minha frente,
cortava a cidade-luz, Teresina.
E enquanto eu declamava Torquato
e Costa e Silva, rio abaixo, rio arriba,
quando nem havia ponte estaiada,
o Sol fulgurante, no artesanato,
vinha alçar-se, no céu, lá em riba,
brilhando no rosto de minha amada.
Brasil, do leite e mel ao café com farinha
As crianças do bolo e do iogurte talvez não venha saber, mas nos mais variados lares, estão a escassa necessidade que a vida oferece. A referência que quero fazer é a abundância do senhor sobre nosso Brasil, ouro, prata, minério, cobalto, petróleo e tudo perante assalto, isso ainda é migalha mediante a fortuna viajante, mais que leite e mel, uma fartura desejada, cada vez mais roubada e depositada nos cofres da ambição, e minhas criancinhas nas escolas merenda, merenda uma bolachinha de água e sal, algumas colheres de sopa, e para completar um gole de aguinha, para não entalar com café e farinha.
Oh gente, até parece falácia, de quem não conhece a realidade, de fato, não sei número, mas enquanto dez pães estão sobre algumas mesas, o prato bate vazio, pelo desvio da pura safadeza, corrupção em demasia, pouca consideração, uma vaidade, uma exagerada ambição.
Tenho medo que Deus se canse, se aborreça, mas creio que não, pois no meio da podridão, uma mera inocência, um povo que sofre, uma porção, a luta de cada trabalhador, pelo mínimo salário que dá o sabor de viver, lutar e sonhar, se a fartura não está na mesa, que a esperança seja a beleza, pela fé, que esteja sempre de pé, vivemos com esse trilho fora da linha e agradecendo o café com farinha, pois o alimento do céu, o leite e mel, está na bagagem da impunidade, onde o sonho tem gosto de fel.
Giovane Silva Santos
Brasil, estado, aluno e escola
Nesse pedestal deveria se haver um triângulo amoroso, uma identidade original, medindo cada percentual como enamorados íntimos, para que se criasse uma possível estruturação no aperfeiçoamento da educação, a consciência do estado em preocupar se com o conceito família, e transmitir a responsabilidade de compartilhar a agregação, o jovem/aluno na escola, o povo com seguimento, o estado fortalecido, a família coibindo a falência da nação, pois vivemos um estágio doloroso, a evasão escolar, a carência do lar, o estado, escola e aluno um triângulo desastroso, mais atenção, mais força e mais amor, Conselho tutelar, cartório, órgão e instituições estatais, cuidando de cada certificado, certidão de nascimento a torto a direito, e os lares crescem sem noção e sem condição, sem devida atenção do estado no controle educacional, um faz de conta e uma intenção banal, acorda Brasil, tá feio esse jornal, um escândalo nacional, a condição, possa ser que nessa fala não tenho razão, mas minha fala e meu ver é esse ângulo, mas o estado, aluno e escola está vivendo um infeliz triângulo.
Giovane Silva Santos
Há pessoas que são como baratas: mordem e depois assopram. Baratas sobrevivem a bomba atômica, se adaptam a inseticidas, baraticidas, aos vírus. Mas, até às asquerosas baratas envelhecem. Baratas geralmente, no seu último suspiro caem de costas, olham para os céus. Baratas não têm enterros, nem caixões, são jogadas o lixo, ao exílio dos esquecidos.
O ódio, como vários ditadores bem notaram, serve como ponto de Unidos e de controle. Livro: Todos contra todos
