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No meu barco de sonhos... Sigo navegando com sede de novas poesias em meio à imensidão de belos versos!
Pessoas vem, pessoas vão.
As vezes é necessário abandonar o barco e ir embora, quando algo deixa de ser reciproco essa é a hora de partir.
A um oceano de ti,
meu pensamento é um barco
de velas içadas.
Nada contra a maré,
corre contra o tempo,
esconde-se entre as vagas.
Entre encontros e despedidas,
navega,
naufraga.
Poeminha de Chegada
Venha de carro, ônibus, de barco
Venha a pé
Venha de qualquer jeito
Seja como for
Mas venha
Venha sempre e quando quiser.
No mais belo horizonte
Vejo um pequeno barco.
Oscila em meio as ondas
Planando por sobre a fina lâmina de água
Guiado pelo vento
Sem destino
Entregue ao acaso
Segue o ritmo do mar
Eu sou o barco.
Sei que seu sentimento não é mais o mesmo
E que o vento já não sopra forte na nossa vela
Nosso barco está devagar, mas não parou!
Sei que as dificuldades tem feito dessa viagem
Um tanto desgastante, mas espero chegar ao destino
E que ele seja lindo, e florido.
Não solta o leme, me guia nas tuas rotas
Pega a bússola e indica ela de novo pro amor
Vamos correr pelo convés
Pegar uma bebida e nos divertir como antes,
No frio da noite, nessa nossa pequena embarcação
Me abraça lá na proa e me chama de novo de meu amor.
Depois de ter feito tantas coisas certas na minha vida, eu vejo qe agr nenhuma das minhas certas escolhas, ou sabios caminhos estão impedindo o meu barco de afundar, vejo qe ja estou longe de mais do cais para ancorar, mas eu sei qe de nada adiantaria, seria apenas uma ilusoria pausa, assim qe eu erguesse as velas os ventos me levariam de volta para o meio da tespestade!
Eu na verdade ja aceitei oo meu Nalfragio, só não qero isso pra vs, entao como capitão dessa embarcação qeria pedir pra vs pular pra fora daqui enqanto ainda ha tempo, enquanto o maar se prepara para sua ultima grande onda, enqanto essa onda se ergue, é o tempo qe vs deve pular fora, nadar para o mais longe possivel, para qe nunca mais essa embarcação sem rumo venha atrapalhar sua vida.
Eu, que sempre achava as melhores rotas, eu qe dizia qe conhecia esse mar, olha onde eu estou; esperando a ultima onda atingir meu barco aaa velas, é mais triste ainda lembrar qe ele ja foi um titanic, mas agr é tarde demais para pensar no qe ele foi, ou no qe poderia ter sido!
Eu fiz minhas escolhas e aqi estou, nada mais justo do qe eu pagar por elas soozinho, sem nenhuma vitima, apenas o verdadeiro culpado, cumprindo sua pena !
Barquinho de papel
Este é o meu barco
Que me leva a sonhar
Viajo por muitos cantos
Brincando de remar
Saio de minha infância
Num barquinho de papel
Viajo em orbitância
Como um marinheiro fiel
Pulo deste barco
Para uma ilha temo em partir
Cuidado com a proa
Do barquinho pode cair
O baú de tesouros
Dos piratas vamos esconder
Atravessar o horizonte
Antes de o barco derreter.
15/02/14
Navegando vou,
em meu barquinho amarelo estou.
Procurando por ventos que
me levem
para outros mares,
para outros lugares.
Quero estar onde possa pensar.
Onde outros ares
possa respirar.
Onde meu coração
possa novamente se acalentar.
Levarei dentro de mim pedaços de versos,
nostalgias cinzentas e algumas tempestades.
Num dia de luz nublada, hei de partir,
carregando apenas fragmentos de mim...
Navegar é preciso!
Quando
o barco anda…
Quando essa energia
que impulsiona o barco,
fazendo-o navegar.
Vem da vontade
e da força
dos braços do amor!
Embora muitos queiram ser os comandantes, muitos só aceitem a primeira classe, um aviso aos navegantes: estamos todos no mesmo barco.
As vezes em meio a toda essa loucura que é a vida,
eu paro e tento enxergar aonde o tempo está me levando.
É desesperador a sensação de ser um barco perdido,
sendo levado pelo vento. Não importa o quanto você tente remar, ou qual direção você decida seguir, o vento sempre te arrasta de volta pro mesmo lugar.
A sensação de ser uma criança chata e a vida nossa mãe. De estar de castigo e quando tentamos levantar a mãe vem e nos segura sentados nos chão, dizendo "eu mandei você ficar aí!"
Talvez exista algum sentido pra isso tudo e mais tarde a gente possa realmente entender. Talvez seja tudo isso uma mentira, e na espera de um dia entender tudo isso, chegue o nosso fim.
Somos como uma barco a vela, sem a vela...
Somos como um calçado sem sola...
Somos a maior importância sem utilidade nenhuma...
Por isso os dias são tão repetitivos.
NO BARCO DA VIDA
Sentado às margens deste negro rio.
Observo a negritude da noite
A cair fleumaticamente.
Ouço o farfalhar das folhas
Se enamorando com o vento.
Sinto o frio gélido e sereno
Da noite sombria que se aproxima.
Tento soerguer-me não consigo.
Sair de onde estou, não posso.
Um espectro se aproxima
Me assusta e aterroriza.
Não, não é a morte.
É apenas uma brisa.
Um arrepiante e gélido zéfiro.
Desses que te sobem
Pela espinha dorsal
E adentra as entranhas da alma.
O rio segue lentamente
Em seu curso silencioso e monótono,
O seu eterno caminhar.
Leva consigo para além-mar
Os sonhos, as quimeras
E todos os tipos de visagens,
Utopias e ilusões.
As alucinações e devaneios,
Não são da alma humana,
Mas, da vida dos mortais vivos.
Traz em si as vicissitudes da existência.
Por ele os nautas peregrinos,
Singram com suas naus.
Não há, para o rio,
Entre eles distinção.
São todos iguais.
Não há pretos novos,
Nem brancos velhos.
Não há mestiços, nem crioulos.
Não há bons, nem maus.
São todos iguais.
Estão todos no mesmo barco.
Estrangeiros não há
Forasteiros também não.
No barco da vida,
Onde vive a ilusão,
São todos iguais,
Somos todos irmãos.
