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A beleza não está relacionada ao conceito de bonito ou feio, mas sim à autenticidade singular, uma joia rara que dificilmente se encontra na superficialidade das coisas. A singularidade mora além do horizonte.
"Vivemos cercados por máscaras: pessoas que fingem ser o que não são para alcançar o que desejam, descartando quem as ajudou no caminho. Confiar nelas traz frustração, mas depositar sua fé no invisível, naquilo que você acredita sem ver, é o segredo para evitar decepções e encontrar verdadeira paz."
Não me interessa como os vencedores se comportam para serem vencedores. Eu vou criar meu próprio jeito. Eu serei vencedor do meu jeito.
As pessoas realmente gostam de quem você é verdadeiramente e não de quem você aparenta ser, por isso, invista na autenticidade e não nas aparências.
Autenticidade
Ter autenticidade, é ter a certeza que a sua convicção não irá se abalar pelas críticas, pelos olhares distorcidos e frases sussurradas de pessoas que pela pobreza espiritual não conseguem enxergar que cada um possui seu próprio brilho.
A única diferença é que uns conseguem transformar este brilho numa força de iluminar tão potente que se quiser tem a capacidade de clarear o mundo, e o melhor de tudo sua luz não se apaga nem mesmo quando seu corpo descansa, sua luz se resplandece por anos anos séculos, milênios ou pela eternidade.
Beijos
Re Pinheiro
A "Doce" Humanidade e suas fórmulas secretas, decoradas, e clichês, fórmulas repletas de alegria, felicidade e cheias de caminhos prontos e reveladores.
Tem muito do excesso da sociedade conservadora e retrógrada, da família tradicional Brasileira e menos da essência do individuo e do senso de liberdade e desprendimento.
Não é a felicidade conquistada ou o bem estar adquirido; o bem estar vivenciado! São a felicidade e o bem estar fabricados, replicados, moldados, artificias, industriais, não são sólidos feito pedra, escondem-se atrás de "belas" fachadas, mas voam como grãos de areia sem o mínimo de densidade pelo vento tentando atingir a imensidão do oceano que na verdade mora dentro de cada ser.
Como deve ser triste mergulhar nos desejos dos outros, mas não não de si mesmo, por isso sempre apreciei e optei por autenticidade e principalmente por pessoas autênticas.
A autenticidade revela um paradoxo em que o Não Fazer se torna mais desafiador do que qualquer ação ou papel que possamos desempenhar. Esta aparente simplicidade esconde um esforço consciente e constante para resistir às expectativas, pressões e padrões externos, tornando o ato de não se conformar uma das tarefas mais árduas na busca pela verdadeira essência de quem somos.
Ninguém se esconde de si mesmo. Se a laranjeira esconder a fruta, não é laranjeira. O vento só é vento quando venta. O gol do futebol só é gol quando a bola, ao levar uma 'bicuda', entra.
No meu silêncio
Me recompus sozinho.
Sem mãos que me erguessem —
apenas a dor, a febre, a indiferença.
Bebi angústia em copos rachados.
Fumei lembranças até virar cinza.
Hoje, não salvo mais ninguém.
Se vieres,
vem nua de idealizações.
Nunca fui o ideal —
nem quero ser.
Mas traga coragem nos olhos,
pra suportar minha tempestade.
Não quero juras de amor.
Quero presença
quando o verbo falhar.
Não peço perfeição.
Só alguém que me veja
como eu vejo:
com falhas,
sem medo,
sem pudor,
sem fuga.
“Somos inteiros por natureza — nada nos falta. O que buscamos é apenas o equilíbrio que nos permita viver com autenticidade e habitar, com plenitude, quem já somos.”
“Não tenha medo de recomeçar para se tornar quem você deseja ser, apenas tenha coragem de mudar e buscar uma vida da qual se orgulhe.”
O homem não nasce puro. Ele é instinto, desejo, impulso, é o caos em forma crua. É a sociedade que o veste com regras, que o ensina a conter o que realmente é. Fui criado entre verdades absolutas, doutrinado a distinguir certo de errado como se o mundo fosse monocromático. Mas hoje observo: verdades que antes eram inquestionáveis estão se tornando cada vez mais debatíveis, enquanto o que antes era duvidoso está se tornando, aos poucos, a nova face da autenticidade.
Somos o que o silêncio revela quando caem as máscaras — e representamos, quase sempre, apenas aquilo que aprendemos a performar para não assustar os outros com nossa verdade.
