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O melhor das datas festivas em qualquer cultura soberana e livre, não são as comemorações históricas saudosistas e piegas. São sim as pessoas de hoje que por exaltação a memoria, reafirmam na contemporaneidade o valor da luta, da vitoria e das conquistas. A celebração da vida em pleno movimento histórico e cultural continuo, politicamente correto.Algum dia, terá que findar no Brasil este equivoco de assalariado e a falsa ideia pequena autista marginal que imagina que todo feriado prolongado é só mais um momento oportuno para um maior lazer.
"A arte e suas manifestações culturais são os refletores da essência de um povo com suas idiossincrasias, crenças e valores que de maneira espontânea, eclode através da sensibilidade peculiar de um artista ou na representação genuína de um povo".
Luiza Gosuen
O artista não é especial coisa nenhuma, o artista é como todo mundo. Quer telefonar para Deus e não sabe o número.
A momento mais difícil e contraditório vacilante na obra pictórica é o da assinatura, o instante de afirmar que ela em si está completa, não mais pertence ao artista e a partir de então, entrega la ao mundo.
A mediocridade é a equilibrista dos meios-termos, ponto médio entre o sublime e o profano, entre a obra de arte e o plágio, entre o êxtase e a decepção.
Quando o professor está ali para vigiar o aluno, não o deixando colar, e ele sobretudo cola, então o educador se mostrará deficiente no seu papel de avaliador, nesse caso, os resultados de uma prova nunca são reais. A arte de colar é maior e mais apurada do que arte de ensinar! Mestre é o aluno!
Na arte e na cultura, infelizmente na maioria das vezes quem ensina, conhece a teoria, a didática mas na pratica não sabe profissionalmente fazer.
Em pleno seculo XXI no Brasil ainda não existe um verdadeiro, realista e livre estudo, pesquisa e investigação real da verdadeira historia, da arte e da cultura negra. O pouco que existe, é um material distorcido por alguns pesquisadores dependentes de verbas politicas e ainda esta muito distante da verdade e da realidade da época, é sim um pseudo-conhecimento romantizado e aprimorado doutrinado a partir de fontes não verídicas, e camuflado de fontes não documentais e muito menos verdadeiras advindos dos próprios interesses retroativos imorais e desumanos das perversas e muito rentáveis politicas escravagistas no período do império brasileiro. Falar em escravidão no Brasil, para um pesquisador de cultura é quase que uma anedota, sem graça. Pois se para a igreja na época, o ser negro não tinha alma, e se na economia rural cafeeira era inventariado e patrimoniado junto com as galinhas e o gado, tratado pelo veterinário, por que falar hoje em escravidão humana. E os absurdos históricos vão alem, como a não historia oficial de Dom Obá no império brasileiro e a escultura em homenagem ao Zumbi dos Palmares, na Praça 11 no RJ, edificado na gestão do meu velho amigo, o renomado intelectual Dr. Darci Ribeiro, que não é. Eu particularmente avisei-o em Copacabana na época, que aquele não era o Zumbi, o herói Zumbi era de etnia Banto de nariz achatado aquele que lá está é um príncipe argelino, com nariz fino e penacho na cabeça, que me parece que tem uma escultura original bem semelhante, que serviu de base para a confecção da escultura que la se encontra e a original em um museu em Londres. Alem da verdadeira historia não ser contada, misturada, romantizada a maioria das parcas fontes de pesquisa que existem não são fidedignas. Infelizmente é um Brasil que não conhece o verdadeiro Brasil ou pelo que me parece, não tem muito interesse em saber.
A arte contemporânea, principalmente nos países emergentes do grupo dos BRICS, que o Brasil faz parte, deve e tem que sair das esferas tradicionais dos museus, das coleções privadas, do mercado e das galerias. A arte deve vir pra rua não só como o grafite e a Street Arte mas bem mais amplo que este sentido. A arte tem hoje um importante papel e uma função ativa publica sócio-cultural politico-educativa. O artista só é pleno se assume o seu papel de ativista cidadão cultural de seu tempo e lugar. Já alguns anos como presidente da AFBA, Associação e Escola Fluminense de Belas Artes, antiga e tradicional entidade, hoje bem abandonada e esquecida, venho tentando semear, frutificar e expandir está visão e fomentar o pensamento e a indagação da arte nos grupos de artistas nas esferas das politicas publicas e privadas de arte, cidadania e cultura que ainda muito acimentadas encontram se disonantes da verdadeira possível resposta para a realidade. Acredito na arte e na cultura como metalinguagem atualíssima e forte dentro de um quadro educacional nacional caótico, sucateado e quase inoperante. Creio em projetos vitoriosos como o da Escola da Ponte de Jose Pacheco em Portugal, creio na educação artístico-cultural que promove a individualidade no exercício da autonomia e da liberdade. Creio em Paulo Freire, tão bom para outros países e tão pouco bom para os brasileiros. O Brasil deve extinguir de vez está errônea ideia que o que é oferecido e disponibilizado pelos sem fins lucrativos, o que é publico e governamental oferecido por cidadania e politicas publicas não partidárias seja fraco, obsoleto, ineficaz, ruim ou tenha menor valor. Ao contrario mas também o estado sócio-cultural brasileiro deve se libertar e se afastar dos bipolares projetos bissextos partidários e mergulhar de maneira séria e profunda nos programas de governo e de estado mais efetivos e duradouros. A frequente critica quanto aos altos valores abusivos da arte contemporânea existe sim por que a grande parte da arte produzida pelos artistas desta corrente,não participam de forma cidadã-sócio cultural educativa locais e nem nacionais das correntes produtivas das cadeias criativas.Em suma a arte de hoje não pode estar longe das perguntas e das respostas livres do pensamento moderno.
No intervalo entre o pó de onde viemos e o pó para onde retornaremos, temos que nos tornar ‘pós’ graduados na arte de viver!
Ele pegou sua dor e transformou em algo bonito. Em algo com o qual as pessoas se conectam. E é isso que faz a boa música. Ela fala com você. Ela te muda.
Arte sol e mar vivem a me encantar
Na arte de amar deixo a desejar
Desculpe por decepcionar
Meu mundo é uma utopia
Tudo que sinto vira poesia
Minha mente variante é insana
Muito prazer sou uma pisciana!
Discussão não se trata de destruir o outro com seus argumentos intransigentes, mas sim, é a arte de conciliar ideias contrárias.
