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“Deus deu o livre arbítrio ao ser humano para ele fazer e ser o que quiser, mas as pessoas, insistem, há milênios, em decidir como a vida do próximo deve ser.”
A única coisa que nunca alieno é o controle do meu livre arbítrio. O que é certo eu sei, mas as vezes me permito fazer o errado.
Com certeza, se meu cachorro tivesse livre arbítrio, ele saberia que agimos arbitrariamente o tempo todo para que seres como ele se aproveitem desse processo, no entanto ele reconhece que nos importamos com ele, neste sentido, podemos afirmar que eles gozam do livre arbítrio.
Sem o mal não haveria aprendizado, ou seja não estaríamos vivendo lado a lado do mal.. O livre arbítrio é a escolha tanto do mal como o do bem. Portanto não importa a escolha importa sim, o que você faz depois da escolha: o mal ou o bem.
Nem toda causalidade é feito com razão tendo algum fim, na sua totalidade do termo, mesmo que a causalidade se forma de forma intrinsecamente, ela não precisa de uma finalidade para se originar, algumas se originam do nada. Se a minha afirmação estiver errada, então não existe livre-arbítrio.
A verdadeira amizade e o verdadeiro amor esta baseado na liberdade e livre arbítrio das pessoas amadas.
Cada um tem o livre arbítrio de escolher o que se pretende fazer na vida, porém, ninguém escolhe quando incidentes que não estavam planejados na vida acontecem; é bastante considerável reparar o quão gozado é a situação quando descobrimos que o plano desconhecido foi tão bem planejado que se fosse planejado sairia desconfigurado.
Sou pragmático: se existe uma vontade superior e não há nada que possamos fazer para mudá-la, então pouco nos importa sua existência.
Temos o livre arbítrio para escolher entre a brisa refrescante do bem ou o ar pesado e quente do mal que a vida nos oferece. Duas opções onde só podemos fazer uma escolha
Como nada é absoluto e isolado neste Universo, essa regra também se impõe ao livre arbítrio ou ao determinismo. Não pode haver livre arbítrio se esse não se mover para além dos limites da fatalidade e do automatismo instintivo. Aliás, a liberdade só tem sentido, como bem humano, enquanto soergue-se para derrubar limites.
Mas, tomemos cuidado: romper limites não significa demolir a casa, mas saber abrir e fechar as portas, sair de casa e voltar para ela na hora segura. Não há liberdade no Caos, bem como não há progresso na desgraça! Ao sairmos pela soleira da frente de casa, tomemos cuidado para que as portas não se tranquem por dentro, ficando então nós “sem pai nem mãe” no Mundo.
(Em "Sobre o Livre Arbítrio": http://wp.me/pwUpj-1mz)
Não posso dizer que sou razão, mas também não sou emoção. Também não as possuo em equilíbrio. Às vezes, a razão toma conta quando deveria a emoção prevalecer. Por outras, a emoção fala mais alto, e, no entanto a razão levaria mais pontos na escolha.
Ah a vida... Se soubéssemos sempre a melhor escolha! Se tivéssemos manual de instruções onde poderíamos consultar em momentos de dúvidas, mas não, nascemos para escrever o nosso próprio manual. Somos lote piloto de nós mesmos e devemos aprender com os erros e consertá-los para não haver reincidência.
Possuímos o livre arbítrio nas nossas escolhas!
Não há errado e nem certo, apenas pontos de vista diferentes, escolhas diferentes!
Nas tuas mãos teu livre arbítrio,
Na tua mente, teus pensamentos,
No teu coração, teus sentimentos,
Da tua boca, palavras pronunciadas por ti,
Dos teus atos, tuas próprias consequências,
Você É aquilo que você FAZ e PENSA, ninguém é capaz de te impor a nada, você é o dono de SI MESMO.
Flávia Abib
Algumas religiões tentando provar que são donas exclusivas da verdade usam a fé cega através de dogmas que não respeitam o raciocínio e o livre arbítrio de seus fiéis e mostram na prática que não estão com a razão e acabam perdendo ao invés de ganhar adeptos e ainda aumentam o número de ateus.
“Ou se acredita em livre arbítrio, ou se acredita em destino; acreditar em ambos é, a um só tempo, cômodo e contraproducente.”
Você é um ser consciente que tem o livre arbítrio, para fazer o que quiser. Mas, use-o com consciência e muita responsabilidade.
É na água quente que o ovo endurece e o aipim amolece. Não são as condições externas por si só que nos transformam, mas conforme o que temos em nossa própria essência real.
"As chaves que abrem os portais da felicidade, fraternidade e paz não estão em viver de amor, mas sim viver "com", "pelo", "por" e "para" o Amor, e à luz da espiritualidade quanto mais amamos mais os mistérios e encantamentos da vida irão graciosamente sendo revelados para nós."
Deus é justo no calvinismo fatalista? Não!
Um Deus que predestinou uns para salvação eterna e outros para condenação eterna não seria justo, pois não teríamos escolha nem responsabilidade por irmos ao lugar que nos foi programado, assim seria um mundo de fantoches ou robôs, uma tremenda Matrix delirante. Justo seria irmos para onde desejássemos ir por meu de nossas escolhas pessoais, pois Deus respeitaria nosso livre arbítrio sem forçar ninguém.
"À luz da pluralidade da espiritualidade durante a nossa trajetória pelo crescimento, evolução, felicidade e o bem comum, por livre arbítrio, sejamos como as águas dos rios que se movem e transformam as margens e a natureza compondo lindas, encantadoras e poéticas paisagens versando o Amor."
