Tag amor

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⁠Carnaval em Veneza.

Infinito desse mundo,
As máscaras nunca caem,
Os foliões vão ao delírio,
Pierrôs, colombinas e arlequins,
Numa dança sem fim,
Onde os corações enrijecidos,
São bandidos,
Dedicados ao prazer obscuro,
Se escondem,
Ficam em cima do muro,
Endurecem,
A si,
Aos outros,
Enaltecem,
Romantizando os jogos de perdição,
Torturadores da razão,
De rostos cobertos,
São valores invertidos,
Não consigo,
Nesse mundo invertido,
Submetido a enganação,
Sou eu a dizer que não,
Prefiro a dor da verdade,
O viver sem maldade, 
Cheio de intensidade,
Ainda que outros digam,
Que essa é minha fraqueza,
Minha força está ainda que seja na tristeza,
No derrubar de lágrimas,
No surto,
No grito,
No verso.
Prefiro a dor da paixão,
Do amor não correspondido,
Do que a frieza daquilo que é contido.

Inserida por LeticiaDelRio1987

Tudo o que eu pensava sobre o amor não tinha nada a ver com ele. Percebi que não conseguia reconhecer o amor porque, na realidade, nunca o havia visto. É claro que eu tinha uma imagem na cabeça, mas ela não servia mais. Também descobri que o amor é mais do que um sentimento bom. É mais do que se sentir necessário ou ter suas carências preenchidas.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

⁠A SENHA

Paixão, trago estes versos singelos
escritos com a minha emoção plena
E, neles, a minha inspiração serena
Duma afeição e, satisfação em elos
Trago afeto, nos sentidos paralelos
olhar, gesto, aquela carícia amena
Quero agora ter-te em poética cena
e teu corpo haurir delírios donzelos

Não vês que somos cada um verso
Cada um sentido, na estrofe imerso
insanos amantes, de digno trovador
Somos nós: juntos, leia-me, te peço
Quem mais benquererá. Confesso...
o amor, a senha, para cá eu compor

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31 janeiro, 2023, 19'10” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

Ela amava tanto o meu pai. Ele era o mundo para ela. Quando ele foi embora, ela perdeu a alegria.

Inserida por pensador

A vida sempre será caótica. Mas tenho certeza de uma coisa. Quero enfrentar tudo com você.

Inserida por pensador

⁠O processo é assim: conseguimos o que queremos apenas para descobrir que não é como pensávamos!

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

⁠Uma das sutilezas do amor é tornar especial o comum.

Inserida por ednafrigato

A verdade é que o amor está dentro de você e que nenhum relacionamento com alguém pode desenterrá-lo e ativá-lo na sua vida. É você quem, primeiro, tem que tomar posse dele

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

⁠Essa é a beleza do processo. Ele não nos deixa estagnar. Ele nos força a crescer, e crescer um pouco mais. Porém, para crescer, temos que trabalhar. E é esse trabalho que precisamos realizar em nós mesmos para chegar ao amor que torna o processo tão desafiante.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

Nada nos faz aprender mais a respeito de nós mesmos e da vida do que os relacionamentos. Falo por mim: aprendi a ser muito grata a meus professores/amantes/parceiros pelas lições que me ensinaram a respeito do medo, da raiva e da carência que eram frequentemente camuflados como amor.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

Fomos educados para alcançar resultados e não para valorizar os processos, esses meios-tempos indispensáveis para irmos construindo a auto-estima e a liberdade necessárias para fazermos as escolhas capazes de nos trazer felicidade. O meio-tempo é o espaço de aprendizagem em nossas vidas, quando as experiências – quaisquer que sejam – não são objeto de julgamento, mas oportunidades para aprendermos

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

⁠Você não irá receber amor de fora enquanto não for amor por dentro.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

Entramos nos relacionamentos procurando pelo amor, esperando que alguém nos ame ou nos aceite amorosamente. Isso acontece porque todos nascemos para expressar e receber amor. Queremos tanto receber amor e aceitação que às vezes somos capazes de fazer qualquer coisa para consegui-los. Quebramos as regras do amor. Não respeitamos a casa do amor. Permitimos que as pessoas entrem, fiquem, se mudem, vivam em nossas vidas de maneiras que não têm nada a ver com o amor. O que não conseguimos entender é que, enquanto não conseguirmos viver em harmonia com nós mesmos, haverá em nós um vazio se tornando maior, mais fundo e mais doloroso.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

⁠Tem dias que dar vontade de entregar os pontos, chutar o pau-da-barraca e desistir de tudo. Tem dias que os outros nos ver sorrindo, mas nem imaginam que por dentro estamos em pedaços. Tem dias que dar vontade de voltar para casa, mesmo sabendo que não temos mais para onde ir. Tem dias que bate uma saudade de quem éramos, pois não mais reconhecemos quem somos. E mesmo com tudo isso, todos os dias uma força me renova, fazendo me acreditar que ficará tudo bem, que dará tudo certo, que eu já cheguei muito longe para desistir agora.

Inserida por eduardolimal

As pessoas não conseguem preencher as nossas necessidades. Podem querer fazê-lo, podem tentar. Podem nos convencer de que são capazes de preenchê-las, mas não é verdade. O que as pessoas podem fazer pelas outras é tornar a necessidade menos urgente.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

⁠Quando a olho, finjo que não a conheço, e isso dói imensurávelmente em meu peito.

Inserida por Bacteria

⁠Eu ainda espero um dia ser feliz, mesmo não sabendo como é a felicidade...

Inserida por Bacteria

No meio-tempo, uma das coisas que fazemos é nos tornarmos audaciosos o suficiente para dizermos ou fazermos coisas que nunca diríamos ou faríamos em circunstâncias normais. Não é que não devêssemos dizê-las ou fazê-las, mas é porque, quando as coisas estão toleráveis em um relacionamento, achamos que o melhor é esconder, evitar, negar e resistir. Nós nos convencemos de que estamos poupando a pessoa querida da dor e do sofrimento. Mas a verdade é que nós estamos sofrendo! Estamos sufocando nossos sentimentos e nos atormentando. "Por quê? Por quê? Por que não consigo entender direito esse negócio de amor?" Atormentar-se é o comportamento do meio-tempo que nos faz dizer ou fazer coisas que realmente não queremos.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

Mais cedo ou mais tarde, todos temos que aceitar o fato de que, em um relacionamento, a única pessoa com a qual estamos lidando somos nós mesmos.⁠

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

Amamos nos outros o que amamos em nós mesmos. Rejeitamos nos outros aquilo de que não gostamos, mas não conseguimos ver em nós mesmos.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

A paciência é o elixir da cura para a melancolia do meio-tempo. O desafio, quer gostemos ou não, é aprender a ser paciente com nós mesmos.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

Cada vez que surge um sentimento, é sinal seguro de que estamos lidando com ele a fim de liberá-lo. (...) Quando sentimentos e padrões antigos de comportamento estão lutando para se perpetuarem, a coisa mais amorosa que podemos fazer é ter paciência com nós mesmos e com o que estamos sentindo.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

⁠Lembre-se de que estamos sendo preparados para algo melhor ou protegidos de algo pior.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

⁠Nossos padrões de comportamento passivo/agressivo nascem conosco. Em grande parte são determinados pelos padrões de nosso nascimento. [...] Quando estamos no útero, ficamos mergulhados na energia que se torna o alicerce de nossa identidade.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036

A maioria das pessoas que entram e saem de nossas vidas colocam minúsculas etiquetas de preço no seu amor. Às vezes, as etiquetas são tão pequenas que não percebemos que são etiquetas cheias de condições, até que chega o momento de pagar.

Iyanla Vanzant
Enquanto o amor não vem. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.
Inserida por usuario1010036