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AMOR GLOBALIZADO
Paro... Vejo o mundo globalizado...
E, quando nele às vezes circundo,
Vendo toda esta invasão, me confundo,
Fico inseguro e até mesmo assustado!
De qualquer lugarejo ao fim do mundo,
Qualquer noticia ou assunto focado,
Quase sempre de modo exagerado,
Chega até nós apenas num segundo!
Assim foi com este amor que acalento,
E que vivia comigo em degredo...
Porém, não é por isso que eu reclamo...
O que me entristece e faz meu tormento,
É que todos sabem deste segredo,
Só você não percebe que eu te amo!
Nelson de Medeiros,
"O amor é dadiva de Deus, que se expressa em virtudes quando nos doamos ou dividimos o pouco ou o muito que temos em favor dos nossos semelhantes”.
``Sou um homem amante das mulheres
Sei que delas vinhemos
Pra elas vivemos
Com elas sofremos
Depois morremos.
De tanto me perder, agora sou um labirinto, um caminho sem saída, um destino sem volta, esperando vc entrar, se perder em mim, e pra sempre ficar!
A UMA AMIGA
Não posso dizer: - Eu te amo.
Ah! se eu pudesse - Quem dera!
Por isso sempre te chamo:
Minha amiga mais sincera!
Dizem que quando sonhamos sorrindo,é porque ,no sonho, a lembrança fez uma ciranda com a saudade e nos levou ao mais puro amor.
Quando tento expressá-las,
Elas me somem!
Travessas palavras que de branco me consomem,
O que sinto por você é inexplicável,
Amor infindável!
Quero você pra toda vida,
Mãos dadas,
Você me põe pra cima,
Quero seu ser tudo,
Assim como você pra mim é,
Porto Seguro,
Lugar perfeito,
Seu sorriso de Sol,
Seu olhar de mar da Lagoa da Conceição em Floripa,
Um dia te levo lá,
Sentiremos num banquinho à beira mar,
Sem pressa,
Aos beijos,
Espumante à um brinde a vida,
À nós,
À sós,
Ao eterno,
Felizes para sempre!
CONVIVER NÃO É FÁCIL...
Uma das coisas mais difíceis de se fazer é a convivência entre as pessoas.
Todos queremos uma convivência harmônica, mas muitas das vezes isto se torna praticamente impossível.
Muitas vezes por mais que queiramos ou não, sempre haverá problemas em se viver em grupos, famílias, um relacionamento ou mesmo amigos.
Praticamente é um exercício diário conviver sem perder a calma com o outro. Saber contornar e abrandar situações que fogem ao controle.
Conviver não é fácil. Muitas vezes vivemos em ambientes tóxicos, com pessoas com pensamentos ideias e atos totalmente contrários ao que pensamos.
Cada um com suas verdades e formas de agir. Muitas vezes conflitante sobre muitos pontos de vista. Cabe a cada um de nós ter o discernimento de entender as diferenças, seja de pensamento e da forma de cada um ver situações que aparentemente deveriam ter a mesma forma de se ver.
A calma, a paciência, o respeito devem ser colocados a prova em muitos momentos em que temos divergências. Os limites tem de ser bem delineados para que se viva melhor e compreenda o outro. Em muitos relacionamentos, seja amoroso, seja familiar ou até com pessoas amigas, muitas vezes passamos por provas que senão haver um comprometimento em entender para viver bem, perdemos completamente a civilidade.
Tornando a convivência mais complicada e difícil. Onde o amor, a cordialidade cedem espaço a brigas, discussões e atos que na verdade terão consequências maiores.
Que possamos cada vez mais aprender que precisamos uns dos outros, que todos são necessários para se ter uma vida completa e feliz. Nada precisa ser igual, o contraditório faz parte para que cresçamos como pessoas e para que tenhamos uma convivência mais fraterna.
Somos todos iguais. Viemos do mesmo caminho e retornaremos pelo mesmo. Não nos cabe vir a este mundo para tornar a vida de alguém um martírio e um sofrimento.
Tudo nos será cobrado, seja pelo bem que fizemos seja pelo mal aplicado em nosso próximo através de atos, pensamentos, palavras, mentiras que destroem vidas, sonhos, objetivos.
Que tenhamos a coragem e a honradez de entender que o que difere de mim não necessariamente me faz mal ou precisa ser tratado de forma diferente.
Amabilidade, respeito, carinho e atenção se refletem na forma com que trato meu próximo. Gerando com isso uma convivência harmoniosa e feliz.
Marcelo Martins
A verdadeira essência do ser humano é feita à semelhança do Criador, que é pura Perfeição, Compaixão e Amor.
A solidariedade no ser humano é um atributo divino.
Eu... descrevo a amizade como um amor verdadeiro; claro, um amor amigo; um sentimento capaz de sentir o que o outro sente; de abraçar a dor sentida; de sorrir a alegria vivida!
Eu... descrevo a amizade como sorrir com o (a) amigo (a) quando sorri; chorar quando o (a) amigo (a) chora; viver quando o (a) amigo(a) vive!
Eu... descrevo o amor quando seu pensamento se encontra com um rosto; quando sua lembrança encontra os momentos; quando seus ouvidos escutam a voz do outro (a); quando seu corpo reage quando na presença!
Eu... descrevo o desejo quando o coração bate forte; quando a pele reage; quando o corpo fica rebelde; quando os desejos se encontram...
Eu... descrevo o desejo quando não são mais dois; quando não há mais contagem de tempo; quando as almas se enlaçam; quando a vida acontece...
Romário Gonçalves
Como pode existir, um homem sem sonhos, uma árvore sem raiz, um céu sem estrelas e eu sem você, pra me fazer feliz?
Seja onde for, sinta a vibe, assopre felicidade, respire coisas boas, transpire amor pelas pessoas.
Quando me apaixonei me perdi.
Quando amei me encontrei.
A paixão tem pressa.
O amor tem calma.
A paixão adoece.
O amor cura.
A paixão cega.
A amor ilumina.
A paixão é um turbilhão.
O amor o orvalho da manhã.
Quando me apaixonei esqueci de mim.
Quando me amei virei prioridade.
O amor sempre ilumina.
O amor traz calmaria.
Traz boa companhia.
Traz alegria.
Sinônimo de felicidades e bons momentos.
Sinônimo de cheiro.
Tempero.
Bom paladar.
Novos sabores.
Novos lugares.
Sinônimo de amore.
Amor é magia.
Conexão e energia.
Aconchego da alma.
Mente em sintonia.
Amar é desejar o melhor ao outro.
E o desejo do outro é a sua companhia.
E nestes sonhos de tirilene, enfaixados como cornucópias,
Ilustres entre si, impopulares com os outros.
É nesta interferência de intumescência ogre, que vigora em tons lilás o sepulcro esquizofrénico de Dalila.
Foi neste pressuposto, ostracidado e asfixiado de notas soltas, numa sinfonia inacabada de lençóis brancos de alfazema mental, sintonizada em mordomias lustres, belas reais e infinitas. que Dalila fez amor nesse antídoto, escondida nas esferas, entranhas amigas, de confissões antigas.
o ilustre busto, magnifico e singular, era em si toda a ortodoxia de um pensamento ainda virgem, robusto, todavia.
No altar, de indumento vermelho forte, cabeção floreado branco o homem cursava, ostentando ouro nas mãos. Pregara durante longos minutos o anúncio tão esperado.
Ofélia, que escondia o rosto imaculado em óculos de massa pesada, preta, vinha timidamente. Era raro sair do esconso, mas percebia que aquela cintilância que desabrochava por entre as ruas lhe dava uma percepção de emancipação, não evidente para ela, mas compromentida com ela.
Foi nesse caminho que ambas, Dalia e Ofélia, se cruzaram e olharam-se intensamente. Tão intensamente que os ombors descairam.
Enfaixadas, vencidas pelo vaticínio, as mulheres fizeram amor ali mesmo.
Da mesa consagrada, o homem de vermelho assiste ao fundo, fora de sua casa ao enlaçe das duas mulheres.
Num olhar disfarçado, fita os fíeis. Mas como era tentador o que lá se passava fora, tão tantador que o homem não sabia se o seu orgão estava a traí-lo. Não podia ser, pensava ele… não era possível não ter controle sobre aquela obescenidade, tão crua, tão animal… mas tão real.
