Tag absurdo
“A falta de comunicação com tanta tecnologia é um absurdo. O maior absurdo é falar e falar e nunca ser ouvido. E quando nos ouvem é tarde demais”.
Já imaginou que absurdo
Você viver sem o que mais ama no mundo
Tirar a farda do soldado
A lei do advogado
Acho que você já entendeu
O que eu queria dizer
Métodos e termos estatísticos são necessários para relatar os dados das tendências sociais e econômicas, das condições dos negócios, da “opinião”, das pesquisas, dos censos. Mas sem redatores que utilizem as palavras com honestidade e compreensão, e sem leitores que saibam o que significam, o resultado só poderá ser o absurdo semântico.
O amor, porém, é quando você não respira, quando é absurdo, quando sente falta, quando é bonito mesmo que esteja desafinado, quando é loucura... Quando só de pensar em vê-la com outro você atravessaria o oceano a nado.
Você pode até pensar o absurdo sobre mim, mas eu nunca vou deixar de te mandar flores quando sentir saudades.
Se tem uma coisa que noto mais a cada dia é que nossas habilidades estão condicionadas ao nosso desejo de vencer em algo, seja o que for. Nunca diga que algo é impossível e absurdo se você nunca tentou. Com fé e força de vontade a gente consegue tudo. Temos em nós as ferramentas para mudar o mundo, mudar situações. Lembre-se sempre que incapaz é aquele que não tenta, e sua obra é achar tudo impossível.
Às vezes me rendo à anarquia dos meus pensamentos e deixo fluir o além do possível. Realidade apenas não me basta. Eu a quero em todas as suas versões e filões. Eu desejo o absurdo!
HOMENS RAROS (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Quantos fincaram uma cruz
Nos túmulos dos seus destinos
Antes de sentarem à mesa
Do banquete das ideologias?
Quantos amargaram o sofrimento
Do próprio suor
Cheio de dores e revoltas
E que choraram pelos poros de seus corpos?
Quantos fizeram de suas vidas
De seus ideais e lutas
Insanidades transitórias
E gestos de grandezas eternas?
Quantos lamberam os próprios corações
Sangrantes nas lutas diárias
Enfrentando o chumbo e a solidão
Para construir um mundo melhor ou pior?
Quantos palmilharam estradas tortas
Que ligam a tênue fronteira
Entre a morte e a vida
Para entender o absurdo da existência?
Quantos choraram seus mortos
E depois Guardaram as bandeiras
Cessaram as batalhas e ressentimentos
E mergulharam no grande mar do perdão?
Quantos caminharam descalços
Pelos desertos interiores e exteriores
Em busca de tórridas e quentes
Verdades filosóficas e religiosas?
Quantos não fraudaram as leis e normas
Em rasteiras surdinas e trapaças
Em busca do enriquecimento ilícito
Esses são homens raros ou bandidos épicos?
Por fim, gritei o mais alto essas questões
Para as montanhas, planícies, colinas
E mundo afora... E o eco me disse:
Só os raros...
ISBN: 978-85-4160-632-5
As religiões chegam ao absurdo de se dizerem humildes mesmo afirmando que são oniscientes, quando na verdade não são nem oniscientes ou humildes.
"Aqueles que querem entender a cabeça dos homens que governam o mundo, devem estar preparados para o absurdo." - em Aforismos de Alberto Parlatore
No lugar do absurdo que se transformou o Brasil, de hoje, só é feliz quem não sabe e não quer saber de mais nada.
O medo é um absurdo
O medo me deixa surdo
O medo me deixa cego
O medo me deixa louco
O medo me deixa incerto
O medo é um absurdo
Céu tenebroso, nuvens de enxofre, ventos gélidos carregando agonias.
A pátria do cruzeiro padece de incertezas.
Teríamos sido acaso esquecidos?
Sodoma e Gomorra, situadas na américa do sul?
Absurdo, no mínimo.
Deus, ou um politeísmo egocêntrico de deus em minúsculas?
Calafrios me recordam a espinha.
Ai de mim!
Só um grito trágico grego pode dar ideia da dor, do câncer de minhalma.
Demônios covardes, fazem de minha ignorância chacota.
Escarnecem, até do conteúdo de minhas vísceras.
Abutres de togas negras!
Pátria amada?
Por quem, se até mesmo o amor próprio, que se insinuava atrevido, não o tenho mais?
Trataram de aniquilar-me, apagaram qualquer vestígio de brasilidade das minhas digitais.
Agora sou minoria, brasileiro não mais.
Sou homem, sou hetero, sou nordestino, sou pardo e sei lá o que isso quer dizer, sou pedaço de coisa nenhuma.
Ai de mim, que não sou nada. E o que fazer com a certeza de que o nada não existe?
Ai de mim que nem existo.
Desisto ou insisto na tentativa de me inventar?
Fico com a segunda opção, sou covarde demais, para desistir de ser.
Ai de mim!
Sem saber por qual caminho,
Quando nada anterior o indica,
Decidir se se parte ou fica,
Ignorando onde está o espinho,
Entrar, sem negar a incerteza,
Coração aberto, para o que der ou vier,
Afinal, quem sabe o que quer?
Recuar não seria avareza?
Sim, em frente e com tudo,
Não contabilizando ganhos ou perdas,
Com medo, assumir o absurdo,
Enfrento a dor se me arrancam as cerdas,
E sigo, atento e sem escudo,
Isento entre direitas ou esquerdas.
Existem verdades tao absurdas ouvidas que é preferível acreditar em uma mentira simples...
[Sandro Furtado
14 de maio de 2014 às 17:52 ]
A constatação e a rejeição do absurdo são algumas das razões lúcidas que contribuem para o esbelecimento dos limites.
A recusa em acreditar até que a prova seja dada é uma posição racional; a negação de tudo fora de nossa própria experiência limitada é absurdo.
