Sustenta
O teu colo Senhor é tão bom, me alimenta, me renova, me sustenta!
Já te falei que é meu lugar preferido? Nunca saio dele igual, nunca!
Vidas em segundo plano
Produtos classificados em escalas
Somos o bruto que sustenta a ponta afiada .
Uma bela flor do campo não sobrevive por muito tempo sem terra para sustenta-la, assim é os filhos para com as mães.
De que adianta muita “unção”e pouco caráter ? Bom lembrar que é o caráter que sustenta a unção e não ao contrario
O alimento que sustenta o homem
È o amor Divino
Porque ele só cresce
Quando ama o seu semelhante
Como a si mesmo.
Pede ajuda
Pede ajuda, a nosso bom Deus pra trabalhar
E trabalha pra sua família sustenta
Corre ali, limpa La, sem ter uma trégua a descansar
Vai pra La, vem pra Ca, sempre um patrão a reclamar
Na segunda feira ele vai trabalhar,
Com a cabeça erguida mais sem descansar.
E não marca bobeira e nem mesmo faz cera
...bis
?pra continuar?
E na hora do almoço uma hora sagrada
Ele pega a panela e vem fazendo a batucada...
E o bicho pega, ele não nega, ele se entrega - quando
a rapaziada começa a cantar
REFRÃO
E já deu sua hora e sem olhar pra traz
Ele corre pro ponto sempre duas horas a mais a lotação
lotada, gente sempre indignada
?Amanhã é outro dia... e tem muito mais?
E ao chegar a casa querendo respeito
Sua mulher, gritando CADÊ O DINHEIRO DO EMPREGO?
Ele descobre não importa o que aconteça é no
serviço...
Que tem mais sossego
É base. Sustenta, aumenta. Me edita, me inventa. Não mexe, não aquece, me joga e me esquece. Pensa e grita, olha, agita. Palavras, sentidos, reflexos, ouvidos. Não corta, não deixa...só assiste e aceita. Conversa, se solta...vem aqui, fecha a porta...
Começa, sente...abraça...esquenta. Presta atenção. Põe a tinta no caldeirão e deixa o arco-íris evaporar, sonhar...voar...
Flutua comigo no ar, pensamentos individuais daquela noite sentado num canto vazio sem luz sem cor...sem magia sem amor...sem corte e sem dor. Com coração de perdedor.
O maior argumento que se invoca e se sustenta contra o orgulho é que todos têm de acabar no mesmo campo-santo. É a unidade social dos cemitérios. Mas nisso há ilusão; dizer que todos acabam iguais é mentira ou impostura; a morte não faz iguais, - desfaz; não nivela, - destrói. Todos deixam de ser a mesma coisa: uns deixam de ser grandes, - outros, pequenos.
Por trás de uma felicidade medíocre, sempre se esconde a incerteza e a angústia de ter que sustentá-la.
Já escurece
neste canto solitário
do réu primário
que sustenta tanta dor
se o vencedor
se transforma em salafrário
põe no calvário
mais um Cristo Redentor.
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