Frases sobre barulho

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O SINO DO RECREIO.


Eram nove horas da manhã...
O sino tocava anunciando o recreio,
O barulho e a euforia da piasada eram grandes,
Era hora do lanche.
As bolsas e mochilas se abriam e lanches apareciam...
O que via me agradava e minha vontade de comer apenas um pedacinho aumentava...

Minha mochila, não era bem uma mochila, era simplesmente um saco plástico que anteriormente era embalagem de arroz, sim, um saco de arroz de cinco quilos.
Neste saquinho que eu usava como mochila, havia um pequeno caderno que dividia todas as matérias e alguns toquinhos de lápis que eu encontrava pelo caminho...

Bom...
O sino tocou hora da merenda!
Opa, hoje tem sopa de feijão (Minestrone), estava muito bom, mas não era suficiente.
Não podia repetir, mas como a ocasião faz o pidão...
Lá ia eu.
- Ei sobrou de sua canequinha?
- Não jogue fora, dê para mim, aí eu lavo sua caneca!
Assim conseguia comer mais um pouquinho...

De repente...
O sino toca.
Hora de entrar para a sala de aula, a professora já estava na porta.
Mas o que esta acontecendo?
Alguma coisa diferente...
Em vez de a piasada correr para a sala, corriam para o fundo do colégio, o que será que tem lá, pensei?!

Fui verificar...
Sabe o que acontecia?
Os meus coleguinhas de sala na hora do recreio em vez de comer seus lanches, iam brincar, correr e se divertir e não dava tempo para comer seus lanches e tudo ficava pela metade, mas quando o sino tocava eles corriam para o fundo do colégio e jogavam fora os lanches.

Eu vendo tanto pão com tanta coisa boa no meio, me escondi, e assim que todos saiam, eu ajuntava pão por pão, lanche por lanche colocava em outro saquinho que encontrei e após escondia no meio do capim.

A professora ficava muito brava comigo, por ter chegado a sala de aula atrasado e me colocava de castigo atrás da porta de joelhos.

Um dia a professora me disse: - Paulo Sérgio, se você chegar atrasado vai ficar o próximo recreio dentro da sala!
Eu fiquei muito preocupado, e procurei ser mais ágil.

Quando a aula terminava, por voltas de onze horas, eu ficava esperando que os coleguinhas fossem embora para eu ir até o fundo do colégio e pegar a comida que eu havia escondido.

Eu estudava em uma escola chamada Cristo Rei, no bairro DER em Francisco Beltrão PR. O quintal onde eu morava tinha duas frentes, a frente principal era que dava acesso à rua: Santo Antônio e a outra entrada pela rua: Sete de Setembro.
Eu sempre ia para o colégio pela Rua Santo Antonio e voltava pela Rua Sete de Setembro, pois tinha menos movimento e eu temia que fosse encontrado por alguém conhecido e fosse percebido que eu tinha ajuntado restos para levar pra casa.

Foi uma época de fome, tinha apenas sete anos, meu pai era ausente de casa e minha mãe trabalhava muito longe, em outro Estado. Ouvia falar que era um Estado chamado Mato Grosso em uma Cidade chamada Cuiabá. Achava esses nomes muito estranho e nem sabia se quer apontar o dedo mostrando qual era a direção de onde se localizava esse lugar.


* Viver não é fácil, para viver tem que ter muita coragem e às vezes o que é lixo para você pode ser o sustento do outro.
Não jogue comida fora, se estiver sobrando, ofereça para alguém que esteja precisando.
Pratique essa boa ação, pois DEUS ama o que oferta com alegria.

Inserida por paulosk

Eu quero por um fim neste tormento.
Quero saber qual o barulho que você mais odeia;
Quero saber qual o cheiro que você mais gosta.
Quero saber se você prefere primavera ou verão.
Se você tem mas afinidade com seu pai ou com sua mãe.
Quero saber da sua história.
Da sua infância.
Quero saber que filme já te fez chorar e qual já te fez sorrir.
Quero que você adore meu sono demorado.
E tenha desconfiança da minha insônia.
Quero participar, quero ser quem te liga com febre.
Quero ser a espera do domingo a tarde.
Quero ser sorrisos e lágrimas.
Quero acampar com você.
Quero dividir um lanche com você.
Quero a noite te cobrir e te descobrir.
Quero seu cheiro sem perfume.
Quero te ver nervosa, ansiosa, com sono.
Quero começar esta estrada mais uma vez do nada.

Inserida por polianavga

Eu pulo, grito, bagunço, faço barulho, choro, sorrio... Eu só quero ser feliz, só isso!

Inserida por AndrePontes

O silêncio ás vezes se faz nescessário para entender o barulho.

Inserida por LeoniaTeixeira

Se tivesse mar, diria ter ouvido o barulho das ondas; do tipo que remexe, embrulha de emoção; abana, sacode. Se tivesse chuva, diria ter sentido respingos gélidos, feito sacudidelas pela minha face; ter acordado às brutas de um sonho matinal fora da manhã! E não há nada melhor do que viver a realidade! Se tivesse sabor, diria ter sentido o paladar requintado da vida; e, de tão dopante, eu haveria de vicejar! Mas lhe falta mar, acabou-se a chuva… Não há mais sabor… Acabou-se o amor.

Inserida por mateusguilherme

Então começo a entrar em colapso. Me sinto frio, trancado.
Ouço barulhos, rumores, parecem pessoas orando em um tom bem baixo.
Dizendo como deve ser, como tem que ser tudo ao meu redor.
São milhares de pensamentos, todos em minha direção.
Começo a entender a minha angústia.
Como as pessoas fazem ela ficar cada vez mais próxima de mim.
Me sinto rodeado de emoções distintas.
Escrevo mais uma frase, e então paro, e penso que alguém está digitando cada palavra do que estou vivendo. E quando percebo, entro em colapso.

Inserida por demolit

"Tenho ouvido o barulho ensurdecedor do silêncio."

Inserida por kraychete

Para entender as mensagens que os raios escrevem no céu, é preciso não se intimidar com o seu barulho e com o que venha a destruir, e sim em toda clareza que ele passa.

Inserida por Alefy-Freitas

Como está diferente, o rastejar das sandálias é macio, menos barulhento e turbulento. Vejo modificações, ela está simpática e mais nova.
Não sinto somente nos meus pés a mudança, o ar é leve, trágico e dolorido. Algo mudou e fui eu, é realmente eu que deixei de passar por aqui, deixei de conviver aqui.
Existe algo melhor e não sou eu, é você que me parece mais feliz, sentir ao passar na sua calçada, a qual um dia pensei que pudesse pertencer a nós. Ô doce e dura ilusão, como esta calçada que passei, olhando para janela e tentado me ver nela.
Perdi a calçada, perdi a janela, PERDI VOCÊ.

Inserida por YgorSabino

Você sempre será muito de alguma coisa para alguém: muito grande, muito barulhento, muito flexível, muito nervoso. Mas, se você aparar suas bordas, perderá sua essência.

Danielle LaPorte
The Fire Starter Sessions (2012).
Inserida por gtrevisol

A CHUVA.


Esta chuva tem secreta ternura,
Num ritmo de música amável,
Humilde barulho de água mais pura...
Abala a alma, abala o sonho afável.
A Terra recebe um azul beijo,
E eu que sonhava contigo... Acordo...
Cheia de saudades e desejo!

Um mito primitivo que se renova.
Na minha paz de noites longas.
Faço poesia, esqueço a prosa.
Este amor sempre me afronta
Ao mesmo tempo alvorecer das flores
E o cheiro da terra me lembra amores...
E a vida quando me desaponta...

Sentimento fatal se inunda,
Ilusão incansável, invencível, impossível
A meu corpo todo circunda.
Uma inspiração cheirando a terra e audível.
Meu sentimento de amor...
Acorda no cinza de seu ritmo, fico intangível.
A felicidade me inspira ...
Rimar com a chuva,amor com flor, no lugar da dor.

A chuva treme no vidro,
O corpo treme de desejo,
Você sumiu no mundo...
Deixando apenas o gosto de seu beijo.

Inserida por literataquality

"O barulho da chuva é canção de ninar que Deus compôs para nós."

Inserida por ninaflores

É no silêncio que percebemos quão barulhenta anda nossa vida.

Inserida por Lopinh0

A lua brilhar
O vento refresca
As estrelas confessão que você é perfeita
O barulho da chuva entre raios e trovões,servem para trazer inspirações

A os galhos secos que caí das árvores
Das manhãs frias,das tardes quentes,
das noites belas...
me fazem lembrar você!
Um carinho a tantos sorrisos,
a tantos beijos e abraços apertados

Entre o sol e a terra
Entre a lua e o mar
me fazem sonhar..

Inserida por YohanNambar

Ele ficava tonto em meio aquelas luzes de neon e aquele barulho misturado a minha voz quase que inaudível pedindo que largasse aquele copo e fugisse dali comigo. Ele ria tanto, e eu só queria abraçar aquela loucura. O que eu mais gostava dos seus momentos longe da sobriedade, era seus olhos fixos nos meus. Porém ele falava pouco, quase nada. Mas me olhava constantemente sem hesitar. Eu disse que não mentiria, mas a unica coisa que via era seus olhos destruindo minhas verdades. O problema era a tal loucura dele que o impedia de ir embora comigo. E também ir embora de mim. Ele queria ficar, ficar mais um pouco. Quem sabe ficaria mais se eu pedisse. Ele só viveria para sempre naquelas luzes impertinentes que o cortava das minhas retinas se eu soubesse viver desse jeito. Eu queria um sentido novo, ele insistiu em ser minha atração desfocada.

Inserida por seiseseis

Eu posso ouvir o barulho que a chuva faz
Queria ser como ela, que não volta atrás
Que se mistura tão de repente
E quando cai lá de cima, morre e nem sente

Inserida por marcuspatrick

Sua angústia era tão alta, que fez barulho no silêncio

Inserida por JessicaMartinsCosta

"Mercado das almas"

Mercado das almas
amigos de palha,
a fumaça que não cala.
Barulho dos carros,
as queimaduras de cigarro,
as cores do passado.

A beleza moderna exposta
em um quadro em branco,
de saltos alto como uma bailarina
num circo de aberrações no entanto.

Fogo sem cessar,
o chão que nos devora.
As luzes que se acendem,
as pessoas que se apagam.
A terra a abraçar nossos pecados.

Tristes caixa de madeira morta.
Mercado das almas, olhe a sua volta.
Mercado da alma, parece que nada disso importa.

Inserida por MagaiverW

Não podemos confundir barulho com avivamento. Barulho impacta, avivamento transforma. Barulho comove, avivamento te quebranta. Barulho te faz sentir cômodo, avivamento te faz sentir incomodado. Barulho te faz sentir bem com tudo, avivamento te faz sentir péssimo pelo seu estado pecaminoso...

Inserida por tiagobelinha

O Reino da Nostalgia
Deitada em minha cama, ouço os barulhos minuciosos do silêncio. Aqui, presa nesse mundo, perdida nessa solidão, sendo guiada por essa nuvem negra acima de minha cabeça, estática e sem ação.
Nesse mundo não há oxigênio e ele nem sequer tem movimento. Tudo é escuro e não há cores, nem vida. Estou a beira de um abismo e posso sentir o vento frio do abandono. Aqui não há dia, as trevas são eternidade. Não há música, sorrisos, nem mesmo sabores ou abraços. Há apenas espaços vagos, há falta de amor e inexistência de esperança. Aqui, nada tem brilho e eu já não consigo ficar de pé.
Abrir os olhos e contemplar o vazio do meu ser é uma dolorosa rotina, a tristeza é minha fiel companheira e a amargura fala aos meus ouvidos, me cobrando uma razão para continuar acordada.
Olho no espelho mas já não tenho reflexo, meus lábios estão vedados e meu corpo imóvel, mas isso não me traz o mínimo espanto ou desespero. O descaso no meu olhar cansado e o vazio do meu sombrio coração são a impressão do desgosto, da dor, do sofrimento, de tudo de ruim e de pior que habita minh' alma. Se é que ela ainda existe...
Recolhida em minha mediocridade, permaneço completamente inerte. Tudo que eu tenho é nada. Eu desisti, me rendi e estou entregue à esse sentimento malévolo que reina tão predominantemente nesse mundo. Mundo que devorou minha lúcidez, mundo do qual eu sou a única habitante.
A atmosfera está me matando lentamente, como que se deliciando com meu martírio. Atmosfera pesada, criada especialmente para me sufocar.
A nostalgia é a estrela do meu mundo escuro e já não é difícil reconhecer e aceitar minha infelicidade.
Morrer não faz diferença pois eu não existo. Ninguém sentirá minha ausência porque não há ninguém.
Mas a minha causa é uma razão digna: Não sou capaz de suportar o meu próprio peso. Esse fardo sempre foi bem mais pesado do que eu posso assumir.
Ainda com todos os fatores, a verdade sempre será que eu não resisti a uma overdose de mim.

Inserida por honneybaby