Frases sobre barulho

Cerca de 2589 frases e pensamentos: Frases sobre barulho

Deus não precisa de barulho para te ouvir, nem de pressa para te socorrer; Ele habita no seu silêncio e caminha ao seu lado.

A pobreza é barulhenta, a riqueza é silenciosa. A inteligência sem a sabedoria é infame. O ódio aproxima o humano da morte. O amor que gera compreensão e caridade promove a existência à vida plena.
F. Meirinho

Tem dores que não fazem barulho do lado de fora, mas gritam o tempo todo aqui dentro.

Sonhos do dia 02 de agosto de 2023!


Sonhei com disco voador holográfico que fazia um barulho ensurdecedor. Todo mundo em Pânico! Eu apenas fechei os olhos para não ver.


Sonhei visitando a antiga casa da minha avó paterna, já falecida e a casa estava em ruínas...


Sonhei em um lugar estranho, com pessoas estranhas...

"Me deixa quieto… tô ocupado me curando com barulho de qualidade."

"Os erros fazem barulho, mas são os feitos que ecoam na eternidade."

“Pra certos barulhos, silêncio é tiro de misericórdia.”

A alma não se revela no barulho da produção, mas na quietude da observação. Às vezes, o ato mais revolucionário que você pode praticar é parar, para que o seu propósito possa finalmente alcançá-lo.

As maiores catedrais não foram erguidas com o barulho dos aplausos, mas com o som rítmico e solitário de cada pedra sendo assentada. A sua evolução mais profunda está acontecendo agora, nos dias em que nada parece mudar, mas tudo em você se fortalece.

Nada é mais ensurdecedor do que
o silêncio hipócrita de pessoas barulhentas, quando percebem que estão erradas.

Afaste-se do barulho do mundo para ouvir o som das próprias marés.

"Esperando que o vazio do interior fosse menos barulhento do que o vácuo da minha própria vida." (Odilon Carlos

⁠Gosto de andar na praia.
Ouvir o barulho do mar.
Gosto de contar estrelas.
Fazer as escolhas certas.
Isso, sim, é Prosperar.

Há um tipo de egoísmo que não é barulhento, mas é cruel. Ele usa o outro como depósito de suas dores não elaboradas. Faz do afeto um campo de batalha e da intimidade um tribunal. E quando o outro reage, a resposta vem rápida: “você não me ouve”, “você me enxerga”, “cala a boca”. Como se calar resolvesse. Como se silenciar o sintoma curasse a causa.

Mandar o outro silenciar é, muitas vezes, uma tentativa desesperada de não ouvir a própria ferida. Porque a fala do outro toca onde ainda dói. E é mais fácil interditar a voz alheia do que sustentar o eco que ela provoca. O incômodo não vem do que foi dito. Vem do que foi despertado.

A projeção é um truque antigo do ego: eu coloco em você aquilo que não suporto reconhecer em mim. Se me sinto pequeno, acuso você de diminuir. Se me sinto culpado, transformo você em réu. Se estou confuso, digo que você é caótico. É uma transferência silenciosa de responsabilidade emocional. Um despejo psíquico feito sem contrato.

Ninguém se cura jogando peso nas costas de quem está por perto. Dor não trabalhada vira arma. Trauma não tratado vira acusação. Gente que não desapega das mágoas, transforma ferida em violência.

Curar-se é parar de usar as pessoas como espelho distorcido. É devolver a cada um o que é seu. É aprender a dizer “isso é meu” com a mesma firmeza com que antes se dizia “a culpa é sua”.

É olhar para o próprio desconforto antes de apontar o dedo. É perguntar “por que isso me atingiu tanto?” antes de decretar que o outro está errado. É suportar reconhecer as próprias sombras sem precisar terceirizá-las.

Quem manda calar a boca quase sempre tem medo de escutar ou só suporta escutar o que convém. Quem aprende a escutar a si mesmo, sem projeções, já não precisa silenciar ninguém.

"O barulho não incomoda o surdo."

"Prefiro ouvir o silêncio do que discutir com o barulho."

“Prefiro ficar em silêncio do que discutir com o barulho.”

Rima sobre Rima
(ou a Monografia Senil
de um Inovador Ultrapassado)


Do barulho infernal,
Ao brilho cegante,
Energia estridente,
Dissipada em instantes.


Nós somos as massas
E as minorias,
Saboreamos o bônus
E as consequências.


Fomos barbárie em harmonia,
Trouxemos uniformidade e conflitância.
Regamos os buquês floridos da melancolia,
Eufóricos desenfreados, anatomistas.


Portamos as causas e as epifanias.
Éforos da argumentação,
Baboseiras intimistas,
Infinitas.


Estratagemas, pilherias,
Ardis e trapaças,
Emboscadas, astucias,
Arapucas, ciladas.


Não fazemos ideia
Dos porquês,
Ocupamo-nos
Apenas, do aroma dos buquês.


Que restem penas,
Cheiros, perfumes, odores,
Penachos, farroupilhas.


Que restem arenas,
Termas, gladiadores,
Pomares, pantomimas.


Que seja esta nossa sina.
Que reste apenas,
Rima sobre Rima.


(Michel F.M. - Delírio Absoluto da Multidão Atônita - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Escrever é pensar gritando sem fazer barulho.

Não aceitem o barulho da guerra, lutem pelo perfume da paz.