Suor Sangue A Lagrimas
Existe uma grande diferença entre coeficiente emocional e sangue de barata. O sangue de barata quase sempre é fingido e mesquinho.
A rainha, a Elizabeth II, da Inglaterra, tem sangue e alma azuis. A sua postura é impecável. Muita elegância e nobreza de alma. Como fã da realeza, eu a reverencio, reverencio a sua majestosa nobreza e a descrevo como rainha do mundo.
Abençoada sou...
Por ter você como minha Irmã... de sangue; de alma!
Abençoada somos...
Gratidão por sua vida. amo você!
A história e origem do homem branco carrega uma maldição no sangue, porque onde passa, destrói, mata e faz desgraças para eles e quem está perto. Essa é a maldição do homem branco, ser usurpador e morrer através do propio veneno e das desgraças que trás pra si mesmo
Nem toda gente de sangue é parente;
Nem tudo que se diz ser, é da gente;
Parente é aquele que sente o que a gente sente;
Mesmo longe está por perto e participa fielmente no momento certo.
É de amor, está junto na dor, do peso daquela hora;
Sorri com a gente, faz oração, comemora, pega pela mão e é feliz com cada vitória.
Minha gente, parente que se faz parente é uma verdadeira glória!
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Todo sangue é vermelho. Somos abrigados pelo mesmo céu azul. O mundo não precisa das suas piadas, necessita é do seu respeito.
Não é o nosso sangue que nos une a uma ligação de parentesco, mas sim, a nossa energia, nossa vibração e principalmente, a nossa visão de mundo.
O bom pastor jamais poderá esquecer que o sangue do cordeiro imolado sempre será derramado em todo aquele que faz da consciência caminho de penitência de um destino anunciado
CAMILLE MONFORT.
– Onde Mora o Insondável de Mim.
"Sim, o sangue já não destona, apenas decanta..."
Os relógios cessaram. No sótão das lembranças, a hora já não é unidade de tempo, mas de dor prolongada.
Camille Monfort reina ali, onde os sentidos se misturam e se desfiguram. Ela não retorna por piedade — retorna porque a psique tem suas próprias ruínas, e ali ela se deita.
Não há afeto puro que sobreviva ao abismo do inconsciente.
Ela não ama, ela convoca.
“Gentilmente”, sim, ela pede...
Mas há sempre um brilho abissal no olhar que persuade a entrega como se fosse escolha.
E o corpo? Torna-se altar de uma paixão que exige oferenda contínua — veias, pele, lágrima — tudo deve ser entregue a esse sacrário espectral.
Freud jamais compreenderia Camille.
Nietzsche talvez a adorasse, como adorou Ariadne —
mas só Schopenhauer poderia senti-la de fato:
pois há um princípio de dor que rege o mundo...
e ela é sua filha mais bela.
“Paira sobre meu túmulo vazio...”
Ela paira, sim.
Mas não como lembrança —
Camille Monfort é uma ideia.
Uma fixação doentia que tomou forma e vestiu perfume.
É o arquétipo da beleza que enlouquece, do amor que não consola, da presença que evoca o suicídio da razão.
É a Musa sem clemência, que exige poesia mesmo do sangue quente no chão.
E quem a ama, dissolve-se... feliz por ser dissolvido.
“Sorrir é perigoso”, ele confessa —
e a psicologia lúgubre responde:
porque o sorriso, quando nasce sob os escombros da alma, torna-se um riso espectral...
e esse riso é o prenúncio do desespero existencial.
Camille é o eco do que foi belo demais para ser mantido.
Ela é a presença da ausência, o desejo daquilo que já foi consumido pelo próprio desejar.
E ela sabe. Oh, ela sabe.
Por isso, volta. Não para salvar, mas para recordar ao seu devoto que a eternidade também pode ser um cárcere sem grades basta amar alguém que nunca morre.
ALMA NA JANELA...
A cada suspiro o sangue respinga…
no abismo de dor onde se encarcerou…
tingindo de flores rubras a cortina…
numa saudade lúgubre nessa sua sina
ouve risadas estridentes de vultos por estar só…
que rodopiam em zumbidos formando um nó
ela fica debruçada na janela escura como breu
até que um anjo apareça e a leve para o céu…
Cristo levou sobre a cruz
O pecado da humanidade.
Com seu sangue comprou
Essa nossa liberdade.
O homem não agradeceu.
Também não compreendeu
Essa oportunidade.
O pecado é como um câncer para a humanidade, e a única cura é a fé no sangue purificador de Jesus Cristo.
