Sublime

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Amar Você é tão sublime....
Sentir o seu coração ❤️ bater forte a cada mensagem.
Música 🎶 com sentimento, palavra de carinho e incentivo, momentos importantes em minha vida, nossas vidas!
Amvc🌻❤️

JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.

RAUL TEIXEIRA E A ÉTICA SUBLIME DA MEDIUNIDADE.
A reflexão de Raul Teixeira acerca da mediunidade insere-se no cerne mais elevado da disciplina moral proposta pela Espiritismo. Não se trata de mera advertência periférica, mas de um verdadeiro tratado ético condensado em exortações lúcidas e profundamente responsáveis. O médium, longe de ser um protagonista vaidoso, é instrumento transitório de forças superiores, cuja dignidade repousa precisamente na renúncia de si mesmo.
Ao afirmar que aqueles que laboram com Jesus Cristo não buscam elogios nem reconhecimento, Teixeira reafirma o princípio kardeciano segundo o qual a mediunidade é uma faculdade natural, e não um privilégio espiritual. Tal compreensão dissolve qualquer pretensão de superioridade, deslocando o foco da exaltação pessoal para o serviço desinteressado. O verdadeiro médium não se compraz em aplausos, mas recolhe-se na consciência do dever cumprido, sabendo-se aprendiz em permanente lapidação.
Nesse sentido, a proposta de substituir elogios superficiais por preces e apoio espiritual revela uma compreensão psicológica e moral de rara profundidade. O elogio, quando não temperado pela lucidez, pode converter-se em fermento da vaidade. A prece, ao contrário, eleva, protege e harmoniza. Ela sustenta o médium nas zonas invisíveis de sua luta íntima, onde se travam os combates mais decisivos contra o orgulho e o egoísmo.
As advertências quanto às armadilhas da vaidade, do orgulho e do egoísmo não são meras fórmulas retóricas. Constituem diagnósticos precisos das fragilidades humanas. O médium, por lidar com o invisível e frequentemente ser alvo de admiração, encontra-se particularmente exposto a tais desvios. A vigilância, portanto, não é opcional, mas imperativa. Trata-se de uma disciplina interior contínua, um exercício de autoconhecimento que exige rigor moral e honestidade intelectual.
A humildade, nesse contexto, não é uma virtude ornamental, mas estrutural. Reconhecer a própria imperfeição não diminui o médium, antes o legitima. É essa consciência que impede a cristalização do ego e permite o fluxo mais puro da comunicação espiritual. A mediunidade sã nasce, assim, de uma alma que se conhece limitada e, por isso mesmo, se abre à transcendência com reverência e responsabilidade.
O CHAMADO PERENE AO AMOR E À CARIDADE.
Ao encerrar sua exposição com um apelo ao amor e à caridade, Raul Teixeira reconduz a mediunidade ao seu eixo essencial. Toda faculdade mediúnica que não se converte em serviço ao próximo perde sua finalidade e degrada-se em espetáculo vazio. Amor e caridade não são adereços da prática espírita, mas sua substância vital, os pilares sobre os quais repousa toda a edificação moral do ser.
A evocação de Jesus como o sol das nossas vidas não constitui mera metáfora devocional, mas uma síntese teológica de elevada densidade. O Cristo, enquanto modelo e guia, ilumina o caminho do médium e de todos os que aspiram à elevação espiritual. Seguir seus ensinamentos é orientar-se por uma ética do bem absoluto, na qual cada ação se mede pelo benefício que produz ao outro.
Trabalhar em prol do bem, portanto, não é um gesto episódico, mas uma vocação contínua. É no exercício silencioso da caridade, na renúncia às próprias inclinações inferiores e na dedicação ao próximo que o médium encontra sua verdadeira grandeza.
E assim, entre a vigilância interior e o serviço amoroso, delineia-se a senda austera e luminosa daquele que, sem buscar ser visto, torna-se digno de ser instrumento do invisível, onde a consciência reta vale mais que qualquer aplauso e o bem realizado ecoa além do tempo.

Ter consciência de que se tem uma sublime missão na vida fortalece o caráter.

Ó minha grande estrelinha, amor sem igual,
Desvendo meu coração nesse poema, apenas um sublime sinal.
A saudade me assola, profunda e visceral,
Crescendo sem fim, como tortura, punição infernal.


Ah, estrela minha, fulgor divino e resplandecente,
Em minha existência, perenes e envolventes.
No coração, suspiros ardentes, paixão incessante,
Em ti encontro paz, fazemos da noite incandescente.


Nossa história é uma narrativa perdida no tecer do tempo,
Laço profundo, raridade em cada momento.
Nada é mais relevante que este sentimento,
Que nos guíava e envolvía, linha em arrebento.


Corroído pela distância, meu coração sofre a dor,
Saudade que anseia ser preenchida com fervor.
Porém, na alma, a esperança do destino compartilhado,
Trilhamos juntas o caminho, sem medo, jamais separado.


Estrela minha, abrigo seguro e refúgio de paz,
Em teu amor encontro plenitude, solaz. Caminhos entrelaçados, enredo audaz, Romance sem fim escrito com fulgor voraz.


Que nossa jornada seja permeada de encanto e magia,
Laço indissolúvel, estrofe e melodia em sintonia.
Inspiração, alegria, minha estrela, em harmonia,
Na sinfonia do amor, dançaremos em sincronia.


Imerso em pensamentos, mergulho no oceano das lembranças,
Alimento minha alma, sinto tua presença em exaltação e danças.


Tu, estrela minha, nutres meu ser em profusão, Inspiras meu crescimento, florescimento, paixão que se encanta.


Que o tempo nos una novamente, sem hesitar, em abraço eterno,
Dançando em sincronia, num ritmo divino e superno.
Nosso destino traçado com amor e encanto, A cada respirar, te amarei intensamente, eternamente, em pranto.


Estrela minha, perfeito ser, sabor inebriante,
Cada verso deste poema manifesta meu amor constante, instigante.


(Te amo pra sempre, minha Estrela.)

É na simplicidade da vida que encontramos a mais sublime e rica felicidade.

Quanto mais sublime for sua experiência mais ela deve ser preservada.
Cada vez que contada a quem não merece seu brilho, mais ela o perde.


Guarde a melhor parte para o correto destinatário.

Felicidade é o encontro sublime entre a vida e a nossa vocação mais singular.

⁠MULHER

Ser sublime criado por Deus, criatura meiga
e sedutora que faz da vida um ideal.

Mulher criança, que na inocência cria um mundo de fantasias.

Mulher jovem, que na ingenuidade busca o amor e encontra sofrimento.

Mulher mãe, que se doa totalmente
para trazer ao mundo uma nova vida.

Mulher idosa, que no passado esteve forte para consolidar seus objetivos
e no presente preserva esses momentos nas mais puras lembranças.

Mulher sofrida, que na ansiedade tem a esperança de encontrar a paz.

Mulher negra, que suporta todo o preconceito sem perder a coragem nos
momentos de angústia.

Mulher sim, é aquela que cheia de virtudes ultrapassa os obstáculos e
alcança um lugar na sociedade.

A paisagem é tão linda, sublime e sensível assim como você, uma dádiva da natureza, feliz noite

⁠Só permanece na arte quem faz da arte o seu sublime recanto

SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.

Sublime para mim é ver homens de joelhos.

Viver é a arte mais sublime que o homem aprimora durante toda a sua vida.

⁠Quando o azul celeste vespertino
encontra o Pico do Montanhão
e concede a sublime visão
também enche a alma e o coração.

Assim o divinal acontecimento
amaina o meu pensamento
levando-me ao mergulho austral
neste céu do nosso Hemisfério.

Enquanto uns aos outros se colocam
pelo mundo afora em situações difíceis, busco e escuto com ouvidos
espirituais as notas musicais
da minha Cidade de Rodeio
que fazem crer que tudo tem jeito.

Buscando no canteiro do peito
ajeitar as flores do meu alívio
para que preparada esteja
quando encontrares o meu destino.

Alma que se expande
e no coração floresce
a sublime Bunga Raya
para que nada distraia
sutil revela seguir com
união a Rukun Negara
que cada pétala leva
e faz a vida renovada.


Tudo começa pela fé,
respeito com quem crê,
É Deus ou Deus sempre
com todos e com você.

Tua sublime habitante
entre Rayleigh e Mie,
no Médio Vale do Itajaí,
é imperativo não perder
o destino que eu elegi.


Do acender ao apagar
das luzes de Rodeio,
meu coração permanece
sempre o mesmo:
sonha contigo
do aperto de mão
à glória do teu beijo.


O céu de Outono
mostra seu tesouro
a quem sabe ler a estação
que nos acena suave,
época feita
para a aurora descansar.


No Caminho dos Anjos
tu haverás de te derreter,
e ali encontraremos a hora
de nos declararmos
sem jamais olhar para trás.

⁠Nos tratar com respeito é uma demonstração sublime de humanidade e de cidadania.

Seguindo meus antigos tratados e livros sobre a joalheria da Sublime Ordem, eu como artista plástico joalheiro, divido a criação e execução das jóias na maçonaria, em dois grupos. O primeiro das jóias dos graus, dos cargos ou das ritualísticas obedecendo a simbologia, os metais e as gemas oficialmente correspondentes para uso interno. E o segundo das jóias ornamentais e simbólicas, primando pelo bom gosto e de forma discreta, na alusão de pertencimento a filosofia maçônica, para confirmar o compromisso de fidelidade com a ordem, para o uso em todos ambientes, sagrados e profanos.Estas são jóias para uso diário e pessoal.

A maneira mais sublime de se comunicar com as pessoas, vai depender de como você é, e de quem vai requerer alguma atenção:

Se você for sincero e falar com pessoas sinceras, basta dizer a verdade.

Se você for sincero e falar com mentirosos, diga mentiras.

Se você for mentiroso e falar com outros mentirosos, cuide para que sua mentira seja maior que a de todos os outros juntos.

Se você for um mentiroso e falar com pessoas sinceras, lembre-se que em qualquer momento, você será enganado por qualquer um de seus amigos mentirosos...”

Inserida por LLSantos