Suas Maos em meu Corpo
Só Deus sabe como eu queria lutar
Toda fibra do meu corpo grita por isso
Mas eu perdi a espada e o escudo
Restando apenas um espírito quebrado
Sem forças pra lutar pelo seu amor
No mês frio de junho, eu quero agasalhar meu corpo no teu, para aquecer meu coração gelado da solidão, nos dias frios de junho.
O frio tomava conta do meu corpo, e,
um passo atrás do outro,
meus dedos pareciam dissipar naquele álgido momento
em que eu estava perdido em volta a neve,
um frio árduo, sem cor,
que a todo instante parecia soar uma música melancólica a cada
rajada de vento que transitava diante meus ouvidos.
Eu apenas seguia aquele pequeno caminho feito pela água,
uma corrente fraca que parecia querer me levar a algum lugar,
meu corpo estava fraco, minhas mãos trêmulas, minha fome incessante...
mas porque eu queria continuar?
porque eu continuei?
porqu...
é, eu acho que descobri!
não saber onde ir te mostra tantas coisas...
a natureza realmente nos destina a episódios incríveis,
que parecem ser irreais, que brotam até de uma mera gota d'água,
eventos tão fascinantes que faz você esquecer tudo, seu frio, sua fome...
acontecimentos tão incríveis que te faz imaginar como seria novos dias...
novos dias sem saber o caminho de volta,
novos dias a chegar em um lugar sem saida,
e se deparar com algo semelhante aquele dia...
aquela enorme parede de gelo,
onde seu interior guardava como em uma caixinha,
um radiante urso que parecia dormir até a eternidade.
Diante dos fracasso da vida.
Vejo um alguém, alguém que quer meu progresso ao invés de meu corpo!
Marcos Mates!
Viver ou Morrer?
E é a sim que tudo vai chegando ao fim para mim, sinto meu corpo frio, quando olho para o lado vejo seu rosto curvado e percebo que finalmente vc chegou, como vc é linda! Uma voz dentro de mim exclamou,
não entendo porque tantas pessoas tem medo de vc,
nesse instante mais que derrepente sinto minha vista escurecer,
foi quando em um ato delicado de carinho ,
sem nenhum receio vc veio e me deu seu beijo frio que chegou a congelar meus ossos, sentir aquele beijo morbido e frio,
foi aonde surgio um enorme vazio,
veio tantas palavras ecoando no meu ouvido se era realmente aquilo! e sem entender o motivo com um só grito comecei a dizer.
Eu cansei de viver!
Só decidir finalizar minha carreira por aqui
A única culpada de tudo sou , porque deixei chegar aonde tudo chegou.
Tudo isso é uma peça que estou ensaiando.
Para vc entender que entre a Vida e a Morte
Qual terá mais sorte?
Eu escolheria viver porque tenho vc.
Mas pelo mesmo motivo escolhir morrer
Por medo de te perder.Entende a real situação? aonde vai chegar tudo isso, ainda não tenho nenhuma conclusão,
Para todos os meus motivos existe uma razão.
Na qual veio de dentro como um vendaval, abalando o mais profundo do meu coração.
Tudo isso faz parte do meu livro
daquele meu amor morbido e escondido no mais profundo abismo de desenlusão.
Não é que eu quero morrer e muito menos quero viver,
É apenas um poema sem nenhuma maldade que fiz para vc.
Aonde o final nem sempre é feliz
Pelo o que sei é a vida quem diz.
Eu sou apenas um sopro dos mais dificil e louco sem ao menos um desgosto, pelo qual eu tenho gosto ou desgosto aonde o direito foi dado para todos escolher s,e continua a viver ou se quer morrer.
Nunca tente me entender
O único direito que te dei foi de saber, que só basta está vivo para morrer.
Saiba: É você que faz meu coração bater.Meu corpo sem você não quer viver, a minha voz não quer mais sair. Meus pés não caminham mais sem você ao lado pra me conduzir.
E eu me pego as vezes pensando, no suicídio espiritual, na morte da minha alma e não do meu corpo, eu que morro todos os dias nos meu sonhos, que por algum acaso são os meus preferidos, e sempre acordo no pesadelo.
Olhe como sou
Traços do meu rosto
Manchas em minha pele
Cicatrizes em meu corpo
Minha forma fora do padrão
Meu sorriso estático
Olhos semi cerrados
Eufemismo, suponho
Saudade.
Amor, sinto saudade
De sentir teu corpo ao meu.
Amor, e sem "viagem"
Venha, sou só teu.
Amor, sinto saudade
De sentir seu toque em mim.
Amor, e sem maldade
Você causa abstinência em mim.
Você chegou e me envolveu
E o meu corpo estremeceu
Me machucou, enfraqueceu
E o tempo que passou, quem perdeu fui eu
Tenho o olhar
Perdido no espaço
Mas preso ao seu corpo
A necessidade de te possuir
Rasga meu peito
Entumece meus lábios...
O êxtase...
O delírio...
O sangue quente ...
Indicam que ainda há vida
Na morte do meu desejo
Eterno por você...
poesia mais triste do ano 2
sei um dia te encontro
você saiu do meu corpo sem rumo
destinado ao caos
frieza corro sem esperança
ando vagamente
procurando motivos para viver
esboço sorriso todos os dias
mas sabe o incrível?
que por dentro eu to invisível
uma carcaça perambulante
andando em um mundo
cheio de problemas
e eu me procuro em cada lugar
cada canto
usando uma lupa gigante
procurando sinal de alma
caminhando em um deserto
o desespero bate
o incrível é que eu só quero sair
gritar, chorar, andar
um dia voltar a sorrir verdadeiramente
talvez o desejo de ver geral feliz
me sufoca por dentro
me enforca mas nem que demore uma eternidade
sei que consigo sair da minha calamidade
enquanto isso os meus passos
palavras
felicidade se cala
enquanto isso eu grito
imploro
para alguém tentar me notar
onde é que você está?
tá difícil?
eu grito cadê você?
sumiu em meio ao vácuo ate quando?
alguém me escuta?
alguém me ouve?
alguém?
vejo e observo todo mundo
observo o mundo
e a solidão nos observa
nos modifica e nos alinha junto a ela
de novo eu grito e berro me paraliso em minha cama tentando entender meu outro dia
um turbilhão de pensamentos desalinhados me destrói
o meu peito e meu cérebro corrói
tento fazer algo impedido pela a falta do meu eu
causando conflitos
repetitivos e sem solução
indiferentemente
tudo oque eu queria agora é um descanso
minha mente não aguenta mais tanta pressão
uma pressão preste a explodir
não sei mais para onde ir
novamente só ando perambulante por ai
só aguardando o meu fim.
LÁBIOS BENDITOS
Em teus olhos anoitecidos
De tantas auroras!
Em meu corpo amanhecido
De tanto te amar...
Esse corpo em delírio
Onde soprou-me os beijos
Benditos, os lábios teus .
Rompeu a aurora divina
Que tua mão, à noite fez-me adormecer.
E assim menina, sem me conter
Peguei todas as rosas do jardim
E soprei para ti
O que para mim eram teus beijos:
Meu mais secreto desejo.
De tanta paixão te devolvi.
Quando eu morrer, não digas a ninguém que foi por ti.
Cobre o meu corpo frio com um desses lençóis
que alagámos de beijos quando eram outras horas
nos relógios do mundo e não havia ainda quem soubesse
de nós; e leva-o depois para junto do mar, onde possa
ser apenas mais um poema - como esses que eu escrevia
assim que a madrugada se encostava aos vidros e eu
tinha medo de me deitar só com a tua sombra.
De tudo quanto restou
do seu corpo no meu
da noite em que mais me amou.
sinto louca saudade dos olhos breus.
e das mãos calientes, nada inocente
a passear pelos lábios quentes!
Tu, oh tu, maravilhoso deus!
ENTERRAMADO
Eu sou a muito tempo a petrificação da raiva.
Meu corpo já foi assim.
Meu corpo já foi liquidificado.
Meu corpo já juntou na terra.
Eu já fui enterrado,
em terra amarrado,
enterramado.
Meus pais, filhos e avós já choraram,
E já desistiram de lacrimejar.
Minha compania já se casou no verão,
Nem vem mais me visitar.
E eu sou solidão,
Aqui no fundo do mar.
Do mar bíblico,
onde o colosso da justiça,
lança o pecado.
Cá estou .
No mundo do esquecido.
Oque fiz eu pra isso?
Bom não me lembro,
morro esquecido.
Lembro do pior acontecido.
Morri.
Não foi de febre,
Nem de saudade,
Não foi porque quis,
Nem pela idade.
Morri por má sorte,
Porque encontrei no caminho o espírito covarde.
E os anjos estavam ocupados.
Sei lá, talvez no céu ceavam.
E eu fui machucado.
Me espancaram.
Me mutilaram.
Me enforcaram.
Me alvejaram.
Me estruparam.
Me jogaram no lago.
Mas calma,
não foi simples assim .
Me machucaram, quando voltava da missa, próximo do ponto de ônibus me raptaram, me doparam, me usaram.
Me quadricularam, me puserram fogo,
me deixaram na terra.
E como esses, meus outros também me abandonaram.
Me espancaram, quando fui ouvir minha música favorita,
riram da minha roupa,
me chamaram de bicha,
me jogaram no chão,
arrastaram pelos cabelos,
me segaram com os próprios dedos, arrancaram minha roupa e enfiaram todos os dedos em mim.
Depois levaram minhas feias roupas,
sem deixar meu corpo eu cobrir,
nem minha mãe me descobrir,
eu não tinha nem um dente,
minha cabeça se fundiu com a calçada, quem me viu ,
até hoje não consegue dormir,
minha mãe acha até hoje que na verdade eu só fugi.
Me mutilaram, quando neguei dois tragos.
Me espalmaram a cara,
me prenderam no quarto,
e tiraram do peito meu filho,
me empurraram pela casa,
me levaram pra fora,
levaram também uma faca,
ela andou por tudo,
andou bem mais que as minhas lágrimas,
só perdeu pro meu sangue na caminhada,
com cigarros me queimaram,
onde já nem doia,
doía deixar meu filho ainda no início da vida.
Me largaram lá mesmo do lado de fora as traças,
depois do jornal eu fui capa,
meu filho já estava longe,
e eu nem constava no mapa.
Me enforcaram, quando menti dizendo que não sabia onde ela estava,
tinha medo que ela acabasse enforcada,
fui levada pro banheiro,
ajogada na privada,
eu gritava mas a TV estava ligada,
me deram vários tapas na cara,
me ergueram pelos cabelos,
me estrangularam na mão,
deixaram a vida me escapulir de olhos abertos,
foram perversos.
Me alvejaram,
perto de casa,
eu só caminhava com uma sacola de pão,
a morte vinha automatica,
seu barulho eu conhecia,
me veio não sei de onde,
foi de costas possívelmente,
esse tipo de morte,
por satisfação e lazer nunca vem de frente.
Corri mas já era tarde,
senti sede mas nessas horas a garganta arde,
a vizinha gritou,
chutou a roda do covarde,
a sirene soou mas já era tarde.
Na sirene mais alarde,
na minha morte mais covardes.
Me estruparam,
quando fui tomar banho de rio,
quando me escondi atrás da pedra,
Escondida do meu tio,
quando corri entre a plantação de pinho, quando me espremi entre os frepinhos, quando cai em meio aos espinhos,
quando eu não tinha nada,
nem sabia falar os corrigindo.
Me deixaram ali as margem do rio,
e naquele dia choveu,
fui pra depois da fronteira,
o porco da selva fria meu corpo comeu.
Me jogaram no lago, quando beijei ele depois da aula,
se consumiram de inveja,
me seguiram até a passarela,
me pediram satisfações,
eu não tinha pra lhes dá,
então levaram meu celular,
gravaram eu apanhar e me empurraram de lá,
aproveitaram que ninguém viu chamaram seus primos,
e me tiraram da água,
brincaram comigo,
me lançaram no fundo do lago,
que é tão frio que até hoje existo.
Em dois planos em alma vivo,
entre esse lago ou aquele do destino esqueçido.
Há quem sou ,
Ou melhor quem eu teria sido.
Não vale a vida ,
Se na verdade nada é vívido.
Não tem razões me dar um nome,
se passar o resto dos anos no subsolo pérfido.
Não queria ter pisado nesse mundo perdido.
Não tenho se quer um túmulo vazio,
Eles casaram,
Morreram de velhice,
Foram condecorados,
Praticaram outros assassinos,
Voltaram pra casa e almocaram.
E eu estou aqui,
pra sempre calado.
Eu sou o morto,
Eu sou o que colhe os frutos do cruel.
Se existir justiça,
Ela não está nem aí na terra,
Nem aqui no céu.
Vou dormir sentindo seu corpo colado no meu.
Vou dormir sentindo seu caloroso abraço...
Vou dormir sentindo seu perfume de rosas
vermelhas e toque de amor.
- Relacionados
- 73 frases de tristeza para expressar suas emoções
- Feliz aniversário, meu amor: frases para uma surpresa inesquecível
- Pôr do sol: frases curtas com ideias perfeitas para suas fotos
- Depoimentos Amo Meu Amor
- Estou cansada: frases para tirar o peso das suas costas
- Versos para meu Irmão de Sangue te Amo
- 47 frases de sucesso profissional para alcançar suas metas
