Sou uma Mistura de Menina
PÉTALAS DO AMOR!
Preciosidade é imã para reter, um sorriso de mistura doce, encanto e bem querer, a expressão de carisma define você, olhar de nobreza cativante na beleza do ser, iluminada deixou a grandeza do avesso transparecer.
Teatro: uma arte que parece ser tão real. Vida: uma mistura de personagens que constroem uma história real.
Mais que beijos, a poesia mistura as almas,
tece fios de luz entre nossos silêncios.
Nosso amor é um rio que não conhece margens, corre livre, levando nossos nomes.
Amar você é respirar dentro do seu abraço,
onde o tempo desiste de marcar as horas.
Meu corpo se dissolve em seu calor,
e o mundo se faz pequeno, apenas nosso.
Quando me vejo em seus olhos, sou completa, um reflexo que o universo aprovou.
Não há espelho que mostre tanta verdade,
nem noite que apague esse brilho.
Sinto um amor antigo, de outras vidas,
como se fôssemos estrelas reconhecidas.
Nosso encontro é um verso já escrito,
um destino que a alma nunca esqueceu.
Somos dois rios que se encontram no mar,
duas vozes que se fundem em canção.
Não há distância que nos separe,
nem tempo que apague nossa essência.
E se um dia a memória nos faltar,
o coração saberá repetir nossa história.
Pois mais que beijos, mais que versos,
somos almas que se reconhecem.
O jogo de futebol é um teatro da vida, mistura de alegria e tristeza, de razão e emoção, de planejamento e improvisação, de técnica e fantasia.
Eu sou uma mistura de... Calmaria, sangue quente, paz e adrenalina. Não é fácil me entender, e ainda mais difícil é permanecer na minha vida. Não poupo verdades, odeio mentiras, não disfarço o que sinto, não adio despedidas. Vivo intensamente, nos limites entre corpo, alma, coração e mente.
No peito há medo e coragem a pulsar,
uma mistura que não se pode negar.
O coração chama, quer se libertar,
a alma sussurra: “é hora de tentar”.
Buscar o novo não é jamais errado,
desejar horizontes é ato sagrado.
Amor é abrir portas, mesmo assustado,
mesmo com vento forte e caminho incerto traçado.
Você leva quem ama, cuidado e luz,
responsabilidade e esperança conduzem sua cruz.
Cada passo consciente, cada sonho que seduz,
amor que guia, que acalenta e reluz.
O melhor do Brasil é o seu povo,
esse povo múltiplo, nascido da mistura de etnias, culturas e histórias
que tece, dia após dia, a grandeza do país.
O pior do Brasil é o persistente complexo de vira-lata,
ainda encarnado em parte desse mesmo povo,
submisso às velhas soberbas imperialistas e às heranças coloniais
que insistem em moldar mentalidades e destinos.
O melhor do Brasil é o seu povo:
um mosaico vivo de sangues, cores, vozes e batalhas,
uma multidão que insiste em ressurgir,
mesmo quando o país tenta afogá-la no próprio descaso.
O pior do Brasil é o vírus antigo do vira-latismo, essa servidão tatuada na alma,
herdada de grilhões que nunca foram quebrados,
apenas polidos, disfarçados e impostos como destino.
O melhor do Brasil é seu povo plural,
tecido de afetos, tambores e memórias,
um jardim humano que floresce
nas línguas, nos ritmos e nas mãos que constroem cada amanhecer.
O pior do Brasil é o velho eco colonial
que ainda assombra corações e gestos,
um sopro servil que tenta calar a própria grandeza
e dobrar-se diante de poderes que não lhe pertencem.
O melhor do Brasil é o seu povo,
gente que me lembra casa, abraço, cheiro de comida na panela,
gente que ri alto, que sofre fundo, que segue apesar de tudo.
O pior do Brasil é essa tristeza educada,
esse medo de ser grande,
esse reflexo de se curvar ao que vem de fora
como se faltasse orgulho na própria pele.
O melhor do Brasil reside no povo,
na vastidão existencial de sua diversidade,
onde identidades múltiplas se encontram
para criar um sentido coletivo de ser-no-mundo.
O pior do Brasil é o complexo de vira-lata,
uma sombra psíquica herdada da história,
que transforma a autodúvida em hábito
e a subserviência em uma forma trágica de pensar o próprio destino.
✍©️@MiriamDaCosta
Mulher guerreira.
Seu corpo é o desenho de um templo misterioso.
Exala um aroma que mistura a sensualidade com a inocência.
Exala a mescla agridoce do desejo e da clemência.
Assim, derrama cada vontade numa trama desordeira.
"Algo que não sai de moda? Eu digo: a Conversa Fiada... Mistura de Dissimulação com Odio mais Inconformismo e Incompetencia, recheada com Mentira... E servida com muita Desfaçatez!"
Frase Minha 0382, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0382 "Tenho observado por aí: Algo que não sai de moda é Conversa Fiada, aquela mistura de Dissimulação com Odio mais Inconformismo e Incompetencia, tudo recheado com Mentira... E servida com muita Desfaçatez!"
Brasil, tu és braseiro
Brasil, tu és braseiro,
terra onde o calor se
mistura à esperança.
Teus rios correm como lava silenciosa, eas matas respiram fumaça e perfume, guardando segredos que só o vento entende.
No teu ventre, sementes queimam e germinam, raízes firmes entre brasas e pedras, e o povo, feito labareda, sobe em canções e lutas,
acendendo o mundo com o próprio ritmo.
Brasil, tu és braseiro,
mas não deixas que
o fogo consuma tudo.
Entre chamas,
brilhas em cores vivas,
mostrando que até a ardência
pode se tornar calor que abraça.
Reflexão de vida: Princípio e valores.
"Quando o profano se mistura ao sagrado, não é só a pureza que se perde, é a ordem que se desfaz, por causa da omissão que abre a porta. E aí acaba a referência.
Por causa disso, profano vai entrando de
mansinho e, sem ser questionado, se assenta à mesa do sagrado.
A bagunça vem junto, mas, de modo
eleganteé chamada de normalidade.
E, como ela não é confrontada, aos poucos se instala dizendo a que veio.
E como resultado, o santo se encurva, o
pecado... vira 'nada a ver', Os padrões se quebram, os princípios se perdem, na distração de quem deveria proteger o sagrado. E como isso não acontece por causa da omissão, o profano não é combatido, o sagrado é violado e, na falta de referência tudo vira bagunça, é escândalo sobre escândalo, como vemos aí."
@Suednaa_Santos
Minha Mãe, Mainha
Minha Mãe ou, de uma maneira bem nordestina, Mainha; mistura de adulta com criança, a precisão da responsabilidade com a ingenuidade da visão lúdica.
Um riso frouxo resiliente, passando por desafios e lutas; uma guerreira motivada por um amor que não pode ser explicado, que tem estado presente de várias formas.
Bem-humorada, muito teimosa, emotiva, bastante amorosa, uma força sem medida — o cuidado de Deus, certamente, na sua expressão física e majestosa.
"Eu sou todas as emoções.
Eu sou a mistura de todos os sentimentos e de todas as emoções: eu sou o amor, eu sou o ódio, sou a mistura de tudo. Eu sou a chuva, eu sou o sol, eu sou a mistura de todas as estações. Eu sou o perdão, eu sou a condição, eu sou a mistura de todas as sensações. Eu sou a calmaria e eu sou a agitação, eu sou a soma de todas as motivações."
Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides
- Mulher é bruxa ou fada?
Creio que seja uma mistura...
- Fada boa, bruxa má...
Ou uma questão de aparência...
- Fada bonita, bruxa feia...
- A fada é mágica, a bruxa é prática.
- A fada é intuitiva, a bruxa é mística.
- Da varinha mágica à bola de cristal,
ambas tem o poder de transformar
as coisas,seja para o bem ou não!
Haredita Angel
31.10.23
Feliz Dia das Bruxas!
No vaivém apressado do Rio de Janeiro, onde o barulho dos ônibus se mistura ao canto distante do mar, ela caminhava como quem conhecia o peso e a beleza da própria história. Não precisava anunciar sua presença. Havia algo nela que fazia a cidade diminuir o ritmo por um instante — talvez o olhar firme, talvez a serenidade rara de quem aprendeu a atravessar tempestades sem perder a delicadeza.
Era morena, de pele aquecida pelo sol carioca, daqueles tons que parecem guardar o brilho dourado do fim de tarde. Os cabelos caíam livres, volumosos, dançando com o vento que vinha da orla, como se também tivessem personalidade própria. Mas eram os olhos que mais impressionavam. Olhos fortes, atentos, capazes de intimidar a arrogância e acolher a tristeza no mesmo segundo.
Quem a conhecia sabia: ela carregava uma força silenciosa. Dessas que não fazem espetáculo. A força de acordar cedo, enfrentar dias difíceis e ainda encontrar gentileza para oferecer ao porteiro, à vizinha cansada, à criança perdida no ônibus. Tinha opinião firme, voz segura e uma coragem que não cabia em discursos. Nunca precisou endurecer o coração para sobreviver à cidade.
Nas tardes de calor intenso, gostava de observar o movimento das pessoas enquanto tomava café perto da praia. Via o Rio em suas contradições — belo e caótico, duro e apaixonante — e talvez por isso combinasse tanto com ele. Porque também era assim: intensa, luminosa, impossível de ignorar.
E enquanto a cidade seguia correndo sem olhar para trás, ela continuava ali, atravessando ruas, dias e memórias com a mesma elegância de quem entende que ser forte não é deixar de sentir. É continuar sendo gentil, mesmo quando o mundo desaprende como.
