Sou uma Mistura de Menina
Mais que beijos, a poesia mistura as almas,
tece fios de luz entre nossos silêncios.
Nosso amor é um rio que não conhece margens, corre livre, levando nossos nomes.
Amar você é respirar dentro do seu abraço,
onde o tempo desiste de marcar as horas.
Meu corpo se dissolve em seu calor,
e o mundo se faz pequeno, apenas nosso.
Quando me vejo em seus olhos, sou completa, um reflexo que o universo aprovou.
Não há espelho que mostre tanta verdade,
nem noite que apague esse brilho.
Sinto um amor antigo, de outras vidas,
como se fôssemos estrelas reconhecidas.
Nosso encontro é um verso já escrito,
um destino que a alma nunca esqueceu.
Somos dois rios que se encontram no mar,
duas vozes que se fundem em canção.
Não há distância que nos separe,
nem tempo que apague nossa essência.
E se um dia a memória nos faltar,
o coração saberá repetir nossa história.
Pois mais que beijos, mais que versos,
somos almas que se reconhecem.
Eu sou uma mistura de... Calmaria, sangue quente, paz e adrenalina. Não é fácil me entender, e ainda mais difícil é permanecer na minha vida. Não poupo verdades, odeio mentiras, não disfarço o que sinto, não adio despedidas. Vivo intensamente, nos limites entre corpo, alma, coração e mente.
Mulher guerreira.
Seu corpo é o desenho de um templo misterioso.
Exala um aroma que mistura a sensualidade com a inocência.
Exala a mescla agridoce do desejo e da clemência.
Assim, derrama cada vontade numa trama desordeira.
Minha Mãe, Mainha
Minha Mãe ou, de uma maneira bem nordestina, Mainha; mistura de adulta com criança, a precisão da responsabilidade com a ingenuidade da visão lúdica.
Um riso frouxo resiliente, passando por desafios e lutas; uma guerreira motivada por um amor que não pode ser explicado, que tem estado presente de várias formas.
Bem-humorada, muito teimosa, emotiva, bastante amorosa, uma força sem medida — o cuidado de Deus, certamente, na sua expressão física e majestosa.
No vaivém apressado do Rio de Janeiro, onde o barulho dos ônibus se mistura ao canto distante do mar, ela caminhava como quem conhecia o peso e a beleza da própria história. Não precisava anunciar sua presença. Havia algo nela que fazia a cidade diminuir o ritmo por um instante — talvez o olhar firme, talvez a serenidade rara de quem aprendeu a atravessar tempestades sem perder a delicadeza.
Era morena, de pele aquecida pelo sol carioca, daqueles tons que parecem guardar o brilho dourado do fim de tarde. Os cabelos caíam livres, volumosos, dançando com o vento que vinha da orla, como se também tivessem personalidade própria. Mas eram os olhos que mais impressionavam. Olhos fortes, atentos, capazes de intimidar a arrogância e acolher a tristeza no mesmo segundo.
Quem a conhecia sabia: ela carregava uma força silenciosa. Dessas que não fazem espetáculo. A força de acordar cedo, enfrentar dias difíceis e ainda encontrar gentileza para oferecer ao porteiro, à vizinha cansada, à criança perdida no ônibus. Tinha opinião firme, voz segura e uma coragem que não cabia em discursos. Nunca precisou endurecer o coração para sobreviver à cidade.
Nas tardes de calor intenso, gostava de observar o movimento das pessoas enquanto tomava café perto da praia. Via o Rio em suas contradições — belo e caótico, duro e apaixonante — e talvez por isso combinasse tanto com ele. Porque também era assim: intensa, luminosa, impossível de ignorar.
E enquanto a cidade seguia correndo sem olhar para trás, ela continuava ali, atravessando ruas, dias e memórias com a mesma elegância de quem entende que ser forte não é deixar de sentir. É continuar sendo gentil, mesmo quando o mundo desaprende como.
A minha história não é algo estático e acabado, é uma mistura meio mágica dos meus ontens, hoje e amanhãs, de forma que eu não sei exatamente onde termina um e onde começa outro.
Ser mãe é caminhar por um território onde o amor não tem medida,
onde o cansaço se mistura com o riso, e o coração aprende a bater do lado de fora do corpo.
É se redescobrir todos os dias… na escuta, no colo, na espera.
É duvidar de si e, ainda assim, seguir.
Ser mãe é não saber tudo, mas amar como se soubesse.
É aprender que há uma força silenciosa nas mãos que acolhem,
nas palavras sussurradas na madrugada,
nos olhos que dizem “estou aqui”.
E estar…
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Há uma força bonita em você.
Dá para sentir de longe —
essa mistura de riso e cicatriz
que só quem já viveu de verdade carrega.
Você não é feita de sorte,
é feita de coragem.
Aprendeu que para florescer
às vezes é preciso perder,
chorar, silenciar, recomeçar.
Hoje você anda com passos firmes,
olhar que sabe para onde vai
e fé que sustenta quando tudo balança.
Você é aquela que constrói caminho,
não espera convite: vai, faz, acontece.
Carrega em si as cores do dia,
a beleza de quem já se escolheu
e a certeza de que está exatamente
onde Deus sonhou para você.
Que privilégio é ver você brilhar."
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
No peito há medo e coragem a pulsar,
uma mistura que não se pode negar.
O coração chama, quer se libertar,
a alma sussurra: “é hora de tentar”.
Buscar o novo não é jamais errado,
desejar horizontes é ato sagrado.
Amor é abrir portas, mesmo assustado,
mesmo com vento forte e caminho incerto traçado.
Você leva quem ama, cuidado e luz,
responsabilidade e esperança conduzem sua cruz.
Cada passo consciente, cada sonho que seduz,
amor que guia, que acalenta e reluz.
Minha conclusão Sobre política e religião
A maior parte dessas histórias mistura:
fatos reais ✔️
dúvidas legítimas ✔️
especulações ❓
teorias sem provas ❌
Reflexão de vida: Princípio e valores.
"Quando o profano se mistura ao sagrado, não é só a pureza que se perde, é a ordem que se desfaz, por causa da omissão que abre a porta. E aí acaba a referência.
Por causa disso, profano vai entrando de
mansinho e, sem ser questionado, se assenta à mesa do sagrado.
A bagunça vem junto, mas, de modo
eleganteé chamada de normalidade.
E, como ela não é confrontada, aos poucos se instala dizendo a que veio.
E como resultado, o santo se encurva, o
pecado... vira 'nada a ver', Os padrões se quebram, os princípios se perdem, na distração de quem deveria proteger o sagrado. E como isso não acontece por causa da omissão, o profano não é combatido, o sagrado é violado e, na falta de referência tudo vira bagunça, é escândalo sobre escândalo, como vemos aí."
@Suednaa_Santos
Teus olhos, morena, são fontes de ternura
Teus carnudos lábios vermelhos
Na minha mente se mistura
E não me reconheço quando me vejo no espelho.
Talvez o sentimento mais característico de nosso momento atual seja uma mistura de tédio e compulsão.
O jogo de futebol é um teatro da vida, mistura de alegria e tristeza, de razão e emoção, de planejamento e improvisação, de técnica e fantasia.
Quis eternizar o abraço
Pausar o mundo e sentir a mistura
Demorar no toque sedento da pele e do cheiro
Brechar tua aflição
Espiar teus pensamentos
Sentir a temperatura
Respirar você
