Sou So um Palhaco
Há algum tempo atrás, uma estrelinha brilhou no céu e veio para a terra. Essa estrela fez um acordo muito sério com Deus: no momento em que comprisse sua missão ela iria querer descansar e mesmo que doesse para as outras estrelas da terra ela teria de descansar pois seria melhor para todos.
Passou um tempo a estrela cresceu se tornou uma linda mulher e um tempo depois teve uma linda filha. Mas alguns anos depois, o anjo que mandava recados de Deus veio informar a estrela que tinha chegado sua hora. Não deu tempo de se despedir pois trato é trato mas ela sabia que já estava na hora.
Uma pessoa que fica doente ou melhora ou descansa.
Melhora pois ainda sua jornada não acabou e porque Deus deu uma niva chance pra quem sabe fazer diferente.
Descansa por tanta maldade que fez ou por tanta bondade...
A explicaçao pra pessoas jovens morrerem é que sua viagem na vida foi curta, enquanto eu escrevia morreu uma pessoa mas também nasceu uma estrelinha.
Há estrelas que nunca se apagam pois seu brilho é infinito mesmo já estando mortas mas também há estrelas que foram esquecidas porque na terra nao lembraram.
Força
Feliz ideia de um coração puro e sincero, tão repleto de amor; que se fez uma união de sorrisos, abraços e beijos compartilhados de um amor maior.
estar
É existir
Em um espaço que pertenço
É faço a me diferenciar
O respirar maduro e compassado
dos meus olhos vividos e virados
De uma torpe paixão esquecida
Essa agora morre ou sublinhada
Mas caminha entre linhas
que jamais virão essa tal coisa
Esse medo fugido e violentado
... amarrado
roubo de minhas lembranças
ao ar que delira
Seu sorriso espantado...
Ah, este seu sorriso que no primeiro instante me apaixonei.
Sorriso fácil de um coração sincero, riso que transforma num canto que embala nossa dança.
Ah, este seu olhar que me fascina, olhar que brilha quando pede carinho.
Quero neles sempre ter um cantinho para que possa avistar o quanto te quero bem.
Estou sempre sozinha, fingindo ser outra pessoa ou perdida em um imenso vazio. Sinto falta da vida, das conversas, gargalhadas.
Eu tenho medo da tua próxima palavra
Cada frase parece o início de um fim
Eu já tenho medo
Tenho medo de olhar tuas fotos
e sentir teu perfume
medo que me dê esperanças
que apareça com um maço de cigarros
da mesma marca que fumo
Eu devia amar outra mulher
mas esqueci dela
e me apaixonei
Os acordes dessas músicas que escuto
parece que soam
que gritam
o teu nome
Começam devagar
e terminam com a maior força que senti
Isso ta me afetando demais
me puxando do poço
mas
se minha mão escorregar da tua?
e se você faz isso por instinto?
se é por ser uma pessoa boa?
por dó?
Por quê?
me explica
antes que eu me afogue
e não dê tempo de ver
tua silhueta indo embora
e salvando almas
que não a minha.
“Um amor desigual àquele que se manifesta entre os heterossexuais não é natural.” Esse foi o caminho mais simples, encontrado pelos leigos, para definir o que as línguas não conseguem pronunciar e o que as palavras são incapazes de exprimir.
O amor não é um substantivo, muito menos um sujeito, o amor é um navio que naufragou no mar da solidão.
VIDA VIDA
A vida é um mar enlouquecido
De brutos raios, trovões e gritos
Revolta de uma tempestade de terror
Onde o desespero é um buraco negro
No próprio horizonte de dor já gelada
Da água que nos toca no fundo da alma
Onde a esperança torna-nos catos secos
Como se de flores mortas se tratassem
Castradas de fé, embriagadas de erros mortais
Temos medo do inferno da própria sombra
Entre os gritos que imploram por ajuda
Permanecem no silêncio e no obscuro.
A vida passa rápido
são como páginas de um livro em branco
Não tenho sorrido muito
Nem tenho sonhado tanto
Já não sou mais quem eu vim pra ser
tentei mudar o mundo mostrando quem eu sou
mas no fundo o mundo me mudou
Já nem sei mais
o que vou fazer
Se amanhã o mundo acabar
de manhã eu quero acordar pra ver
Um dia qualquer à sombra do cajueiro..
Vivia o mesmo sonho misturado a despertares onde a tristeza, angústia e solidão se faziam companheiras, afastando-o mais e mais de um dia distante onde conhecia o seu lugar e sua gente.
Onde estavam seu canto, suas coisas, seu quarto, sua cama, a cômoda onde ficavam alguns porta-retratos?
Essa vaga lembrança o deixava confuso.
Porque seu olhar se fixava no chão quando, vez ou outra, alguém passava?
Quanto tempo mais daquela rotina, como se vivesse horas e horas, dias e dias, numa insossa repetição de nadas, sem sentido, aturdido em seu permanente estado de confusão e melancolia?
Alguns instantâneos faziam-no acordar inquieto e perdido, num outro lugar, ambiente simples, de conversas, da varanda, da sombra do cajueiro onde pessoas animadas conversavam e riam tanto, quanto tempo?
- O senhor não comeu nada hoje, vai ficar doente, pode ser que hoje alguém venha vê-lo...
- Precisa parecer melhor, vamos fazer a barba, cortar esses cabelos, trocar esse pijama, tomar um banho, cheirar melhor, o que vão pensar...
- O senhor não está me ouvindo...
- Não tenho mais tempo...
A água fria, por instantes, o desperta desse torpor, sente às costas a parede úmida onde se escora.
- Quem é você?
- Maria, já me esqueceu de novo...
- Onde estou?
- Na sua casa nova...
- Carla?
- Tá vendo, sua filha não pode vir, mas telefona sempre para saber do senhor...
- Chama a Nê...
- Sua esposa foi fazer uma viagem pra bem longe, vai demorar...
- Tome seu remédio, mais tarde volto com seu chá....
- Que dia é hoje?
- Tá mais esquecido, é sábado, dia de visita, por isso tem que ficar bonito...
- Carla..., Nê..., que dia é hoje...
Apenas um dia qualquer na vida de alguém esquecido que se lembra de uma vida distante e que ainda quer seu canto, sua gente, sua memória, seus amores...
Não há fim...
...olhando para o céu de todos.
onde encontramos um canto nosso,
iluminado pela lua,
a clarear nossos olhares, risos e silêncios,
testemunha de todas as promessas e renúncias,
em especial a de nunca deixar que o amor se perdesse,
mesmo que nossos caminhos
nos levassem a caminhos opostos ou
fosse abreviada uma das jornadas,
então, peço agora que siga e quando olhar para o nosso lugar,
esteja certa, lá estarei, com o mesmo amor...
Segredos que não nos pertencem...
O outro é um universo a ser explorado, conhecido, para tanto há que se ter paciência, carinho, acolhimento, e só será possível se ele assim o permitir.
Nenhuma pessoa tem o direito de devassar o interior da outra, ainda que se pense que será para ajudá-la.
Mal sabemos de nós mesmos porque, em geral, ficamos na superfície do que e do porque somos e o que fizemos.
As muitas construções que nos moldaram ao longo do tempo, em uma jornada de incertezas, descobertas e medos, nos pertencem.
O que há em nossas entranhas só descobriremos se o quisermos, daí a partilhar, só se for com alguém especial, que nos queira bem e nos inspire absoluta confiança, com uma dose dupla de amor e sinceridade.
Se formos escolhidos por alguém que queira e precise dividir seus segredos que tenhamos muito cuidado com o que soubermos pois, ainda assim, não nos pertence.
A distância...
a distância
não me impede de lhe roubar um beijo,
dar-lhe e receber um gostoso abraço,
acarinhá-la no colo,
pode o tempo passar,
rápido, célere,
sua beleza e nosso amor
simplesmente não...
Lágrimas...
chorar não é fraqueza,
não penso assim,
o choro é um ato nobre,
partilhamos lágrimas,
quando da dor ou de nossas alegrias,
sem vergonha ou medo,
o valor de uma lágrima não se esquece,
melhor se por amor...
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