Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Quando pequena sonhava ser princesa e viver em um mundo cor-de-rosa, hoje em dia sou uma mulher que sonha sobreviver em um mundo caótico.
Sinto
Sou sincera com o que sinto,
e não digo o que sinto à todo momento,
Mas quando sinto, sinto.
E não escondo o que sinto.
(Caminho sem fim )
Sou como você
Um ser humano
Um ser que ao mundo veio nu
Mas que com o passar dos anos
Descobriu a vergonha da nudez
Aprendeu como se deve viver
Caminhar ele aprendeu
Cujo caminho ele ainda não entendeu
Pois os passos dele são guiados por Deus
Ao tropeçar nesse caminho
Pensou que não tinha mais a Deus
Só depois então ele entendeu
Deus jamais o deixou
Mas ele por seguir um rumo contrário
Foi pouco a pouco do Criador afastando-se
Arrastando-se para onde o vento o levasse
Sendo assim, ele próprio
Desviou-se do caminho certo
Criando um novo caminho
O qual ele não sabe se encontrará um fim
Então ele seguiu apenas em busca do fim...
Andamos por vários caminhos
Onde tropeçamos, caímos e levantamos
Quando levantamos nem sempre
Temos forças para seguir em frente
E quando não temos forças
É preciso lembrar que nunca estamos só.
Pois há, um ser muito superior cuidando a todo momento de nós.
Eu não tenho a doença da loucura, eu só sou alguém que gostaria que os sonhos pudessem ser reais ou que eles não significassem tanto a ponto de eu conseguir aceitar viver uma vida medíocre
desequilibrada... Será?
Afinal, não existe o equilíbrio...
Ou estou triste
ou sou feliz.
O meu sorriso é triste
ou meus olhos chovem flor?
Onde achar essa metade?
Esse balanço perfeito
entre a dor e a alegria...
isso que não é saudade,
isso que não é poesia...
Onde achar meu equilíbrio?
Onde será que ele está?
Será que nunca o tive?
Será que ainda vou encontrar?
O meu olhar é sorriso
ou meu gesto canta aflição?
Será que o que busco existe?
Será que se deixa achar?
Será que esta vida toda
não deixa de ser buscar?
E se procuro e não acho...
Será que esse é o fim?
Será que toda essa ausência
É a resposta pra mim?
O meu fora está tão dentro
E o meu interior... onde está?
Sim, eu sou de cristal...
Sim, eu tenho medo de me quebrar...
Sim, eu tenho medo de me perder...
Sim, mas mais medo tenho de te perder...
Então aqui está...
Faça o que quiser.
Meu coração é seu e deixo ele com você.
Quimera
Sou toda quimera,
Do sonho não sonhado
Nem manso, nem fera...
Entre opções : negado
O tempo muda,
O mundo se afasta.
Quem não presisa de ajuda?
Nesta terra tão vasta
Quisera eu não ver,
Este rumo kamikaze.
Muito menos saber
Que nem tudo é uma fase.
Ao roubar meu coração
Cortara minha asa.
Sem calor, nem afeição.
Impedido de voltar para casa
Viva de emoções;
Viva plenamente;
Pois quem vive de ilusões...
Não se aprisiona na mente
Eu não possuo asas,
Mas com estes braços eu sou capaz de abraçá-la
Com tanta firmeza que os pássaros teriam inveja de nós.
" Através do estudo da palavra de Deus, sou lembrada de que minha vida na terra é somente um pontinho na linha do tempo de Deus.
No entanto, quando vivo para agrada-lo, servindo-o e relacionado-me pessoalmente com ele, minha vida ganha sentido eterno."
Quem sou eu ?
Uma curiosa ,uma viajante , uma mentirosa feliz !
Sim..
Eu tinha planos ...
sonhos...
eu tinha um sorriso,eu era como um pirilampo voando sobre a miséria...
Eu tinha um nome , eu tinha amigos ...
Eu tinha tudo , mas...
meu mundo caiu .
DESABOU !
Tudo então..
ficou escuro,as flores murcharam , minha casa se tornou o mais triste esconderijo , o tempo não secou minhas lágrimas.
Hoje , tenho o que restou .
Mas lá no fundo sei que o céu é Lindo .
E a Lua nunca perderá seu encanto...
Fim.
Saber-me não sei, diga-me quem sou
Digam-me, quem sabe,
Quem sou eu afinal. Sabes tu?
Sou por acaso, quem?
Fui ou serei o que ainda nem sei se sou?
Sou tua imaginação fértil,
Sua desgraça ou sorte
Que o tempo abortou.
Sou ciranda, serpentina,
Inquieta, bailarina, sabes tu?
Dizes quem sou.
Não sou de nada,
De ninguém,
Não fui, nem vou,
Além do além.
Diga-me, então se souberes
O que quero ou o que queres.
Sabes tu o que não sei?
O que não digo, nem direi?
Digas-me tu o que não sabes
Deste meu ser o que não cabe
E se derrama nas levadas,
Nos escombros, nas madrugadas
Que me leva a alma errada.
Diga-me, pois não direi
O que até agora não sei.
Estou no vento, na chuva,
Nas flores, no teu olhar escondido,
Num poema esquecido,
No que é morno, no que é feio,
No que dizem bizarro, não sei...
Sou profana, alheia, noite, tarde,
Estou no seio da verdade,
Não me escondo, não sou maldade.
Mas, mesmo assim, não sei,
Sabes tu? Digas, quem sou...
