Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Sou falho(a), sinto medo...
Sei que estás comigo nestes momentos de angústia,
Não devo permitir que meu medo seja maior que a minha Fé!
Perdoe-me Senhor!
Rosangela Zorio
"Vou além do que pode pensar ou imaginar
Sou Aquele que chama por teu nome
E digo que Sou manancial da esperança
Sou o teu Deus hoje e para sempre”
Carnaval
Tem muito mais gente falando mal do Carnaval do que falando bem.
Sou dos que falam mal, nunca foi minha festa preferida, mas tirei, numa época, as minhas casquinhas.
Os que gostam não tem tempo a perder para falar bem, estão por aí, dançando e cantando, mas serão os mesmos que daqui a alguns anos falarão mal.
Não é o Carnaval que foi bom ou é mau, nós e que temos uma idade momesca que passa.
Porque sou assim, áspero, insensato, frio e sem medo do manhã, mesmo que tudo isso pareça notório dentro de mim existe um ser capaz de amar sorrir e fazer pessoas felizes por ser alguém que sonha.
Noite quente, o sono não chegou,
contava estrelas em minha janela,
Quem sou eu nessa imensidão?
Um grão de areia no Saara...
Esse cara sou eu?
Com o sucesso "esse cara sou eu" vejo comentários e suspiros de mulheres que procuram "esse cara" e outras que dizem que " esse cara" não existe.
Será que quem procura "esse cara" é "essa mulher"?
Porque se for "aquela mulher" só encontrará "aquele cara".
Então, para "aquelas mulheres" (que são consideráveis nas estatísticas), desculpem-me acabar com seu conto de fadas da vida real, mas "esse cara" morreu.
(texto escrito em virtude da música do Roberto Carlos que fez sucesso em uma novela e gerou muitos comentários por parte das mulheres nas redes sociais)
Sou pessoa com sinceridade exagerada... Não suporto mentiras ou meias verdades, quem quiser me suporte assim... Não sou boa atriz e nem sei fingir ser o que não sou... Sou essência e não aparência!
Ass. Mari Ford (Ceicinha Banana)
Agradeço todos os dias o ser humano que sou, a vida que tenho...Sei, tenho problemas sim, mais quem não tem...Não vivo a vida de ninguém e não deixo ninguém viver a minha. Aprendi algo muito importante:
-Eu decido!
O MALABARES DA VIDA
Quem sou eu? O que eu sou?
Você não pode ver as respostas através de seus olhos, você só pode usar o seu coração e mente para desvendar a profundidade do interior
Então, aqui estou novamente tentando ler essa página em branco que responde a pergunta; De onde vem? A força da minha singularidade, a razão da minha felicidade, ou da minha tristeza?
Essa pergunta também serve como um bilhete para uma viagem pelo passado. Me arrisquei em ir, mas eu estou sendo puxado como um peixe em um gancho, mas eu nunca vou voltar para o meu velho eu. Embora eu estou livre ao mesmo tempo estou preso nesse lugar onde só se pode sentir é a aura sombria circundante do meu coração. Veio então como resposta, um exame da auto analise do meu passado. Como eu fazia malabarismo com o meu destino,
Algumas coisas na vida que eu preciso agora, são coisas que não posso esconder que já estiveram disponíveis ao meu alcance em minhas mãos, mas como os malabares estava com apenas um em minhas mãos de cada vez e jogando outros ao ar como se essas peças da minha vida fosse mera brincadeira. Daí pude ver que num simples descuido meu não havia nada em minhas mãos. Talvez pensasse que eu era habilidoso, mas vejo que não fui.
E agora? Não pense que você é diferente de mim. Vivemos assim como os cegos, nós sentimos que o mundo todo, ou seja, nossos corpos, almas; nossa carne e sangue, enfim tudo e desconsideramos que estamos sem poder de dominar a força do acaso ou destino como queira chamar. Essa é a última coisa em sua mente, que você é capaz de controlar o que há por vir. Então me pergunto, faço melhor, uma pergunta coletiva.
Quem somos? O que somos? Para definir essa resposta a mim mesmo e para além daqueles que acham saber alguma resposta. Há escritores cegos como eu ou qualquer outro caso se não houver algum de nós que carrega a vista ou a visão. Por certo ainda assim haverá aqueles que se recusam a aprender que não há destino e sim consequência do jogo que fizemos com as peças que retemos e com as peças que jogamos. Por certo sempre houve e haverá o poder em nossas mãos de usar essas peças como nos convém, não há vitimíssimo no jogo da vida. Se houve desleixo no seu raciocínio de quais peças reter de quais jogar. Assim na vida como no malabarismos tudo que vai volta. E o retorno só será bem sucedido dependendo de como você lançou a sua peça. Assim ela retornará.
