Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Da vida que vivo hoje.
Descobri que somos a coisa mais linda que existe.
Eu me amo sou grata por existir.
Sou altamente complexa a mim mesma.
Minhas reações podem até ser previsíveis,mas a explosão dentro de mim nunca é!
Os anos passam mesmo, e sim! Dá vontade de voltar.
Eu digo que não mudaria nada, mas acho que no fundo mudaria sim algumas coisinhas.
Alguns conceitos não me deixam, sou refém de mim mesma.
Tenho desejos profundos e não me canso de tentar. Não me nego o sofrimento de viver e de amar.
Hoje tenho 30 anos e, dizem ser a idade onde fazemos o balanço da vida.
Se eu fizesse um do meu diria: Ainda tentando.
Sou o meio, a metade, o incompleto, a busca do equilíbrio, o desejo, a dor da vontade, um abrigo, um casa, uma cavidade...me encontrando, me buscando, e doando de verdade.
Dos hoje que tenho vivido me arrependo da metade.
Se tivesse outra oportunidade acredito que ainda assim me arrependeria da metade do que fiz, pois só descobrimos o que é bom na vida depois que experimentamos o que é mal.
Sou forte,
Sobrevivo aos interpéries das estações,
Não sou de causar polêmicas ou discurssões,
Sou gentil e também sei ser nobre!
me calo,
mas não consinto.!!
..
Sou guerreira,
Sou filha da terra, sou filha do ar,
sou filha do vento, sou filha do mar..
Sou ousada não posso me intimidar..
Sou humilde mas não tente me humilhar!
Sou confiante!
Sou muito mais que..
"ÀRVORE"
uma árvore qualquer,
prestes a cair no precipício...
O solo em que fui gerada é fertil.
minhas raizes são fortes
me sustentam e não me deixam cair!
Não sou prepotente,
não sei ser arrogante!
..
Missão Concluída.
Sou apenas um homem, em presença de Deus, em busca da derradeira esperança, antes da partida final. Sou o menino inocente que ousou querer mudar o mundo. Sou o menino que acordou dos sonhos de fantasias e enfrentou os ferozes e poderosos abutres carniceiros. Alguém que desafiou os exploradores da fé e os falsos políticos Sou espelho de uma bela geração dourada, tão desconsolada e perdida. Alguém que jamais temeu diante do perigo. Que sempre valorizou a vida. Sou o eterno amigo de tantas mensagens esquecidas... e que agora caminha de encontro à inevitável, profunda e sempre triste escuridão. Foram tantas as provas, mágoas e dores que senti. Nunca esmoreci. Recebi dos céus a Luz divina. Ofertei a todos o meu amor maior. Fui fonte e chama envolvente. Rejeitei o fanatismo, a louca paixão. Resgatei a verdade histórica. E aqui, na Terra, não importa se nunca ganhei ou se aparentemente perdi.
Como caminhar às cegas, em busca de um porto seguro, quando tudo parece tão sem sentido, tão impuro? Talvez melhor fosse partir, agora, sem dizer adeus, seguir sozinho, sem nem ao menos chorar a iminente despedida...
Onde encontrar explicação para a vida que ora se esvai?..Terei que acreditar em mentiras? Que trilhar estradas desertas e frequentar igrejas vazias ou repletas de crédulos, todos os dias?
Sou o último rebento que restou das supremas e fortes raízes, mas o único que se rebelou contra a podridão do mundo, em todos os seus dias. Superei a triste solidão. Compreendi a sombria e amarga velhice. Dei alento aos desesperados. Chorei lágrimas de sangue ao lado dos injustiçados.
Desacreditei de tudo e de todos e... encontrei Deus na bonita e feia Natureza. Matei o tempo e fui alvejado, cruelmente, por ele. Abominei milagres, rezas e ofícios. Exaltei as boas ações. Glorifiquei a vida e acolhi com resignação e ternura a temível e tão necessária morte.
Como buscar consolo no desconhecido, sem vislumbrar um norte, um horizonte?.Como posso querer permanecer por aqui...se entre um vão e outro vão, muitos são aqueles que se vão. Creio que a minha dolorida e insana missão foi finalmente cumprida. Deixo de ser águia e guia. Não resta nada mais a fazer aqui. Já posso seguir...
Texto: Nelson Barh
Nem sei nem mais quem sou!
Não sei porque respiro, se já me roubaram o coração..
já nem posso mais sentir!
..
"Eu sou orgulhoso sim. E tenho imensa admiração por essas pessoas que consenguem enxergar na simplicidade das coisas tanta beleza onde poucos conseguem ver..."
As vezes sou tão direto quanto uma lança, mas se engana que tal lança não me transpassa quando lançada, sinto a mesma dor de quem é o alvo, mesmo que este não seja atingido.
Arrojada
Arrojada...
Essa mulher sou "EU"!
A opinião dos outros não importa!
Se gostam ou não,
agradeço igualmente
A minha voz é o som que
seduz minha mente
A fragrância fica no ar
e não gosta que a privem...
Tudo em mim é escancarado
Deixo a vida me levar
Doando o melhor de mim
Simples assim...
SEM MÊDO DE SER FELIZ
Sou aquela que rala e rola
Pelos quintais da vida...
Procurando caminhos,
Mesmo que sem sentido...
Pulando amarelinha
Sobre os turvos chão que piso...
Brinco com o tempo
Driblo os medos
Sorrindo,
Brincando
Sendo leve
Sendo brisa
Sem pisar na vida
Sem medo de ser feliz!
Sou uma mulher como tantas outras
Envolvida em sonhos secretos...
Os meus tem remetente...
Tem nome
E o meu predileto chama-se você!
Muitos já riram de mim poque sou diferente , já zombaram por causa das minhas crenças,sentimentos e gostos, já me excluíram por causa de minha ideias , mais nada disso me fez desejar ser igual a eles e fingir ser o que não sou ...eu nasci pra ser autêntico e não igual a todos os outros... Sandra Costa.
Minha poesia é nada do que sou,
é noite desgostosa de bebedeiras
é escrita em lugares que não vou
é delírio inocente antes da saideira.
Minha poesia mergulha no seco
ardente como pés no chão quente
sombreada com a ausência sentida
é vazio que ainda assim me dá vida.
Minha poesia intimista é chata,
penso que poucos a admiram,
minha inspiração pode ser ingrata,
mas ainda assim é por ela que respiro.
Não me esqueça na parede, não me deixe no tempo, não me tenha só de vez em quando...sou carente, dependente.
Sou peregrino, sou cigano neste chão chamado Terra,
Percorro as alamedas sobre a linha dos meus pensamentos
Qual trem que parte de um ponto certo em busca da estação;
Que sempre chega; mas sobre aquela reta curva em momentos,
Desponta a vasta planície criada no imaginário do coração.
A vida é pedaço de cada coisa, é o todo que não se domina,
Mesmo querendo, não se transforma o que tem que acontecer.
É destino, não sei, só sei que cantamos a canção que anima
Nos levando em frente, qual vento que sopra ao amanhecer,
Rodopiando folhas secas, bailando os galhos verdes acima.
Sou passageiro da matéria, vivência que o tempo carrega
Na carruagem invisível que nos transporta num vai e vem,
Porque nada se cria, faz-se uma metamorfose por entrega,
Como filete prateado; liga-nos um plano a outro no além;
Sou corpo, sou alma, a vida e uma nau que o ego navega
