Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Entre tantos caminhos e meio tantas perspectivas nunca imaginei que poderia criar uma versão de mim que tentou ser tudo e da meu tudo a um certo objetivo, mas com o passar do tempo percebi que nada valeria a pena, porque na verdade o meu caminho tinha uma curva e que nela joguei minha versão no abismo, sem dimensão de tudo o que fiz notei que dexei de existir, me tornei tudo o que tinha medo de ser, em meio tanta turbulência, ouvi meu coração e ele me fez aprofundar imensamente, nesse momento minha razão entrou em conflito comigo mesma e foi aí que percebi que minha mente não poderia ouvir mais meu coração, e que traçar um novo caminho não era mais questão de escolha, era minha única solução, eu precisava me encontrar de novo, precisava entender que meus erros ou como posso dizer minhas experiências seria o meu refúgio naquele momento, e necessitava entender que nem sempre meu coração vai está com a razão. Me perdi tentando me encontrar!
No meio de tanto antagonismo, dar vazão a diva consciência é o mesmo que aclarar quem és e quem é Deus nos seus planos, métodos e estrutura.
Tiro a venda dos olhos para ver a verdade. O Ser fica ofuscado em meio a inversão de valores. O amor foi posto como produto ou moeda de troca. Não existe mais o senso de humanidade. O homem perde todo o tempo de sua existência preso a seus extintos e paixões, se assemelhando aos animais, porém com menos habilidades e mais fragilidades.
O domínio da IA sobre a humanidade, provavelmente se dará, não por meio de armas de extermínio em massa, mas através da ilusão!
Corremos atrás de desejos tão vazios que no meio da jornada acabamos ficando cansados e fadados a desistir.
No meio de uma geração gritando por respostas, os cristãos estão balbuciando.
A igreja é a fortaleza de Deus, a cidade de refúgio que Ele mantém em meio a um mundo em rebelião. Toda e qualquer infidelidade por parte da igreja é uma traição contra Ele, que comprou a humanidade com o sangue de Seu único Filho.
Por toda vida
No meio da multidão nos beijamos entre tantos esbarrões e gente dançando,
nosso calor corporal brilhava como um lustre,
a mesma mão que acariciava meu rosto dizia muito, o teu cheiro exalava tua intimidade vinda da alma,
ali no caos intenso o trigo nascia no meio do joio subia enraizando o meu corpo em direção ao céu,
no abraço conquistamos um ao outro, no beijo forte selamos um momento, no olhar nos identificamos por toda vida.
Depois de um tempo...
Dei asas ao tempo e ele levou o melhor de mim,
em meio a tantas manobras esquisitas do destino e piadas sem graça estou conseguindo recuperar o que um dia lá atrás foi meu maior tesouro.
A nanotecnologia como complemento da físico-química forma um meio de conhecimento e domínio do âmago dos materiais em seu cerne e uma conexão ou interface com a antimatéria.
Uva negra
Olhar seus olhos negros em meio a um sorriso é como saborear as uvas negras, doce na medida do quero mais, suave a ponto de repetir, gostosa como o despertar sem pressa e sem medo de ser feliz.
Tudo é remédio, tudo é veneno.
O que muda é a dose.
A essência está no meio, entre o tudo e o nada.
Entre o bom e o ruim, o sério e o descontraído, a responsabilidade e a imprudência.
Tudo na sua hora certa, na sua dose certa.
Porque na vida não há somente o preto e o branco.
Nem tudo é ou deixa de ser.
Afinal,
Quem tem muita certeza do que faz,
Do que acha, que pensa, e decide,
No fim das contas só não sabe a complexidade das escolhas.
No processo do juízo,
A emoção cega e a razão paralisa.
Tudo tem sua dose certa.
Tudo é remédio, tudo é veneno.
a vida é feita de cochilinhos até meio-dia e de momentos em que você espera pelos dias quando poderá cochilar até meio-dia
"O Homem é a face do bem no silêncio que o habita...
mas a face do mal meio a seus próprios demônios".
Gizoni
O PORTO
Estamos todos num navio
A bordo, vazios
Estamos cheios um do outro
Em meio à tempestade
De sonhos e medos
Que causam arrepio
Não há nenhum bote
Ou colete salva-vida
Nem necessidade disso
Para nos aquecer do frio
Nem é preciso socorro
Para cairmos na água
Pois quando chegarmos ao porto
Não haverá mais rio.
ROSA CATIVA
No meio do caminho
Tinha flores
Tinha flores no meio do caminho
Ninguém me avisou
Mas elas estavam lindas
Na curta longa estrada minha
Nunca me esquecerei
Que no meio do caminho
Tinha flores e borboletas
Não couberam todas
Na minha cesta
Mas uma delas me acompanhou
A minha rosa cativa
Tinha flores, borboletas e espinhos
No meio do caminho.
(intertextualização ao poema:
No meio do caminho tinha uma pedra,
de Carlos Drumond de Andrade)
