Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Estou amando de uma forma quase perfeita
De uma forma duradoura, inocente, inteira
Estou pronto para dar asas aos meus sentimentos: voar sem limites, sem direção
na razão sem argumentos;
Quero me perder entre a loucura do meu coração
Sem lucidez, somente na minha paixão
Se amar é loucura, sou louco no amor
Ou por quem mereça está no conforto
dos meus sentimentos;
Entrego-me de mãos atadas, de bom grado
Em amar com o meu coração, pois sou louco nos argumentos, entre-linhas
de tal louca paixão;
ESTÁ MUITO MISTURADO. Poucos estão separando o joio do trigo. Do que falo? De quase tudo (Nelson Locatelli, escritor)
“Verdade”
Fazer com que as coisas aconteçam…
Parece tarefa difícil… quase impossível!
Basta viver acima de tudo na verdade… para mudar este rótulo.
Verdade é entender que fazer o bem, é recompensa para o “Espírito de Luz”.
Quando estamos sem direção, nos tornamos alvo… e nem sempre achamos a saída.
Deus é nosso escudo… Deus toma nossa frente.
Se aprendermos a confiar no poder de Deus; o que poderá nos atingir?
O Senhor ouve nossa súplica, Ele sente o nosso frágil coração!
Se aceitarmos que nossas batalhas são diariamente duras, porém lutarmos…
Venceremos sempre.
Nós não somos uma sobra… Nós vivemos na verdade.
Deus é a energia que contagia o nosso ser… e nos ensina sobre esta verdade.
Não é tarefa seguir o caminho correto…
E sim obrigação ... ter coragem, e enfrentar os obstáculos… as grandes pedras.
Verdadeiramente, só vivemos a verdade… quando nos doamos.
Deus está do nosso lado… e sempre nos ajudará nas mais difíceis tarefas.
Se estamos na verdade, nunca estamos só.
Se estamos na verdade… estamos vivenciando a paz.
Se estamos na verdade… estamos no caminho exato.
Nós somos com certeza, a essência de Deus!
Se aqui estamos…
Não acredite em acaso…
Acredite em missão…
Deus nos colocou aqui de verdade…
Deus nos ensinou e nos pediu… a verdade.
Nós não somos, nem nunca seremos o que chamam de sobras.
Nós sempre seremos a mais perfeita verdade.
Admilson
As coisas simplesmente acontecem, sem perguntar sem pedir permissão.. Não controlamos quase nada, o que posso decidir é pouco, posso decidir se viro em uma esquina para direita ou para esquerda, mas não se tenho medo ou coragem. Não podemos nem decidir de quem gostamos ou de quem amamos. Seria bom controlar os sentimentos, mas não da esse poder não é nosso, esquece isso é impossível já tentei...
Sem debater diretamente com meus inimigos é quase impossível. Não tenho armas suficientes para guerras psíquicas..
Somos feitos de "quases" eu e você . Feitos de quase beijos , quase toques, quase romance, quase amor. Porém, eu sou egoísta e não me contento com migalhas. Não gosto do ameno , o morno me entedia e o opaco me dá sono. Não posso ser sua quase amiga ou seu quase amor. E no meio de toda essa confusão de afabilidades, obséquios e cortesias somos o que, afinal ? Futuros amantes, talvez. Amor parcelado, chove não molha, beijos tácitos e devaneios...
A lua com a noite longa ficou tão encantada
Que esperou o sol para se despedir
Ambos quase se beijaram
Na hora do dia surgir...
mel - ((*_*))
Por pensar...
O dia corria amorfo
Era quase inicio de novo dia.
O relógio fez um bip quando virou meia noite e um...
Eu estava fora do meu habitat natural, corria riscos por está em área desconhecida, mas que me deixava com sensações.
Nem sabia como explicar, era tanta companhia diferente com olhares bruscos e gestos indomáveis, mas quis arriscar. Já havia algum tempo que o passar dos dias eram simplórios e sem sustos, queria me entender quando estivesse em área escura onde apenas o pensar me dava certas palpitações pelo desconhecido.
Mas ousei enfrentar aquele algo incompreensivo e cheio de pressupostos onde ouvira uma conversa de uma pessoa ao relatar experiência parecida, em que a sensação uma vez corrido o risco deixou algo eloquente e compensador.
Confesso que um algo apenas por pensar gera-nos uma compensação já que lidar com o conhecido e tolerável é talvez uma certeza que no final da vivencia se quer nos deixar o suspirar de uma lembrança.
O fato é que ainda o desconhecido arremete-nos ao jogo do ``arrique-se´´ uma vez que o marasmo nos deixa com sensação de ócio e torna o dia a dia insosso e fugaz. Você não acha?.
O mais engraçado é que passamos recibo de algumas coisas ou por suposições ou por quebrar a cara mesmo, onde nos esquecemos de dizer até pra nós mesmos e acreditar que tudo é apenas experienciamentos puro aprendizagem. Acredito que vai ter alguém que duvide, mas ouso pedir recibos de quem julgue-se mais certo que todos. E é claro que tudo isso é mais um sentimento apenas um direito por pensar.
Corpo
Minha mente vaga no vazio
Quase me perco, por um fio...
Meu corpo sente frio,
enquanto me nego a acender o pavio.
Minha cabeça está confusa,
e você me usa e abusa
Minha alma está perdida,
ou talvez, partida.
Ando tão cansado
Mas de quê?
Me sinto um derrotado
Talvez eu não deva me apegar a você.
Nossa fé.
A chuva é quase nada
a colheita está incerta
sem ter a terra arada
a fome um dia aperta
mas nossa fé é sagrada
pra cada porta fechada
existe uma janela aberta.
A pressa e a ansiedade aceleram, quase atropelam o tempo. Já a paciência, essa, faz o tempo andar, caminhar, trabalhar a nosso favor.
Chego em casa. Quase as oito. Exausto, morro no chuveiro. Penso que devia economizar água, inevitavelmente o pensamento voa para outras causas, o comportamento apático do governo para o desperdício dos grandes donos de industrias. A fadiga do corpo permanece. Esqueço de esquecer de pensar. Saio do banho. Sonolento, visto uma roupa limpa, ainda pensando, agora no ódio indecente em um comentário que li no facebook sobre uma greve estudantil. Tomo um café e me sento em minha cadeira dura, na verdade muito dura. Abro o sistema escolar e vejo todas as tarefas pendentes, a nota baixa em física me relembra o quão ruim sou nas matérias exatas. Levo as mãos à cabeça ao me lembrar que quero cursar letras ou filosofia, mas ambas não garantem qualquer segurança financeira. Volto-me para a tarefa escolar, uma lista de matemática, não consigo fazer sequer uma questão, nem sei o nome da matéria. De fato me disperso em todas as aulas, o assunto não me é interessante. Amanhã tem prova. Queria escrever um poema, mas isso não vale ponto. Tudo precisa valer algo para ser feito. Queria ver um filme, porém me forço a estudar quando me lembro de outro comentário no facebook e percebo que, caso eu não passe em uma faculdade federal, mas um aluno do Bernoulli sim, alguém pode dizer que não me esforcei o bastante, afinal a meritocracia não falha. Passou uma reportagem no fantástico, sobre um menino pobre que está cursando medicina. Tento fazer mais um exercício. Apago. Acordo alguns minutos depois, assustado, um pouco desesperado. Preciso de pontos na matéria, não sei nada. Deixo tudo para última hora sempre. Não tenho todo tempo do mundo. Em dias como hoje, eu peço um pouco de paz, de calma. Uma ambição tola: poder levar a vida no meu ritmo sem preocupações. Sem lembrar que ainda ontem vi um menino catando comida em um lixo de praça e sua mãe estava do lado. Em dias como esse, eu adoraria não ter esse incômodo por tudo que me parece errado. Apenas me bastaria não ser visto como outro comunista preguiçoso de conversa fiada. E se esse texto não servir para nada, amor me perdoa.
Caminho.
Água pouca quase nada
chão rachado vida dura
caminho seco pela estrada
segue o sonho que perdura
de ficar na terra amada
e viver da agricultura.
Último pedido.
A terra quase vermelha
os olhos sem confiança
o vento vem em centelha
e o sertanejo se lança
quando ao chão se ajoelha
só lhe resta a esperança.
