Sou porque tu Es Pablo Neruda
Você não merece Parabéns,
merece muito mais que isso!
Não tem como expressar o que tu merece..
pq vc é uma pessoa muito boa, aliais, ótima!!!
E não vai ser essas palavras que vão te alegrar,
e festejar junto contigo...
Você não merece Parabéns,
porque se não seria muito egoísmo.
Pois, todo dia é o seu dia.
Como eu queria estar ao seu lado agora,
lhe dar um abraço e poder dizer,
EU TE AMO, e te desejo tudo de bom!
Eu não sei mais dormir sem você
No antro de minha insônia eu penso em ti. Em quando tu te deitas, apaga as luzes, e a constelação fosforescente das estrelas de teu quarto invadem o cômodo. Da mesma forma, eu deito, apago as luzes, e um clarão invade o cômodo pela brecha da janela mal fechada. É uma dicotomia essencialmente marcada pela distância. Um trecho simples, superavel. Mas ainda
assim, capaz de fomentar em mim saudades inimagináveis.
Eu me perco na imensidão de tuas demonstrações mais profundas de amor, como se eu fosse o próprio banhista que suscita Heráclito, mas caísse sempre no mesmo rio e nadasse até chegar cada vez mais fundo. Somos essencialmente mutáveis amor, mas nossa essência de dois casais que se beijam escondido, amam baixinho e se tem por inteiro é fixa, prática, estática. Meu rio, meu mar, oceano, ilha e arquipélago. Tu és tudo além do que eu sou capaz de definir.
Teus detalhes aspiram em mim os nados mais profundos no âmago do teu ser.
Quero te conhecer muito além do que tu és capaz de compreender. O que te move amor? O que te anima em teus dias mais vazios? Amor, felicidade, tristeza, instinto. Não idealizo nosso amor. Reconheço a fluidez dos casos matinais, a correnteza de rios rasos e a passagem da vida pelos romances acumulados. Eu quero você, e se eu amo é tu, então a gente aproveita cada nado que fazemos nesse rio. Agora que estamos aprendendo a nadar, tudo contigo me torna experiente o
suficiente pra saber que só sei nadar com você.
Tu me guia, eu sou tua guia. Tu é o alívio de meus dias, eu te trago pros sons mais relaxantes possíveis que te permitam respirar. Tu tocas para mim, eu danço a música do amor que só tu sabes tocar.
É no interior de meus sonhos eu penso em ti, é quando eu te sinto deitar ao meu lado, a cama é fria, teu corpo, quente. Tu tocas em meu corpo e meus arrepios são ocasionais. Eu sinto teu abraço, de quem protege e só quer dormir bem, é aí que nós dormimos entrelaçados. Quando eu acordo, sozinha, com o conforto que somente um golfinho de pelúcia é capaz de me
proporcionar na tua ausência. Onde estás tu agora, além de aqui dentro de mim?
Dentro de mim tu encontra o breu, entende meus medos e desfaz cada pequeno erro meu. Amor, tu suscitas em mim a alegria que somente deuses seriam capazes de alcançar. A pura ataraxia aristotélica. Meus medos encaixotados dormem enquanto teu beijo me trás pra
superfície das constelações do teu quarto, onde eu queria estar agora.
É dentro de tuas mensagens onde reside o meu amor. Exatamente agora tu me falas em frase pra descansar bem e amanhã te mandar um sorrisão. Eu lembro bem dessa pronúncia, de te pedir um sorrisão assim nas escadas do colégio, de tu me beijar nessas mesmas escadas há dois anos atrás. Aquele frio na barriga, aperto no peito e o desejo quente de te beijar ainda permanece em mim. Como se todo beijo teu sempre fosse o primeiro. Saudade de teu beijo amor, do teu sorrisão, do teu abraço, teu cheiro, das tuas mãos, teus olhares, teus elogios matinais, até das nossas brigas que se perdem quando tu me beija no sofá da sala.
Nunca a inconstância foi tanta pra nós. Mas também, nunca foi tão bom sentir isso e saber que apesar das dificuldades, existe o nós. Eu lembro de olhar bem pra ti enquanto tu tocas. É quando eu te admiro. Imagino aquele menino que ainda aprendia a tocar, me pergunto se ele sabia que eu entraria na vida dele para reparar em cada nota que movimenta seus dedos. Penso no homem que ele se tornou, no jeito intenso e na calmaria que ele tem. É inegável que ele me tem. Que seus medos agora são os meus. O que te move em teus dias mais vazios move a mim. É tudo sobre o que sinto por ti. Sobre como a vida é melhor ao teu lado. Como eu passei a sentir o que é a felicidade de verdade. É tudo sobre o que tu faz em mim. O amor que deixei guardadinho pra reconhecer somente em ti. A nossa conexão de quem ama e admite, escreve,
declama, toca e sempre, no fim, só quer amar. Só quer amar. Só quer amor.
"Aléjate de quienes te amargan la vida. Aunque sean de tu familia.""
"Afasta-te daqueles que te amarguram a vida. Ainda que sejam de tua família. "
Bom Dia
Espanta-me, em verdade, o que fizemos, tu e eu
Até nos amarmos? Não estariamos ainda criados,
E, infantilmente, sorvíamos rústicos prazeres?
Ou ressonávamos na cova dos Sete Santos Adormecidos?
Se alguma vez beleza eu de facto vi,
desejei e obtive, não foi se não um sonho de ti.
E agora, bom dia às nossas almas que acordam
E que, por medo, uma à outra se não contemplam;
Porque Amor todo o amor de outras visões influencia
E transforma um pequeno quarto numa imensidão.
Deixa que os descobridores partam para novos mundos,
E que aos outros os mapa-mundos sobre mundos mostrem.
Tenhamos nós um só, porque cada um possui, e é um mundo.
A minha face nos teus olhos, e a tua nos meus, aparecem,
que os corações veros e simples nas faces se desenham;
Onde poderemos encontrar dois melhores hemisférios,
Sem o agudo Norte, nem o declinado Oeste?
Só morre o que não foi proporcionalmente misturado,
E se nossos dois amores são um, ou tu e eu nos amamos
Tão igualmente que nenhum abranda, nenhum pode morrer.
Na vida tudo passa, não importa o que tu faça. O que te fazia rir, hoje já não tem mais graça.
Que o teu riso fácil aconchegue em ti aqueles que tu amas, como uma liga mágica que tudo une E que se sintam livres para abrir o coração para ti Que nunca os afastes por te faltar paciência, e nunca os permita duvidarem do teu amor Tampouco os limites com tuas próprias inadequações, apenas respeite suas individualidades E que tu e eles formem forte corda, com fibras tão entrelaçadas que sozinhas se desfariam do nada...mas juntas, sejam capazes de remover montanhas.
Se existe reencarnação
Na próxima eu quero te reencontrar
Que tu sejas uma pessoa bem próxima
Pra eu poder te conquistar.
AMO-TE
Amo-te nos poemas que escrevo
Nas horas
Nos minutos que não te vejo
E quando tu não estás ao meu lado
Nas palavras que não consigo dizer-te
Nem escrever
Dos silêncios da nossa madrugada
Noites de insônia quando estou acordada
Amo-te meu amor
E escrevo-te nos meus poemas
Mais sentidos!
Senhor Jesus!
Tu disseste: A minha paz vos dou...
Entretanto, senhor
Muitos de nós andamos distraídos;
Atribulados, às vezes, por bagatelas;
Aflitos sem razão;
Sequiosos de aquisições desnecessárias;
Irritadiços por dificuldades passageiras;
Dobrados ao peso de cargas formadas por desilusões e discórdias que nós mesmos inventamos;
Ocupados em dissenções infelizes;
Hipnotizados por tristeza e azedume que nos inclinam a separatividade e ao pessimismo...
Entendemos, sim, Jesus, que nos disseste:
A minha paz vos dou...
Diante, porém, de nossas inibições e obstáculos, nós te rogamos, por acréscimo de misericórdia:
Senhor, concedeste-nos a paz, no entanto, ensina-nos a recebê-la.
Tu me revelaste agora quanto tens sido cruel… cruel e falsa. Por que me desprezaste? Por que traíste teu coração, Catarina? Não posso dirigir-te uma só palavra de consolo. Mereceste tua sorte. Tu mesma te mataste. Sim, podes beijar-me e chorar, arrancar-me beijos e prantos: eles te queimarão… eles te danarão. Tu me amavas… que direito tinhas então de me deixar? Que direito… responde-me… por causa do miserável capricho que sentiste por Linton? E quando nem a miséria, nem a degradação, nem a morte, nem nada que Deus ou satanás pudesse infligir-nos poderia separar-nos, tu, por tua própria vontade, o fizeste. Eu não parti o teu coração… foste tu que o quebraste e, quebrando-o, quebraste também o meu. E tanto pior pra mim, que sou forte. Tenho eu necessidade de viver? Que vida será a minha quando… Oh! Deus! Terias tu vontade de viver com tua alma metida em um túmulo?
- Deixa-me sozinha. Deixa-me sozinha – soluçava Catarina. – Se tenho a culpa, morrerei por causa dela. Basta! Tu também me abandonaste, mas não me queixarei! Eu te perdôo. Perdoa-me também!
- É díficil perdoar olhando esses olhos, tocando essas mãos descarnadas – respondeu ele. – Beija-me de novo, mas não me deixes ver teus olhos! Eu perdôo o que me fizeste. Eu amo o meu assassino… Mas o teu! Como o poderia eu perdoar?
(O Morro dos Ventos Uivantes)
Amor da minha vida o que tu temes?
Temes amar? Ou temes ser amado?
A vida é feita de experiências, algumas machucam quando as feridas cicatrizam...prometemos jamais dizer eu ti amo, mas a vida prega peças e no ardor de auto proteção vivemos a vida desperdiçando o amor que teria sido mútuo... Poderia mas não foi o Criador do alto da sua sabedoria nunca nos diz quando será o nosso último suspiro...e aquela máxima está cedo para isso ou para aquilo...temos o dia de amanhã para completar a jornada...não importa meu grande e único amor...amor de outras vidas...se possível fosse pediria ao criador mais uma chance de encontrar vc de novo num outro plano talvez...mas tenha certeza meu grande amor que duas almas se reconheceriam onde quer que estejam ou se encontrem... Assim que fosse desfrutar da felicidade que é ter vc ao meu lado...desta vez deixe que eu cuide de vc...assim como preciso que continue a cuidar de mim...nessa vida que pena a vida nos afastou mas eu peço ao Criador me conceda mais uma chance ao lado daquele que desde o primeiro instante meu coração se apaixonou...assim os dias sem vc vão se arrastando e enchendo o coração de saudade daquele que sempre será meu grande e único Amor.
Ouço sua voz
sinto seu cheiro
fecho os olhos ti vejo.
Tu és a esperança, a madrugada.
Nasceste nas tardes de setembro,
quando a luz é perfeita e mais dourada,
e há uma fonte crescendo no silêncio
da boca mais sombria e mais fechada.
Para ti criei palavras sem sentido,
inventei brumas, lagos densos,
e deixei no ar braços suspensos
ao encontro da luz que anda contigo.
Tu és a esperança onde deponho
meus versos que não podem ser mais nada.
Esperança minha, onde meus olhos bebem,
fundo, como quem bebe a madrugada.
Se eu te trato com carinho,amizade e lealdade,
e pelas minhas costa tu falas mal de mim,quem é que está errado?
Se eu te considero um(a) amigo(a),e te confidencio meus segredos,meu planos,e tu,quando estás distante de mim,debocha,quem é que está errado?
Se eu tento te agradar,por te considerar especial,tento te fazer presente no meu dia a dia,e tu parece aceitar,mas,na verdade tu me rejeitas e tenta me ridicularizar,quando estás distante de mim.
Sinto muito,pois,enquanto eu sou a "trouxa" a "palhaça",eu estou fazendo a minha parte diante de Deus,amando e repeitando meu próximo,e tu? o que estás fazendo? Quem será o maior prejudicado(a)com a tua atitude?
Enganar-me é fácil,
Enganar-se também,
mas enganar a Deus é impossível.
E tudo que eu queria dizer foi dito... e nada do que eu queria fazer foi feito... Naquele sábado tudo que eu via eram seus olhos de promessas, tua boca de desejo e sempre aquela dúvida no ar.
A UM SUICIDA
À memória de Tomás Cabreira Júnior
Tu crias em ti mesmo e eras corajoso,
Tu tinhas ideais e tinhas confiança,
Oh! quantas vezes desesp'rançoso,
Não invejei a tua esp'rança!
Dizia para mim: — Aquele há-de vencer
Aquele há-de colar a boca sequiosa
Nuns lábios cor-de-rosa
Que eu nunca beijarei, que me farão morrer
A nossa amante era a Glória
Que para ti — era a vitória,
E para mim — asas partidas.
Tinhas esp'ranças, ambições...
As minhas pobres ilusões,
Essas estavam já perdidas...
Imersa no azul dos campos siderais
Sorria para ti a grande encantadora,
A grande caprichosa, a grande amante loura
Em que tínhamos posto os nossos ideais.
Robusto caminheiro e forte lutador
Havias de chegar ao fim da longa estrada
De corpo avigorado e de alma avigorada
Pelo triunfo e pelo amor
Amor! Quem tem vinte anos
Há-de por força amar.
Na idade dos enganos
Quem se não há-de enganar?
Enquanto tu vencerias
Na luta heroica da vida
E, sereno, esperarias
Aquela segunda vida
Dos bem-fadados da Glória
Dos eternos vencedores
Que revivem na memória —
Sem triunfos, sem amores,
Eu teria adormecido
Espojado no caminho,
Preguiçoso, entorpecido,
Cheio de raiva, daninho...
Recordo com saudade as horas que passava
Quando ia a tua casa e tu, muito animado,
Me lias um trabalho há pouco terminado,
Na salazinha verde em que tão bem se estava.
Dizíamos ali sinceramente
As nossas ambições, os nossos ideais:
Um livro impresso, um drama em cena, o nome nos jornais...
Dizíamos tudo isso, amigo, seriamente...
Ao pé de ti, voltava-me a coragem:
Queria a Glória... Ia partir!
Ia lançar-me na voragem!
Ia vencer ou sucumbir!...
Ai! mas um dia, tu, o grande corajoso,
Também desfaleceste.
Não te espojaste, não. Tu eras mais brioso:
Tu, morreste.
Foste vencido? Não sei.
Morrer não é ser vencido,
Nem é tão pouco vencer.
Eu por mim, continuei
Espojado, adormecido,
A existir sem viver
Foi triste, muito triste, amigo, a tua sorte —
Mais triste do que a minha e malaventurada.
... Mas tu inda alcançaste alguma coisa: a morte,
E há tantos como eu que não alcançam nada...
Lisboa, 1° de outubro de 1911
(aos 21 anos)
ME PERDOE
Tu és linda, maravilhosa,
carinhosa, tudo de bom, mais
infelizmente não te amo!!!
O meu coração não tem dona pois
ele não consegue apaixonar-se
por ninguém, talvez foi a
decepção do meu ultimo
relacionamento mais não é disso
que eu quero falar.
Foi um enorme erro aceitar
namorar contigo, porque fui
alimentando falças esperanças
prá você, por favor me perdoe ja
te magoei demais põe em mente
que é melhor assim, siga o teu
caminho que eu ficarei muito bem
sozinho.
De certeza a milhares de homens
querendo estar contigo e te amar
de verdade, basta estalares os
dedos e vão todos aparecerem
prá você.
Me esquece vai ser melhor prá
nós, eu serei feliz sem ti e tu
também serás sem mim.
Sei que me amas como alguém
me amou um dia mas tem de ser
assim não quero mais magoar-te,
se desse para contrariar ou
mandar no coração eu mandaria
no meu pra te amar mais isso é
impossivel.
