Sou porque tu Es Pablo Neruda

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⁠O mundo pode dizer mal sobre ti, quem define se isso te afeta ou não és apenas tu!

"Aléjate de quienes te amargan la vida. Aunque sean de tu familia.""

"Afasta-te daqueles que te amarguram a vida. Ainda que sejam de tua família. "

Que o teu riso fácil aconchegue em ti aqueles que tu amas, como uma liga mágica que tudo une E que se sintam livres para abrir o coração para ti Que nunca os afastes por te faltar paciência, e nunca os permita duvidarem do teu amor Tampouco os limites com tuas próprias inadequações, apenas respeite suas individualidades E que tu e eles formem forte corda, com fibras tão entrelaçadas que sozinhas se desfariam do nada...mas juntas, sejam capazes de remover montanhas.

Ok... Chegou a hora de desistir, deixar tu viver em paz, sem tortura, sem tentar explicar meu amor.

O amor de Jesus supera tudo.

O coração de Jesus inflama de amor por ti,
Mesmo que tu caminhes por outros caminhos
Que não seja o da salvação,
Mesmo assim ele nunca deixará de te amar.
Ele tem sede de ti, o coração de Jesus é imenso,
Capaz de envolver teu pequeno coração
E levar num infinito paraíso de amor
Mesmo que tu não tenhas forças para clamar.
Mesmo assim ele virá com os anjos te levantar,
Pois o amor dele supera tudo.
Jesus manso e humilde de Coração
Fazei o meu coração semelhante ao teu.

Não importa quantas pétalas alguém tirou de você. Tu és flor e sempre vai florescer.

·
Entre
eu
e
tu

cabe
Nós.

Sonhe...
Nos sonhos, tu és conquistador, nos sonhos és realizador.
Com tuas vitórias, conseguistes seguidores, nos sonhos... Tu és feliz.
Acorde...
Pois se até mesmo em teus sonhos acreditas em si... Por que não realizá-los aqui?

Diga-me com quem tu treinas e eu te direi o corpo que terás.

Tu nasceu, viveu até agora.
Não vai estragar isso por
culpa de pessoas que só querem
te ver mal, não é?

A UM SUICIDA

À memória de Tomás Cabreira Júnior

Tu crias em ti mesmo e eras corajoso,
Tu tinhas ideais e tinhas confiança,
Oh! quantas vezes desesp'rançoso,
Não invejei a tua esp'rança!

Dizia para mim: — Aquele há-de vencer
Aquele há-de colar a boca sequiosa
Nuns lábios cor-de-rosa
Que eu nunca beijarei, que me farão morrer

A nossa amante era a Glória
Que para ti — era a vitória,
E para mim — asas partidas.
Tinhas esp'ranças, ambições...
As minhas pobres ilusões,
Essas estavam já perdidas...

Imersa no azul dos campos siderais
Sorria para ti a grande encantadora,
A grande caprichosa, a grande amante loura
Em que tínhamos posto os nossos ideais.

Robusto caminheiro e forte lutador
Havias de chegar ao fim da longa estrada
De corpo avigorado e de alma avigorada
Pelo triunfo e pelo amor

Amor! Quem tem vinte anos
Há-de por força amar.
Na idade dos enganos
Quem se não há-de enganar?

Enquanto tu vencerias
Na luta heroica da vida
E, sereno, esperarias
Aquela segunda vida
Dos bem-fadados da Glória
Dos eternos vencedores
Que revivem na memória —
Sem triunfos, sem amores,
Eu teria adormecido
Espojado no caminho,
Preguiçoso, entorpecido,
Cheio de raiva, daninho...

Recordo com saudade as horas que passava
Quando ia a tua casa e tu, muito animado,
Me lias um trabalho há pouco terminado,
Na salazinha verde em que tão bem se estava.

Dizíamos ali sinceramente
As nossas ambições, os nossos ideais:
Um livro impresso, um drama em cena, o nome nos jornais...
Dizíamos tudo isso, amigo, seriamente...

Ao pé de ti, voltava-me a coragem:
Queria a Glória... Ia partir!
Ia lançar-me na voragem!
Ia vencer ou sucumbir!...

Ai! mas um dia, tu, o grande corajoso,
Também desfaleceste.
Não te espojaste, não. Tu eras mais brioso:
Tu, morreste.

Foste vencido? Não sei.
Morrer não é ser vencido,
Nem é tão pouco vencer.

Eu por mim, continuei
Espojado, adormecido,
A existir sem viver

Foi triste, muito triste, amigo, a tua sorte —
Mais triste do que a minha e malaventurada.
... Mas tu inda alcançaste alguma coisa: a morte,
E há tantos como eu que não alcançam nada...


Lisboa, 1° de outubro de 1911
(aos 21 anos)

Tu és com certeza a rosa mais linda que já existiu na terra. Por isso não faço questão de te colher. Só me deixa te admirar, quem sabe te adorar e se eu for merecedor que um dia aceites me amar.

E tudo que eu queria dizer foi dito... e nada do que eu queria fazer foi feito... Naquele sábado tudo que eu via eram seus olhos de promessas, tua boca de desejo e sempre aquela dúvida no ar.

Vai pra fora agora e olha pro maldito céu
Que você tanto ora
Fala pra esse deus pra quem tu sempre chora
Que não quer morrer mas só que a vida te apavora
Feche os olhos e
Diga-me você aonde o caos mora?

Tu me revelaste agora quanto tens sido cruel… cruel e falsa. Por que me desprezaste? Por que traíste teu coração, Catarina? Não posso dirigir-te uma só palavra de consolo. Mereceste tua sorte. Tu mesma te mataste. Sim, podes beijar-me e chorar, arrancar-me beijos e prantos: eles te queimarão… eles te danarão. Tu me amavas… que direito tinhas então de me deixar? Que direito… responde-me… por causa do miserável capricho que sentiste por Linton? E quando nem a miséria, nem a degradação, nem a morte, nem nada que Deus ou satanás pudesse infligir-nos poderia separar-nos, tu, por tua própria vontade, o fizeste. Eu não parti o teu coração… foste tu que o quebraste e, quebrando-o, quebraste também o meu. E tanto pior pra mim, que sou forte. Tenho eu necessidade de viver? Que vida será a minha quando… Oh! Deus! Terias tu vontade de viver com tua alma metida em um túmulo?
- Deixa-me sozinha. Deixa-me sozinha – soluçava Catarina. – Se tenho a culpa, morrerei por causa dela. Basta! Tu também me abandonaste, mas não me queixarei! Eu te perdôo. Perdoa-me também!
- É díficil perdoar olhando esses olhos, tocando essas mãos descarnadas – respondeu ele. – Beija-me de novo, mas não me deixes ver teus olhos! Eu perdôo o que me fizeste. Eu amo o meu assassino… Mas o teu! Como o poderia eu perdoar?
(O Morro dos Ventos Uivantes)

Se existe reencarnação
Na próxima eu quero te reencontrar
Que tu sejas uma pessoa bem próxima
Pra eu poder te conquistar.

⁠Tu és uma mulher enigmática
que prende a minha atenção,
é uma inspiração para os meus versos,
poemas de uma emoção sincera
mesmo nos momentos adversos
com uma afável sensação
que não resolvem os problemas
mas fortalecem até a solução.

– Mas se tu soubesses como a solidão pode nos enriquecer..."

Se você não se ama, eu me amo e tu fica aí com sua inveja de mim e solta essa língua dependurada na sua face de insatisfação consigo mesmo e com os outros, vê se, se enxerga urubu!

"E quando estiveres consolado (a gente sempre se consola), tu ficarás contente por teres me conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E às vezes abrirás tua janela apenas pelo simples prazer... E teus amigos ficarão espantados de ver-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: “Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"