Sou Igual a minha Irma
Não preciso escrever tudo o que eu penso, só para lhe convencer que sou a melhor pessoa para você. Ou você me aceita do meu jeito, ou você não é o certo para mim.
Sou tão menina ainda, às vezes a malícia em forma de gente, às vezes a inocente apaixonada, a jovem rebelde, a boa filha, a caridosa ou a egoísta, depende do foco, depende pra quem. Pra falar a verdade, ao certo não sei, tenho reações que surpreendem, sentimentos que me matam, amores que me controlam, e por dias estranhos, me perco dentro dos meus sonhos loucos.
Tenho amores de mulher, sonhos de menina, sou tudo ou nada, sou o calor e o frio, talvez hoje eu queira algo, amanhã pode nem fazer sentido. Minha impulsividade comete erros, mas eu que permito, assumo o que faço, mas não aceito julgamentos de humanos. Não falo muitos palavrões, nem faço juras de amor, embora acredite demais nele, mas sei que o meu ainda não chegou.
Sou mais uma criança em defesa, curto muito a sua nobreza, mas isso vem de uma tristeza por isso falta beleza.
Esse é meu ultimo apelo largue esses argumenteiros, eu não sou contra seus merendeiros, mas eles me destroem com morteiros.
Enquanto houver televisão de cachorro pelas padarias da vida, eu, vira-lata que sou, vou continuar a dar minhas voltinhas.
Poucos dizem "sou um vencedor" perante uma tempestade...
Poucos oram agradecendo a provação de hoje...
Poucos louvam a Deus pelas "feridas" do passado...
Como também poucos meditam que Ele venceu a morte por cada um de nós...
Que Ele acalmou o mar, que Ele prometeu fazer o humilde ser exaltado...
Ele se fez homem com toda sua glória, por amor a nós...
Em nenhum momento Ele não nos prometeu uma vida sem obstáculos, mas num deu animo para prosseguir, dizendo que Ele já venceu tudo por nós...
Mas para provarmos do valioso sabor desta vitória precisamos aceitar O único caminho, A unica verdade...
Aquele que trás consigo a vida eterna... Jesus Cristo...(♥)
Sou ser, mas nem sempre humano. Sou tudo e nada. E quase sempre reduzo-me a ser coração. Platônico. Estreme.
Sentir. E ser. Isso me basta.
Não me pergunte quem sou. Não me dêem a difícil tarefa de me descrever, não sei se encontraria em meu vasto vocabulário palavras para definir o que sou.
Na realidade desconheço.
Eu não quero me entender, não pretendo me decifrar.
Perderia toda a graça de me ser.
O que me encanta em não saber quem sou é o mistério. Me excita a quase descoberta da matéria que me constitui. O prazer de desbravar cada pedaço de vida espalhado pelo tempo. Tentar juntar os cacos do que sou.
Gosto de me encontrar no oco de mim, de sentir o sabor desconhecido das minhas sensações. Como provar um fruto até então desconhecido. Descobri o doce e o amargo que existe no meu eu mais profundo. Experimentar ser o que sou. O que não sei se sou.
Sinto o êxtase quando caio no vazio de mim mesma e chego ao âmago do meu ser. Chego a essência. Mas não decifro a matéria. Não vejo.
Apenas sinto o que sou, mas a descoberta cai no largo do esquecimento quando retorno ao meu extrínseco. Quando me perco novamente.
Sou só mistério, matéria oculta e incompreesível a mim mesma.
Se ousasse me revelar talvez deixasse, eu, de existir. Não quero conhecer.
Quero apenas sentir. E ser.
É vasto. E me basta.
FELIZ
"Eu sou feliz, porque aprendi a ser nas minhas realizações pessoais,sou feliz, porquê consegui juntar os cacos do meu coração despedaçado e segui em frente.
Sou feliz e não vivo do passado..."
Soneto sobre um sentimento profundo
Sou assim...
Uma lágrima que escorre
Um sorriso que alegra
Uma mão que protege
Uma palavra que machuca
Um olhar que se apaga
Sou como o vento que leva a respiração
E traz um sentimento bom
Sou como um abraço que produz saudade
E carrega o silêncio eternamente
Eu sou metade, metade de alguém
Que se encosta nos braços da dor
Pois a outra metade, pouco a pouco lhe entrego
Para que assim tu me faças a perfeição que não sou
RELEVO SENTIMENTAL
Às vezes, sou um abismo tão profundo,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Sinto vertigem – caindo-me nas entranhas do mundo.
Às vezes, sou uma planície tão extensa,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Perco-me num horizonte vago – sem fim.
Às vezes, sou um deserto tão escaldante,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Não sei se paro ou sigo adiante.
Às vezes, sou um planalto tão irregular,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Embrenho-me em depressões cheias de espinhos e cipoal,
Cercadas de montanhas difíceis de escalar.
No mais das vezes, apraz-me ser este relevo,
Pois, ao olhar para dentro de mim,
Sou nova paisagem a cada dia,
Não conheço monotonia:
Se hoje sou depressão;
Amanhã, sou majestosa montanha,
Com meu olhar otimista,
Olhando o mundo a perder de vista;
Depois de amanhã, sou verdejante colina.
Com flores, pássaros e rios de água cristalina –,
Sou vida que não conhece rotina.
"Quem Sou Eu?
Aos Meus Amigos
Eu Sou,
Quando Poder...
- O Riso Do Humor.
Se Precisar...
- O Ombro Da Confiança.
Se Quizer...
- O Conselho Da Consciência.
E Pra Sempre...
- O Sórrizo Da Gratidão!"
As vezes sou como um espelho, reflito você em mim, sou sua bondade e também a sua maldade mais cruel.
LOUCO
Eu quase que sou louco...
Eu quase que sou louco...
Eu quase que sou louco...
Não se vá... Quase sempre eu sofro.
Eu quase que sou louco...
Eu quase que sou louco...
Eu quase que sou louco...
Não me abandone...
Às vezes eu quase morro.
A FONTE BRANCA
O mendigo maldiz de mim,
E eu que não sou louco, não discordo!
Diz-me que não sou capaz,
Que estou indo em vão.
Mas tu vens e desmente,
Todos os dementes.
Diz-me que sou ciente
E forte. Só me resta ser crente!
Sigo os dizeres da fonte branca,
Pois é dessa água que quero beber.
E agora eu tenho sede,
Sacia-me com um beijo na boca.
Eu não quero ser a pessoa, que os outros querem que eu seja, só porque não gostam do que eu sou. Eu quero ser a pessoa que entre milhões de pessoas com a cabeça feita, ser a única com opinião própria.
Como o céu sem suas estrelas para iluminar junto ao luar, sou eu sem meu berimbau para aliviar a dor do meu coração e me fazer refletir e ter compreensão no que tenha a vir na minha vida.
