Sou Igual a minha Irma
UMA SÍLABA
Por obra de um tal destino.
Eu homem, sou seu menino.
Que Ele trouxe pra mim.
Voce menina, mulher.
Que ama, deseja e me quer.
Que sempre comigo está.
Recebo todo o calor.
Recebo todo esse amor.
Que emite todo pra mim
Essa mulher dos meus sonhos.
Que vive em versos, componho.
Que inspira o meu viver.
Essa mulher tão carente.
Que é forte, que segue em frente.
Me mostra o rumo a tomar.
Você mulher toda minha.
Deste homem só seu.
Que a ama do jeito que é,
moldada nas mãos de Deus.
Me dá o que necessito.
Te dou tudo que tenho.
E assim o completo se faz.
Você mulher tão amada.
Amiga, mulher, namorada.
Amado me sinto também.
Feliz com você a meu lado
Te quero por toda a vida
Pra sempre hei de te amar.
Mulher minha, querida.
TÓ; te dou a você minha vida.
Não quero me pertencer.
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30/09/2013
00:00
Não me diga para esquecer ou lembrar não depende de mim. Não sou eu que dirijo meus pensamentos. No volante uma força bem maior !
Além de inconstante, medrosa, ansiosa e covarde. Sou também egoísta e enquanto escrevo tenho vontade de deixar os problemas da humanidade que é a intenção deste meu conjunto de letras e focar em mim. Naquilo que me aflige de uma maneira extrema o suficiente para que eu queira fugir.
Via-láctea
Penso ser de outro mundo
Que nada me pertence
será que sou um extraterrestre?
E a via-láctea?
Será que tem leite?
Será que me fortalece dos problemas deste mundo?
Sempre fui solitario
e como se eu não sou deste mundo
como se eu não fosse desta epoca
como se minha alma se distanciasse.
Não me dou pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meios-termos.
Você sabe que é forte por ganhar de mim numa queda de braço, e eu sei que sou forte por viver feliz nesse mundo de pessoas vazias.
Sou um meio nada
Ou um meio tudo.
Posso ser uma pessoa amada
Ou no fundo, simplesmente odiada.
Sempre estou no meio,
Nunca estou no fim
Pois ainda creio
Que tem algo melhor pra mim.
Acredito em fatos
Pois só vivi em meio aos trapos
Tirando da gente a confiança
Afinal, nem dou tanta importância.
Acreditava na ilusão,
Mas só feri meu coração.
Já iludi tantos
Que no fim, fiquei aos prantos.
Mas por enquanto essa ainda sou eu, fervendo, 8 ou 80, sem metades, cheias de inteiros , profunda de vazios, mas sem nenhuma dúvida e sem tempo para esperas.
Talvez por isso eu passe todos os dias da minha vida querendo desesperadamente viver momentos que me transbordem.
Mas amanhã talvez eu te ofereça um pouco do meu veneno.
eu sou assim...
sei do tanto que devo ser
serei isto e é só o que tenho
nunca tive e nem nunca terei, tanto aquele sim que desejas
talvez
dentro em breve, brevemente na próxima reencarnação
este assim, deste jeito, sim
serei um certo alguém sim
como as noites urgentes, assim
bem assim da forma inexplorável deste sim ser assim.
Eu nao sou de lá, mas eu vou pra lá
vou pra te encontrar e me encontrar
quero em teus braços me esparramar
Eu sou daqui, do calor, folia incessante
e você daí, do frio e calminho
Vem comigo, que eu te faço feliz
E o resto será outro mundo
Venha para o lado de cá,
e tudo será.
O vento soprará ao nosso favor
levando-me em doces sonhos a ti
brú brú :3
Não sou tudo o que alguns pensam que sou
Nem sou o que gostaria de ser
No entanto, me apego ao vento e ao céu
Pra nesta vida ser mais do que ter
E aos que me criticam tiro o chapéu
Pois por enquanto ainda sei onde vou
Alguém me perguntou
O que é que eu sou
Com as flores coloridas
Então explico
Até em outras vidas
Tenho certeza
Reforço com firmeza
Fui, sou e serei poetisa
Porque a poesia é o meu sal
Vivo como tal
E no andar da existência
Com insistência
Minha alma não tem tristeza.
Ser o que penso
Sou a cor do vento
Sou o som das folhas
Vôo como as bolhas de sabão
Alcanço as nuvens com as mãos
Transformo em risos o momento
Em luz transformo todas as escolhas
Do insensato coração sofrido
Vertendo em chuva sonhos coloridos
Bailando em mares verdes de emoção
Traduzo em tempo os cálidos sorrisos
Derramo em pétalas os tempos idos
Faço do choro uma doce canção
Esqueço os passos nas curvas da estrada
Soletro a grama em sombra desfolhada
De árvores dormentes secas pelo estio
Sonhando alto os verdes perdidos
Soluço o canto que derrama o frio
Em cinzentas dobras da ação esperada
Faço aconchego de suave esperança
Frouxos acordes que transformo em dança
Dando algum sentido a esta vida chorada
Nem sei porque sou assim
Um dia me peguei a olhar as flores
Balançando airosas no jardim
Sentada no ócio, sem labores
Fiquei a pensar assim
Sempre fui ativa e laboriosa
Nunca deixei de trabalhar
Por que agora esse descaso
Ao airoso labutar?
Me deixei ficar assim
Porque não tenho mais metas
Ninguém mais está a fim
Pois estou obsoleta
Não tenho mais brilho no olhar
Nem sorrisos ao redor
Sou sozinha a caminhar
Cada vez fica pior
Sonhos desaparecem
Como o assovio do vento
E todos sempre esquecem
Que um dia tive talento
Quero ter algo na vida
Que me traga alguma luz
Pois no coração a ferida
É como pesada Cruz
Ando sem rumo e sozinha
Pois não tenho mais o aprumo
Que um dia me dava arrimo
Não tenho mais alegria
Que tive naqueles dias
Com sua mão entre as minhas.
