Sou Exagerada, Dramática e Louca
Pra você é fácil falar ''você e seu drama me irrita'' ''você é muito dramática'' ''você é podre''. Mas você não passa pelo que eu passo, você não sente o que eu sinto então não fale que é drama .
Garotinho, pense que eu fui a parte mais linda, mais dramática da sua vida. Garotinho, não me ache uma louca. Meu rivotril que ás vezes me deixa assim, como se o mundo fosse sem importância. Garotinho, eu te vejo, vamos, acorde, já é de manhã, pare de sonhar comigo! Vem Garotinho, vai se trocar, hoje é um novo dia. Mas sabe Garotinho, não sorri de verdade a uns quatro dias já, nem dou minhas gargalhadas. Dormi a noite inteira lá naquele quarto branco, e quando acordei, eu queria que ainda estivesse dormindo ou melhor, tivesse partido dessa vida pra melhor.
As pessoas preferem achar que sou dramática ao invés de aceitarem que estou na solidão e elas contribuíram pra isso. Não é depressão[a maldita doença do século], nem frescurite e muito menos tentativa de chamar atenção. Só acho que as pessoas não aceitam que você se sinta desgraçadamente só, mesmo tendo ‘tudo’ o que quer. Há uma porção de coisas que precisam saber sobre mim para entenderem porque fujo e volto tantas vezes de algo- o que quer que seja.É muita ousadia…. Vejam só: sabem o meu nome e acham que conhecem toda minha vida e minhas dores.
"Eu gosto da consistência dos palavrões. Eles tem toda uma carga dramática de gente comum e sem argumento. Material para muitos personagens caricatos"
As coisas e as situações não tem o peso, a carga emocional e dramática que elas parecem ter. Muitas vezes, enxergamos as situações e as pessoas dessa forma por estarmos usando uma "lente" específica. Para deixar de levar as coisas a sério demais, tente sempre achar o lado engraçado ou ridículo da situação, ele ajudará a enxergar tudo de outra forma, e não te deixará dar importância para o que não tem importância.
Não quero reviravolta dramática
Tô exausta desse morde e assopra
Corações trocando rosas e socos
Só e bonito em rimas de Leminski
Por mim deixamos de lado a poética
e vamos brincar com a lógica
Quero um sentido e quero um depois
E quero a vontade permanente
Sentimento constante
Que se deixa durar…
Nunca fui dramática. O exagero me irrita. Acho que tudo tem sua dose. Até pra amar é preciso limites.
Já faz tempo que resolvi me assumir como sou... sonhadora, romântica, dramática e passional, não vou dizer que é fácil ter os sentimentos a flor da pele, onde quase com a mesma facilidade podem me arrancar risos ou lágrimas, mas penso que é bem melhor do que passar o resto da vida infeliz por fingir ser o que não sou.
Eu sou dramática e é isso que me faz ser diferente das pessoas, pois dou valor as coisas que deveriam ser importantes.
O poeta é uma criatura essencialmente dramática, isto é, contraditória, isto é, verdadeira.
Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitámos tão pouco.
As transformações psíquicas mais significativas raramente têm estrutura de ruptura dramática — têm estrutura de inflexão silenciosa. Uma decisão que não se anuncia, um limite que se estabelece em surdina, uma pequena recusa sustentada no tempo: é nisso que a existência se inclina. O que a clínica observa é que o grande gesto, a virada espetacular, costuma ser menos transformador do que a escolha discreta que o sujeito mantém contra a própria tendência de ceder. A vida raramente muda de uma vez; ela muda por gradações que só se tornam visíveis quando já operaram. E quando se percebe, já não se está no mesmo lugar — nem sendo a mesma pessoa.
"Toda conclusão de uma pesquisa é, de certo modo, dramática: ou responde às perguntas que a motivaram, ou revela novas dúvidas que exigem outras investigações."
(FURUCUTO, P. D., 2026).
AVE, CRISTO.
A DRAMÁTICA ASCENSÃO DA ALMA SOB O PESO DO IMPÉRIO.
A obra Ave, Cristo inscreve-se entre os mais elevados testemunhos literários da tradição espiritualista, oferecendo não apenas um romance histórico, mas uma verdadeira meditação moral sobre o destino humano à luz das leis divinas. Ditado pelo espírito Emmanuel e psicografado em 1975, o livro transporta o leitor ao século III da era cristã, período marcado por intensas convulsões sociais e pela sistemática perseguição aos seguidores do Cristo sob a égide do Império Romano.
Neste cenário de tensão e brutalidade institucionalizada, emerge a figura de Quinto Varro, patrício romano cuja trajetória transcende os limites da mera ficção para converter-se em arquétipo do espírito em transição. Seu filho, Taciano, representa a continuidade evolutiva, não apenas no sentido biológico, mas sobretudo na dimensão moral, onde se evidenciam os conflitos entre herança cultural, consciência e despertar espiritual.
A narrativa desenvolve-se como um mosaico de destinos interligados, nos quais cada personagem encarna uma faceta da experiência humana diante da dor, da injustiça e da esperança. Não se trata de uma sucessão de eventos fortuitos, mas de um encadeamento rigoroso regido pela lei de causa e efeito, conforme amplamente elucidado na literatura espírita clássica. Cada encontro, cada perda e cada redenção obedecem a uma lógica superior, invisível aos olhos imediatistas, mas perfeitamente inteligível à razão iluminada pela fé.
A perseguição aos cristãos, longe de ser apenas um pano de fundo histórico, assume papel pedagógico. As arenas, os cárceres e os suplícios convertem-se em laboratórios da alma, onde o espírito, submetido à prova extrema, revela sua verdadeira estatura moral. A fé, nesse contexto, não é um conceito abstrato, mas uma força viva, capaz de sustentar o indivíduo diante da morte e de elevá-lo acima das circunstâncias mais adversas.
A abnegação, tema recorrente na obra, é apresentada não como renúncia passiva, mas como escolha consciente de subordinar o ego às leis superiores do amor. A humildade, por sua vez, surge como condição indispensável ao aprendizado espiritual, despojando o indivíduo das ilusões de poder e conduzindo-o ao reconhecimento de sua condição transitória.
Um dos aspectos mais notáveis do romance reside na forma como ele articula a doutrina das vidas sucessivas. A reencarnação não é tratada como hipótese, mas como mecanismo divino de justiça e misericórdia. Os vínculos que unem os personagens transcendem a existência atual, revelando reencontros necessários à reparação de débitos pretéritos e à consolidação de afetos genuínos. Assim, o sofrimento deixa de ser absurdo e passa a ser compreendido como instrumento de reajuste e crescimento.
A liberdade, conceito central na obra, não se confunde com autonomia irrestrita. Ela é apresentada como conquista gradual, resultante da harmonização da vontade individual com a lei divina. O verdadeiro livre-arbítrio manifesta-se quando o espírito, consciente de suas responsabilidades, escolhe o bem mesmo diante das tentações do poder, da vingança ou do desespero.
A construção narrativa é densa, marcada por descrições minuciosas do ambiente romano, das estruturas sociais e das tensões religiosas da época. Essa riqueza de detalhes não tem finalidade meramente estética, mas contribui para a imersão do leitor em um contexto histórico que serve de palco para profundas reflexões existenciais.
Ao final, o desfecho surpreende não por reviravoltas artificiais, mas pela revelação gradual de uma ordem moral subjacente a todos os acontecimentos. O leitor é conduzido a reconhecer que não há espaço para o acaso em um universo regido por leis sábias e imutáveis. Tudo converge para a restauração da harmonia, ainda que por caminhos dolorosos.
Recomendar a leitura de Ave, Cristo é, portanto, mais do que indicar um bom livro. É convidar o espírito à introspecção, ao exame de consciência e ao reconhecimento de que cada experiência vivida, por mais árdua que pareça, está integrada a um projeto maior de evolução.
Porque, no silêncio das provações e no clamor das arenas, a alma que compreende a lei do amor já não teme o destino. Ela o constrói com a dignidade de quem finalmente despertou para a verdade espiritual.
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O fim de uma boa amizade nem sempre é uma ruptura dramática, às vezes ela acontece como uma erosão silenciosa. Quando o vínculo deixa de ser recíproco, as justificativas passam a ocupar o lugar da presença, e aquilo que antes era amizade passa a existir apenas como memória.
Se a vida parecer dramática e a distância insuportavel,pare e pense em quantos sorrisos guardados na emoção dos momentos inesquecíveis que ainda viverá...
Sou dramática e ao mesmo tempo fria. Tenho muitos sentimentos, mas consigo não usá- los. Tenho um pouco de loucura e nada de sanalidade. Tenho medo do amanhã e mais medo ainda do montro que posso me tornar.
Tem Gente
Tem gente que se desespera
Tem gente que chora à toa
Tem gente que é dramática
Tem gente que sofre muito
Tem gente que não consegue ver a luz no fim do túnel
Tem gente que quando está para baixo não raciocina
Tem gente que conta para todo mundo quando está triste
Tem gente que se deprime
Tem gente que confia nas pessoas certas
Tem gente que confia nas pessoas erradas
Tem gente que confia em todo mundo
Tem gente que fica sei lá entende
Tem gente que fica no mundo da lua
Tem gente que sabe lidar com o próprio sofrimento
Tem gente que não.
