Sou Complexa Definir
AGORA SOU EU E O MEU SONHO
Para realizar o meu sonho
Para ele se concretizar
Tenho que permitir a coragem entrar
No meu ser
Coragem não é viagem
Coragem é atitude
Não é só imaginar o mundo mudar
É suar
Correr
Para vencer
E chegar em primeiro lugar.
"Sou o rio que encontra o mar na Pirapora, sou a ventania inesperada, o sopro do destino, o que vai contra a maré, o que nega renega e sobrevive as tempestades."
Eu
Eu quem?
Eu, você ué
Eu, você ué?
É, eu sou você
Você sou eu?
Sim, eu sou você
E quem somos nós?
Hã?
Se eu sou você e você sou eu
Quem sou eu?
Quem é a gente?
Isso, quem nós somos?
Somos nós
Somos nós?!...
Isso!
Agora entendi
Entendeu?
Entendi!
Então me explica, porque eu não.
Eu sou malévola e vou te fazer pirar
Eu sou malévola e posso te enfeitiçar
Eu sou malévola, minhas asas vem cortar
Eu sou malévola, malévola
Eu tenho o cheiro do pecado (às vezes, até de enxofre), mas sou um sujeito puro (com aquela essência de alecrim que inspira paz).
Mote:
Quanto mais sou nordestino
Mais tenho orgulho de ser
01
No peito a raça e coragem
Tenho isso com certeza
Não gosto de esperteza
Nem de fazer bobagem
Me orgulho, porém em dizer
Sou muito sincero em ser
Isso vem é desde menino
Quanto mais sou nordestino
Mais tenho orgulho de ser
02
Sou matuto do pé rachado
Das bandas deste sertão
Plantei milho plantei feijão
Foi assim que fui criado
Nunca fui desocupado
Por faltar o que fazer
Tenho orgulho em dizer
Sou assim desde menino
Quanto mais sou nordestino
Mais tenho orgulho de ser
03
No meu tempo meu patrão
A coisa era diferente
Cabra nascia pra ser gente
Zelava nome de pai, mãe e irmão
Não se metia em confusão
Era besta a pai e mãe responder
É por isso que eu continuo a dizer
Em poucas palavras me defino
Quanto mais sou nordestino
Mais tenho orgulho de ser
Texto:
Poeta Barbosa Filho
Sou homem; a nenhum outro homem considero estranho. Porque o adjetivo 'humanus' me é tão suspeito quanto o substantivo abstrato 'humanitas', humanidade. Nem o humano, nem a humanidade, nem o adjetivo simples, nem o adjetivo substantivado, mas sim o substantivo concreto: o homem. O homem de carne e osso, aquele que nasce, sofre e morre – sobretudo morre –, que come, bebe, joga, dorme, pensa e ama, o homem que se vê e a quem se ouve, o irmão, o verdadeiro irmão.
Eu escrevo sobre o que me incomoda, me afeta, me enfurece. Não sou muito de escrever sobre amor. Apesar que escrever sobre o caos, foi a forma que encontrei pra falar de amor.
Sou muito detalhista, e observo tudo, penso em tudo, principalmente nas coisas que me machuca, essas eu demoro muito mais que o normal para esquecer e toda fez que lembro o coração sofre por não entender realmente o que é o amor. ☹️😶😣💔💔😪
"'Tenho' um corpo, mas 'não' sou meu corpo.
'Tenho' desejos, mas 'não' sou meus desejos.
'Tenho' emoções, mas 'não' sou emoções.
'Tenho' pensamentos, mas 'não sou meus pensamentos'.
Sou o que resta, um puro centro de consciência."
O ESCRITOR
Posso ser homem
E até ser mulher
Ideias me consomem
Sou coisa qualquer
Posso ser astronauta
Alienígena, talvez
Um mero internauta
Africano, chinês
Posso voltar no tempo
Ou ir direto ao futuro
Até congelar o momento
Posso derramar ódio
Ou transbordar amor
Prazer, sou o escritor
Nem toda riqueza
Se compra a simplicidade
E nem todo ouro tem o preço desse chão
Sou simples e disso me orgulho
Só o amor sabe o valor, que tem o coração!
Isso aqui é meu tesouro
É onde eu chamo de lar
Humildade nunca me faltou e nunca vai faltar
Não tive muitas oportunidades
De aprender a ler e escrever
falava apenas meu nome
Outras coisas nem podia dizer
Desde criança eu trabalho
Para poder sobreviver
Sou de uma família muito pobre
Isso não tenho vergonha de dizer
Tenho orgulho de onde vivo
Tenho orgulho do sertão
Casa de barro, fogão a leinha, panela preta com feijão
Todas essas simplicidade, é que alimenta a humilde em meu coração.
