Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Estou sozinho com meu escorpião,
bebendo mais uma dose de veneno,
mais um momento que espero te ver,
quando penso em sair dessa escuridão,
tudo que sinto está no fundo coração.
Com a minha humildade vou derrubando barreiras e preconceitos, e pouco a pouco, vou cravando o meu nome na parede da vida com letras grandes e douradas.
Não há outro por quem eu posso me apaixonar.Ah, não! Você é o único por quem meu coração vibra em amor. Por quem minhas carnes lateja e minha alma está envolvida.
Não há outro... Não há outro se não ti.
VERSO, CORAÇÃO E ALMA
(19.10.2018).
Verso com meu coração,
Que se apronta para pedi a alma,
A gentileza de poder caminharem...
Pelos campos floridos de margaridas.
Ah! Quanta doçura cabe em um ser!
Vindo se inspirando numa profunda alegria,
De seu próprio mundo poético,
Sabendo transmitir a sua bondade.
Ela deitada em meu peito, seu lugar de aconchego, somente o som dos seus soluços e as lágrimas escorrendo. Minha mão? Segurando as dela, as mesmas que já havia soltado. O cafuné a acalmava.
As flores da minha primavera:
ODES A CAMÉLIA
Com meu queijo no peito
caminho jururu…
No jardim encontro
a Camélia,
lacrada, frágil e solitária.
Cheia de mistérios e segredos.
Feito eu,
estava rubra de chorar…
Acredito piamente a cada momento do meu viver, que a felicidade da vida passa, entre outros, nos seguintes princípios: ter intimidade com Deus, valorizar a família e investir em pessoas.
INSPIRAÇÃO VIAJANTE
(20.10.2018).
Ainda que tenha se passado o tempo...
Meu ser se abriga da poesia antiga,
Nas cartas que os amores escreviam,
Não deixando esconder seu sentido.
E debaixo da janela da amada,
Pedia com o coração que abra,
Sendo uma Andorinha a cantar,
Os versos da inspiração viajante.
meu sangue está espalhado pelas gotas de chuvas, mais ainda que desespero apareça,
as definições são aparentes num mar de lagrimas,
de repente tudo tem formas na transição,
das dores que se foram em desejo oblíquo,
se desperta sonso instinto audaz,
involuntariamente o vento trás a chuva com meu sangue,
tudo se dispersa na derradeira fonte,
de onde olhar ganha vida,
sob as luzes da tempestade, se dá prenuncio de mais um momento sobre céus...
espalhando se sentimentos que encobrem as nuvens, que se diluem num único desejo.
Até meu tormento se acabar
Vai reinar no olhar
Uma história de dor
Que não foi minha mãe quem escreveu
E um brilho abastado de negro
Que não foi meu pai que lapidou
Soando apenas como cores
Vertidas das escolhas que imaturamente fiz.
Quando meu coração senti um sentimento de amor e carinho aquela pessoa que a gente ama e admira e sentir protegida isso e o amor
A todo momento me sinto forçado a escolher quem vou ouvir;
A carne ou o espírito
O meu ego ou a humildade
Deus ou o diabo
Coração aflito e contrito
Preciso ser convencido e vencido. Das profundezas do meu ser, ouve se um grito.
"Socorre me Cristo."
Enquanto a minha alma grita e o meu corpo queima, pela angústia das lembranças dos seus braços fortes, e do toque suave da sua mão na minha nuca enquanto seu corpo de macho pressiona as minhas coxas, e as nossas respirações, ofegantes, aceleram cada vez mais no ritmo do prazer, a minha dor e satisfação é que eu sei que você nunca vai saber, que eu só precisava ouvir a sua voz e te sentir, mais uma vez, por toda minha vida.
"O paraíso estava ao meu lado, dele o anjo
mais lindo para mim, às vezes sorria.
Vontade de um beijo roubar,com minhas mãos
as tuas pegar, na luz dos teus olhos viver,
e em teus cabelos, fio por fio anelar, e no
meio deles os meus dedos esquecer".
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista.
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
