Sorria Mesmo
Trate-se bem: mesmo quando o mundo decepciona,machuca, você ainda pode ser o seu lugar de cuidado e força e amor.
Magoa,dor, rancor e orgulho.....
São sentimentos que te fere mas ao mesmo tempo te faz levantar de um tombo.
muitas vezes,mesmo quando respiramos e estamos com o físico totalmente sã,estamos mortos pela falta de emoção..mortos pela falta de sentido.
"você pode ser um herói e um vilão ao mesmo tempo, em diferentes historias, entre uma mentira e uma verdade as vezes não existe relação"
Bonitinho ter orgulho em cantar o hino no dia de jogos do Brasil, mas bonito mesmo é fazer diariamente o que é certo através de atos de amor ao próximo e principalmente lutar contra o que é errado, não corromper nem aceitar ser corrompido, pois o que fazemos no presente é o que constrói o nosso futuro!!!
Na vida, tudo se transforma em memória, seja na curta passagem dos dias, ou mesmo na simples contagem das horas...
Muitas vezes você se torna seu próprio falso profeta. Diz para si mesmo tantas coisas ruins e acaba acreditando nelas...
Bom dia, e Abençoada segunda-feira 🍀 🌻
Ery santanna
Guardo questões que não se calam...
e mesmo sem respostas, sigo.
Porque viver, ás vezes, é apenas isso:
manter acessa acentelhaque o mundo tenta apagar.
A direita brasileira é imensamente mais poderosa do que a esquerda, mesmo quando perde a eleição presidencial. O notável é que essa imensa máquina conservadora, criada durante nossa transição para a democracia, seja tão difícil de dirigir.
A voz dela é linda e bela tem o poder de para a tempestade e ao mesmo tempo trazer a primavera, tao sutil tão doce como a rosa mais linda que acabou de desabrochar. Um simples OI já diminui meus batimentos e assim me perco no tempo, quando ela fala tudo para no universo eu só quero viver aquele momento. E assim procurando imaginar onde aquela deusa possa estar. Dona da voz mais linda da beleza mais singela uma mulher simples na vida, mais espetacular para quem conhece ela.
Quando você perdoa várias vezes o mesmo erro, acontece algo muito cruel:
a dor não some — ela só fica guardada.
E cada repetição machuca mais, porque além da ferida vem o pensamento:
“Eu avisei… eu tentei… eu acreditei de novo
Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.
Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.
Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.
Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.
Um paradoxo íntimo: querer devorar a vida e, ao mesmo tempo, aprender a degustá-la. Entender depressa só gera tensão. Olhar com calma revela profundidade. No intervalo entre um impulso e outro, entre o desejo de saber e a paciência de sentir, é onde tudo acontece. É ali que a vida realmente se mostra, silenciosa, intensa, inteira — mesmo quando nos obriga a frear.
