Soneto da Mulher Perfeita
ó velhas que carregam a minha ira nas costas
da montanha
vinde ver
o que me levou a soltar este menino surdo do meu ser...
Dá a alguém
Quando não digo nada, é porque espero ouvir, então diga... diga uma palavrinha e me encante...
Simples assim!
Tem gente que somente por um milagre para se tornar "ser humano de verdade," gente que carrega a falsidade, que cresce as custas de outros, que arma ciladas, gente invejosa, incapaz de crescer por seu próprio talento, perde tempo criando oportunidades momentâneas, pois Deus não abençoa atitudes que prejudicam o próximo, Deus não se alegra com pessoas de alma pequena, de coração maldoso,de mente usada pelo inimigo. Deus vê todas as coisas e Ele conhece o nosso coração “Pois não há futuro para o mau, e a lâmpada dos ímpios se apagará” (cf. Provérbios 24:20)
Helenice Augusta da Cunha
O homem moderno sexualmente e nas acções do dia a dia assemelha se a um grande necrofago. Ao longo da caminhada que é o envelhecer em espírito e em alma. regista não a passagem temporal mas sim uma grande pinça murcha com um pequeno coração.E existe uma relação da igreja com o coração e a pinça. Chama se a acumulação de sémen transferida por directos discursos vindo de obscuros percursos...ai conflito que estais na terra. Quem diz na terra, diz na tua terra à tua beira.cuidado moderno já existem cintas que falam e quem sabe não te chegas à beira . depois gritas ou sussurras: papa Francisca sémen sémen semente do corpo que sai. Já mataste o homem, fica a modernidade.Amen!
Dá a alguém
Passos da caminhada
Quão insondáveis são os dias.
Indissolúveis em seus mistérios.
Verso marginal de uma poesia
Esquecida num canto de escrivaninha.
Rabiscos mal traçados,
Jogados em lata de lixo.
Assovio nos recônditos da escuridão.
O amor não é praça pública.
Não é pra todo mundo.
Alguns não tiveram sua senha sorteada.
É sina pungente e aflitiva.
Aceitar é o caminho da resignação.
Gotas de passado não fazem tempestades
no inviolável limite do futuro.
O silêncio é sentença fúnebre.
É frio de inverno.
Túmulo do arrependimento.
Viver é a melhor forma de dizer:
Oi, eu vim ao mundo.
Ilusória realidade da existência
Qual silente é o coração que não ouve o som da realidade. Foi-se o tempo da bonança. Em torrentes a tempestade revolve a ilusão. Brainstorming sem nexo, aquém do sentido, além do racional. Aqui e ali se faz história sem começo meio e fim. Acolá está a resposta à constante lacuna do saber. O que somos, afinal? Mentes indomadas. Imperialistas de opiniões. O mero acaso me faz sorrir sem motivo. Mas nem por isso me alivio à sombra de qualquer pensamento. As vezes a consciência me atormenta com meus erros do passado. Sepultado na escuridão se esvai o medo de alguma lembrança. Vivo o agora e não temo o meu futuro. Só não quero estar a mercê de alguns segundos que me faça desistir. Desistir de viver.
Valorizo muito oque os meus olhos não podem ver (FÉ) - Assim minha fé vai crescendo e sendo fortalecida, aprovando minha fé nas pequenas coisas, e se ela não houver raiz ela não vai ficar de pé....
Nessa vida temos que plantar, colher, frutificar.
E AGORA
Deus amou o mundo publicamente, ao ponto de expor o seu único Filho em um madeiro, você ainda acha que Deus não te ama, olha para cruz e você vai ter a sua respostas.
Não há mais caminho fácil para liberdade pessoal, muitos de nós ainda temos que atravessar o vale das sombras da morte, de novo e de novo. Como eu venho percebendo, a primeira coisa é ser honesto consigo mesmo. Você não pode nunca ter um impacto com a sua sociedade se não mudou a si próprio...
Os grandes homens da historia da humanidade são todas pessoas integras e honesta consigo mesma. Humildes e atenciosas, Hoje o maior problema, seja na religião ou no nosso governo, é que os cara só pensão neles mesmo, não tem mais aquela paixão e o cuidado com o povo. "Tornarão-se amantes de si mesmo"
Secar o erudito
Abri um antigo estojo
esquecido,
no seu bojo
canetas de finas penas
folheadas a ouro
Veio-me lembranças
parcas
de valores estreitos,
as canetas seriam de efeito
àqueles que se sustentam
pela pompa do objeto
pela ostentação
As penas, além de mim,
tiveram outros donos
que nada fizeram com elas
Fui homenageada
e as obtive por prenda
como estratagema
para secar as minhas escritas
assim, como o tinteiro
que junto delas, secou
Joias improdutivas
ferramentas impróprias
sem envergadura
às prosas e poesias.
Gaita
A gaita ele tocava
para agradar a sua amada
Ela suspirava...
No meio da música ele sempre parava
De súbito tinha náuseas
Na pia tossia, cuspia
lavava a cara
A amada nada indagava
não entendia
o tamanho esforço
que a gaita lhe exigia
Ele mostrava talento
mas tinha dificuldade
com o tal instrumento
Ora gaita, ela exclamou
numa noite fria
Com tantos instrumentos no mundo
Por que ele não escolheu
o que mais lhe apetecia.
Sabia que 1 ano tem: 365 dias
8.76581277 horas
5.2594.876.620 minutos
3.155.692.697.200 segundos
Sabia ser você Abraçar alguém por 20 segundos provoca uma reação química no corpo humano que faz com que duas pessoas a confiem mais uns aos outros. Acho que já sabemos como gasta esse tempo né rs.
Submissão em demasia não quer dizer amor incondicional, mas sim insegurança, assim como obediência, sem contestar; você pode ter se permitido cegar...
Quando além de não somarmos nossos desejos ainda permitimos que sejam anulados, fazendo assim com que somente o do outro seja priorizado, tá na hora de respirar e rever os conceitos.
Bom,
O amor tem casa, e sabemos que Ele mora em nossos corações: então sabemos aonde encontra-lo pois Ele sempre esta com nós.
Mal,
Bom o mal nós sabemos que de quando em quando ele se hospeda na nossa mente, mas temos liberdade de expulsa-lo, diferente do amor que está em nossos corações, porque esse é Eterno. Então sabendo que o mal é passageiro, logo expulso ele da minha mente e me alimento do amor que está em meu coração.
Se liberte na liberdade , se liberte se liberando .
Se a mente é o nosso lar , vamos viver na calma relaxando .
Canto da insônia
A noite começa a ficar longa
A briga é entre mim e a cama
A máxima está no não pensar
Não, não tem jeito
Tudo emaranha nas lembranças
Vejo Bandeira na tela escura da TV
Leio Florbela tão viva que fica na cabeceira
Escuto Pessoa nas lástimas de Belchior
Numa nuance, na neblina da madrugada
Forma-se a imagem do meu menino
Tão real, tão lindo
Inatingível, se desfaz e morre
Minha face apresenta desgaste
E o dia nasce perfeito.
Nos tornamos vítimas de nós mesmos, do nosso próprio sofrimento, dos nossos próprios medos conscientes ou não.
Então sem saber oque fazer buscamos uma fonte de alívio podendo ser festa, beber, fumar, ou qualquer tipo de prazer apenas um prazer momentâneo, uma fuga rápida.
Então você solapa coisas que realmente te fariam feliz.
Você usa a raiva para qualquer pessoa ou qualquer coisa que pareça perigo ou que te frustre.
Porque o mundo já está tão tenso que temos medo um dos outros.
Somos seres sociais estamos mais ligados do que você pensa.
Em uma casa, se uma única pessoa estiver nervosa, você sente isso, afeta todo mundo e o mundo é assim, só que numa escala bem maior, uma corrente que não tem fim.
Um influência o outro, um afeta o outro.
E ninguém liga pra isso, se tornam escravos de si mesmos, de felicidade rápida, escravos do prazer.
Seu coração diz a você o seu nível de paz, de felicidade. Quanto mais leve, mais feliz está, quando mais apertado é sinal de que algo esta errado.
Quando você o sente apertado, pesado em seu peito, é ele te dizendo, é sua mente falando contigo mesmo, algo errado está acontecendo. As vezes tão pesado que machuca.
Seu coração é o seu medidor.
A minha poesia
Vive todas vidas que a mim foi cabida
De muitas Marias e Joões que são lidas
Nos versos lidos e escritos em rimas
Em todos eles minha morte é falida
Pois as palavras são liturgia em minha vida
O poema, um doce abraço de alegria
Das muitas vidas que li, delas todas aprendi
Que a morte já não se aplica aqui
Vaguei por universos escritos, cantados e vi
A vida é sempre muito mais do que agora e aqui
Vivo a vida tão viva que ela me alegra assim
Não desdenhando o amanhã, longe de mim
Antes o contrário pressupondo que hoje
É só uma parte do que amanhã a de vir
Henrique júnior da Silva
