Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Fui candidato a vereador, perdi a eleição, mas o meu candidato a prefeito ganhou!!!
Conclusão:
"Na politica derrota com vitoria é o mesmo que café sem açúcar...!"
nene policia
A Mente em Foco na Floresta do Tempo
Na floresta densa da vida, onde o tempo se mistura como galhos velhos, a mente em foco brilha com originalidade. Ela ignora caminhos confusos e corta direto para o agora, transformando a saudade em força para o futuro. A originalidade nasce assim: não no passado triste, nem no futuro distante, mas no agora vivo.
Na floresta do tempo, a mente em foco usa a saudade como luz, guiando para um futuro novo e fresco. O agora é a porta; o futuro, o reflexo.
Assim, ela cria algo único, livre das sombras do tempo.
Viver por inteiro é viver de forma consciente, ser fiel a si mesmo e estar totalmente presente onde quer que a vida o leve.
Aldemi Escobar de Matos
Até o casamento
Trocamos olhares e partir daí, nos conhecemos e fomos dando valor a cada dia juntos como se fosse o último de nossas vidas; a paixão sempre se manteve acesa em nossos corações, com o tempo veio um pacote de verdades, emoções, carinhos, respeito, responsabilidades, então; descobrimos que o amor convivia conosco todos os dias; se passaram anos e veio o nosso entendimento sobre a vida a dois, já era hora de nos apresentarmos para os nossos familiares, amigos e toda a sociedade. Esse dia maravilhoso chegou e nós dois tivemos o prazer de dizer, sim!!!
Ciclo de terror
Sofro, por me ver agora;
Choro, com o gosto amargo da derrota;
Minha mente oferece cenas repetitivas e impiedosas, sem pedir permissão;
Grito com meu coração, por ser tão teimoso;
Me debato na cama com a dor da saudade;
Abraço o cansaço, que neste momento é o único remédio que tenho para dormir por alguns minutos, evitando todo este ciclo.
Resistência
A chuva cai lá fora,
Os ventos fortes continuam golpeando a janela,
O frio teimoso, invadiu a casa,
Mas a vela é rebelde e permanece acesa sem ter hora para apagar.
Céu de nuvens
Muita beleza ao mesmo tempo,
A arte ganhando vida em movimentos únicos,
Entre desenhos formados a olho nu, uma imensidão de cenários pedem passagem,
É esplendoroso ver as nuvens correndo quando olhamos para o céu!
Destino incerto
Uma casa perdida na floresta escondida pela sombra das grandes árvores,
a chaminé acesa dando a posição do nada no meio sereno da solidão,
entre as belezas e as dúvidas do silêncio o charme do barulho do pequeno rio e dos pássaros chamavam a atenção,
escurece lá fora, a lenha queima, o cheiro de chá forte é percebido e comentado pô os animais uivantes,
o frio da selva noturna chega acompanhado da saudade e pedem para se sentar,
mesmo sem plateia as lembranças de um passado próximo começam a dar um show,
olhar parado no tempo, lágrimas secadas pelos ventos, surra bem dada pelos sentimentos, a necessidade e a dor dançando juntas ao relento,
fogueira baixa, chaminé acesa, porta fechada, uma decisão é tomada,
ao amanhecer, mochila nas costas, muitas incertezas, porém muita coragem para caminhar na estrada sem destino.
XIII – Visita à prisão
Lembro-me da história do homem que, bravo porque os ratos roíam seus papéis, pedaços de pão, casca de queijo e sapatos velhos, trouxe gatos para que caçassem os ratos; vendo que os gatos comiam ratos e, além disso, um dia lhe tiravam a carne das panelas, outro dia tiravam a carne do espeto, que ora pegavam uma pomba ora uma perna de carneiro, matou os gatos e disse: “QUE VOLTEM OS RATOS.”
Apliquem essa anedota, pois com grandes gatos em lugar de limpar a república. Vocês caçam e comem os ladrões, pequenos ratos que roubam uma bolsa, pegam um lenço, surrupiam uma capa e correm atrás de um chapéu, mas juntos vocês engolem um reino, roubam os bens e assolam as famílias. Infames! Prefiro ratos e não gatos.
Insistir
nessa ideia maluca
de tentar mudar o outro,
é desperdiçar recursose o tempo destinadosa nossa justa
melhora, nunca do
outro!
Uma prova de que até poeta bom pode ser estúpido,
é o fato de Vinicius ter tido sete mulheres..
e nenhum verdadeiro amor!
Como era previsto:
Acabaram os dias de canção!
Resta o tema de Baden e Vinicius:
Tristeza e solidão
Há longo tempo
O meus olhos não se enchiam
De flores e de emoção
Primeiro a semelhança física
Fez-me despertar para uma nova
Sensação,
E depois, rumo ao desconhecido,
Vivi aquele amor de verão,
Inteiro, não sabido,
Mas que preencheu todo o coração
Até que chegou o outono mudando
As cores da estação,
Despetalando suas árvores
Deixando saudade e ilusão
Nada será dito para não desfazer
A razão,
Pois ao mesmo tempo que sou
Do signo das águas profundas,
Tenho o ascendente em terra
Chamando-me para o chão!
É... mas fui seguir os conselhos do Vinícius
E olha o que aconteceu!
Amei infinitamente cada momento...
Só não imaginei que o tempo,
Não era o mesmo para os dois...
Nessa hora, o infinito que durou
Foi só o meu.
Nem consegui contar os pedaços,
Da “fidelidade” em estilhaços,
Que feriram os sonhos meus
*Poeta é vinicius,
*É Mario Quintana,
*Também Cecilia meireles..
*Eu apenas escrevo
*Com minha humilde e singela alma
*De palhaço que ama
*A arte, o riso, a vida
*De artista que ama os que o cercam
*De orador que ama os que o ouvem
*De escultor que ama os que veem
*De ser humano, simplesmente por sê-lo
*14 Musas me inspiram
*Me fazem apaixonado por minha vida
*Cada uma delas, me inspiram de uma forma
*Me afagam o coração quando está triste
*Me acolhem a lagrima quando estou emocionado
*Me fazem sorrir...
*Me fazem viver!
Vinicius dizia que o amor não precisa ser imortal, posto que é chama. Mas pedia: que seja infinito enquanto dure.
Adélia nos lembrava que “erótica é a alma”, porque o amor não é só toque — é transcendência.
Rita Lee, ousada e genial, rasgava a falsa moral: “Amor sem sexo é amizade. Sexo sem amor é vontade. Amor e sexo é tudo.”
E Ferreira Gullar, sem floreio, dizia o que poucos têm coragem de admitir: amar não salva, revela.
O Banquete do Vazio - Vinicius Monteiro Tito
Garras de breu rasgam o tecido do nada,
Onde o éter sangra um silêncio corrosivo;
Não são aves que circundam a mente estraçalhada,
Mas o próprio tempo, esse verme faminto e vivo.
O céu não escarnece — ele é um olho cego e oco,
Refletindo o vácuo que a alma insiste em parir.
A alegria morta é um espectro que quebra o pescoço,
Forçando o olhar para o horror que está por vir.
Demônios não esperam; eles já habitam a medula,
Costurando o luto no que ainda nem nasceu.
A loucura não é nuvem, é o oceano que anula,
Onde o "eu" se afoga no que Deus esqueceu.
Lá embaixo, onde a luz é um mito sepultado,
O espírito é o banquete, a fome e o altar.
Condenado a ser, em um eterno agora gelado,
A própria ruína que não cansa de desabar.
Até mesmo alguns poetas bons, como Vinicius e outros que admiramos tanto, muitos caíram na fatalidade e no desespero para finalizar alguns poemas, que se não fosse pela apelação da última frase seriam poemas imortais...
Mas isso nos levar à confirmação da tese comum, a de que os humanos são atraídos mais pela beleza da tragédia do que pela sapiência da comédia.. Ainda sou pelo riso, mesmo que este riso seja de desdem pelo sofrimento humano!
Evan do Carmo
Depois que li alguns sonetos
de Camões, Shakespeare, Vinícius de Morais,
descobri que minha poesia
não anda distante de considerável qualidade.
