Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
ninguem entende o sentimento que sinto dentro de mim, mais é fácil julgar quem somos porque somos assim, então me diga que sentimento é esse que não quer ir embora de mim, a vontade de não existir, mais sinto que se você estivesse comigo hoje em dia eu estaria muito bem, porque você era meu remédio quando eu me sentia vazio ou incompleto por dentro, sem você minha luz se apagou profundamente e a escuridão virou minha companhia sinto que vou morrer mas não sei o que fazer para deixar uma lembrança para alguém ...
Por trás das cortinas, somos todos iguais
Estamos sozinhos e não há mais ninguém para culpar
Enfrente todos os seus demônios, é tudo o que você pode fazer
Você vai descobrir, o maior deles é você
- Falling Curtains
Pense que ninguém é uma fortaleza, que nós todos somos apenas humanos e nos ajudamos, pense que não existe uma só pessoa no mundo que não tenha pelo menos uma vez (é pouco uma vez, muito mais vezes) necessidade inclusive de chorar.
Por um mundo com mais leveza, porque ninguém é de ferro: somos feitos de carne e osso, a gente precisa e merece.
Somos apanas reflexo distorcido da imagem que gostariamos de ser, ninguém é completo o suficiente, e inabalável sentimentalmente ... Nem tudo que queremos, podemos ... Porém, tentamos incansavelmente, até saber a hora de parar. Bem melhor que ganhar uma guerra é não precisar fazer uma ...
Eu jamais iria julgar você ou ninguém por erros, porque somos falhos. E amar é o que podemos e devemos fazer, estender as mãos e doar nossos joelhos em orações; para que sejam a sua força e ajuda quando precisar.
Ricardo Baeta.
Diante da vida somos todos iguais, ninguém tem mais ou menos privilégios, só que existe é que alguns fazem mais por onde do que outros, e cada um tem na medida que merece.
Não há injustiças divinas, há apenas um mecanismo universal que responde de acordo com seus atos e sentimentos.
Já sentiu aquele frio na barriga na hora de pregar ?
Isso demostra que não somos ninguém & precisamos a cada dia de Deus, isso é temor.*
Somos seres não libertos
“A esfera da consciência reduz-se na ação; por isso ninguém que aja pode aspirar ao universal, porque agir é agarrar-se às propriedades do ser em detrimento do ser, a uma forma de realidade em prejuízo da realidade. O grau da nossa emancipação mede-se pela quantidade das iniciativas de que nos libertamos, bem como pela nossa capacidade de converter em não-objeto todo o objeto. Mas nada significa falar de emancipação a propósito de uma humanidade apressada que se esqueceu de que não é possível reconquistar a vida nem gozá-la sem primeiro a ter abolido.
Respiramos demasiado depressa para sermos capazes de captar as coisas em si próprias ou de denunciar a sua fragilidade. O nosso ofegar postula-as e deforma-as, cria-as e desfigura-as, e amarra-nos a elas. Agito-me e portanto emito um mundo tão suspeito como a minha especulação, que o justifica, adoto o movimento que me transforma em gerador de ser, em artesão de ficções, ao mesmo tempo que a minha veia cosmogônica me faz esquecer que, arrastado pelo turbilhão dos atos, não passo de um acólito do tempo, de um agente de universos caducos.
Empanturrados de sensações e do seu corolário, o devir, somos seres não libertos, por inclinação e por princípio, condenados de eleição, presas da febre do visível, pesquisadores desses enigmas de superfície que estão à altura do nosso desânimo e da nossa trepidação.
Se queremos recuperar a nossa liberdade, devemos pousar o fardo da sensação, deixar de reagir ao mundo através dos sentidos, romper os nossos laços. Ora, toda a sensação é um laço, tanto o prazer como a dor, tanto a alegria como a tristeza. Só se liberta o espírito que, puro de toda a convivência com seres ou com objetos, se aplica à sua vacuidade.
Resistir à sua felicidade é coisa que a maioria consegue; a infelicidade, no entanto, é muito mais insidiosa. Já a provastes? Jamais vos sentires saciados, procurá-la-eis com avidez e de preferência nos lugares onde ela não se encontra, mas projetá-la-eis neles, porque, sem ela, tudo vos pareceria inútil e baço. Onde quer que a infelicidade se encontre, expulsa o mistério e torna-o luminoso. Sabor e chave das coisas, acidente e obsessão, capricho e necessidade, far-vos-á amar a aparência no que ela tem de mais poderoso, de mais duradouro e de mais verdadeiro, e amarrar-vos-á para sempre porque, ‘intensa’ por natureza, é, como toda a ‘intensidade’, servidão, sujeição. A alma indiferente e nula, a alma desentravada - como chegar a ela? E como conquistar a ausência, a liberdade da ausência? Tal liberdade jamais figurará entre os nossos costumes, tal como neles não figurará o ‘sonho do espírito infinito’”.
Somos unidades dependendo de um coletivo para vivermos, mas ninguém vive como coletivo. Vive-se apenas como unidade.
Tem que deixar voar, ser livre...
Não adianta prender, não somos donos de ninguém.
A vida é assim... Tem que deixar viver!
Nessa vida ninguém esconde falso caráter por muito tempo, e não precisamos provar o que somos e qual o nosso intuito, a vida mesmo faz esse papel!
Ninguém é melhor que ninguém neste mundo, todos nós somos iluminados pelo mesmo sol e molhados pela mesma chuva e estamos vulneráveis a qualquer perda e ganho nesta vida! Portanto desdobre este nariz e se vista de humildade, pois no lugar para onde tú vás em poucos ou muitos dias, não poderá levar seu orgulho e nem muito menos o tesouro pelo qual tem se dedicado dia e noite!
